Mulambada,
Felizmente
não pude ver o jogo.
Estava
no aniversário de minha filha e ela pediu para não ligarmos a TV. Foi o que
fizemos.
No
começo foi complicado.
Não
foram aos 3 minutos, mas sim em múltiplo de 3. Foi aos trinta que levamos o
gol.
Relaxei
e parei de buscar informações no celular. Se aos 3 já vinha sendo difícil
empatar, ganhar nem pensar, imagine aos 30.
Só
fui saber do resultado no dia seguinte à noite enquanto passeava com meu cão e
encontrei um dos com quem vejo os jogos.
“Sofrível!”
E
teceu uma série infindável de comentários repetidos de jogos anteriores.
A
novidade foi constatar que agora o Flamengo precisa fazer 3 gols para valer um.
Não
importa se legítimos ou não. Desde quando isso vale no país onde a lei dos
espertos prevalece? O que importa é que mesmo jogando mal, sem raça,
perdidos em campo como esbravejou meu amigo, é que em fim fizemos os gols.
Mas
de nada valeram. Sem problemas, não vou discutir árbitro de futebol.
Não
acho, em hipótese alguma, que haja complô ou algo parecido. Por mais espertos
que sejam, não os acho capazes o suficiente para bolar uma trama dessas sem
deixar um enorme e escamoso rabo balançando para trás.
Por
muito menos outros, não muitos, foram pegos e enquadrados. Tenho total certeza
que são erros fruto de incapacidade técnica e física desses senhores e seus
superiores.
Sendo
assim, não há o que discutir nesse sentido. Vida que segue.
O
que não consigo entender é que muitos membros da arco-íris invejosa e mal
vestida ainda acham que o Mais Querido é o time da mídia, da CBF, da
Federação e sei lá mais o que.
Só
mesmo um bando de ignorantes para imaginar tal coisa.
Sabíamos
que esse começo seria difícil, mas não que seria vexaminoso.
Não
tenho a menor dúvida que tempos melhores virão, mas que está complicado está.
Saudações.
Saudações.

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