28 fevereiro, 2014

SEGUINDO EM FRENTE


Mulambada,

Por motivos particulares atrasei novamente. Acho que preciso rever essa minha vida, ela está me trazendo muitos motivos...

E estando atrasado, acho que o que menos vocês querem agora é ler meus comentários ao jogo recém “jogado” pelos nossos come-dorme. Ainda mais sabendo que meus comentários não devem ser nada relevantes já que disso que andam praticando por aí e que insistem em chamar de futebol, nada entendo. Pouco entendo do outro também, sendo assim...

Mas vale a pergunta que martela minha cabeça desde os primeiros movimentos da dita pelada:

“Por que, em casa e cheia o Maior de Todos se portou como um certo time médio do estado e permitiu que os alemãos quase não nos deixasse andar em campo?”

Desde os iniciais minutos os caras nos cercaram impedindo nossa progressão na armação de jogadas, nos obrigando a chutões sem direção. Não existia meio de campo e a ligação para o ataque era resultado desta que já está se tornando nossa tradicional jogada.

Nossos “craques” que de craques nada têm, se deixaram acuar e não foram raros os momentos em que corremos sérios riscos que só não se confirmaram pelo simples fato de o time deles ser uma merda. Mas os caras marcam bem e lá na casa deles, se não voltarmos a ser Flamengo o bicho pode pegar.

Que o Jayme de Almeida e sua trupe se encarreguem de colocar na cabeça de nossos come-dorme que se não chegarmos na zona com se fossemos os cafetões do puteiro, vai ficar complicado.

Gabriel, o nome do jogo, quando entrou, nos fez jogar melhor e marcamos o tranquilizador 2º gol, mas as coisas só se tornaram realmente tranquilas após a expulsão de um dos de lá. Esse menino, Gabriel, se não começar a se achar o pirata da terra de cegos, vai longe.

Com os 3 pontinhos na sacola, vamos em frente que atrás vem gente.

Esqueçamos então o objetivo alcançado e passemos ao outro assunto da pauta de hoje.

Hernane, que em fim fez o 1º do ano no Maraca, estava de malas quase prontas para a China. Em nome de um pé de meia ia para a terra dos mandarins comer arroz e miojo com carne de cachorro.

As viúvas de plantão, mesmo sem a confirmação da partida, já arrancavam as calcinhas e choravam copiosamente.

Besteira, coisa de tricolete sem dono que se arranha toda a cada homem que deixa seu cafofo toda manhã.

Há muito que o futebol deixou de ser futebol e se tornou business. E sendo assim, tem que dar lucro. Os títulos e o amor ao Manto se tornaram o 2º objetivo faz tempo.

Qual a melhor época de se vender uma mercadoria?

Ora meus caros, até eu que sou um energúmeno nessa área, também, sei que é quando ela está em alta. É notório que o Hernane está com seu valor de mercado em início de queda. Vertiginosa ou não, só o tempo dirá. Então, não há o que discutir.

Vende logo o cara e bola pra frente.

Mas para infelicidade de Alecgol, os china, que dizem terem aprendido muitas coisas com os brasileiros, tornaram-se mal pagadores e por isso o Brocador não vai.

Ele fez o seu trabalho, a cena em campo, beijou o escudo, ofereceu o coração para nós, posou com o novo Manto 2 e ficou de bem com a Mulambada toda.

Claro que há nesse ato um tanto de sinceridade, mas não sejamos tolos, se os china fossem sérios nosso “ídolo” já estaria lá em Changai ou sei lá onde (é tudo igual mesmo) comendo uma cachorra na carrocinha da esquina.

Não se iludam, basta surgir outra oportunidade de $uce$$o que ele ou qualquer outro dos come-dorme vai fazer as malas rapidinho.

Então meus caros, como bem dizia o nobre filósofo Chinglaxinchi:

“Vida que segue.”

Saudações.


23 fevereiro, 2014

MOLEZINHA?


Mulambada,

Começou como de costume, os come-dorme fazendo o que melhor sabem fazer depois de comer, dormir. E foi assim por um bom temo ao ponto de os alemão, que de alemão não têm muita coisa, estarem mais próximos de fazer o gol.

Mas após uma bela batida de falta desse menino, Elano, os peles resolveram correr um pouco.

Mais uma vez, não precisava mais do que isso para chegarmos ao primeiro gol e aos demais subsequentes que culminaram na quase goleada de 3 x 0.

Jogamos bem, em alguns momentos as peças conseguiram elaborar algumas boas jogadas, animando até à quem, refestelado no sofá já sentia pesadas as pálpebras.

Confesso que gostei do que vi apesar de não ter visto os primeiros 25 minutos do 2º tempo.

Deveres de pai me tiraram da frente da TV.

Voltei segundos antes do lençol que Leo MOURA aplicou no lateral dos caras, jogada que culminou no derradeiro gol da peleja.

Não é para empolgar, pois o esforçado time do Resende, como todos os demais que disputam esse carioqueta não é parâmetro a ser considerado em uma avaliação um pouco mais rígida. Trata-se de mais uma mariola à meia vida que superamos.

E em se tratando dessa carne assada de 3ª, Jayme e seus auxiliares de nossa humilde Comissão Técnica devem se preocupar com 4 itens:

1 – A insegurança de nossa defesa nas bolas alçadas sobre nossa cozinha. Não é raro ver os caras batendo cabeça, perdidos mais que cegos em dia de temporal na Cidade Maravilhosa;

2 – Felipe, mesmo defendendo bolas difíceis, invariavelmente o faz espalmando a redonda para a meiúca de nossa área do agrião;

3 – Elano, apesar de boas atuações, de vez em quando dá aquela cochilada, o que nos faz atuar com menos um novamente. Já não basta o longo período de férias que vem curtindo?

4 – Lucas Mugni é a síntese de que, após Doval, nossos argentinos são os menos argentinos do planeta. Será ele mais um Bottinelli? Bonzinho, mas sem sangue?

Há a possibilidade de esses itens serem consequência da desimportância do certame e que na 4ª feira as coisas funcionem melhor. É o mínimo que se espera dessa turma que até agora só teve um compromisso importante, lá no México e deu mole.

E mesmo o adversário de ontem sendo essa carne assada temos 4 pontos a destacar:

1 – Leo MOURA está em faze exuberante, só nesse início de ano já fez mais jogadas produtivas do que nos últimos 3 anos juntos. Ele é a prova de que para alguns jogadores, assim como os vinhos, o tempo é um grande amigo.

2 – Cáceres, mesmo desengonçado, está surpreendendo, firme na marcação, pouco faltoso e importante quando o time ataca. Já ofertou várias bolas aos companheiros das quais muitas foram parar no fundo das redes inimigas;

3 – Alecsandro, fez mais 2 gols o que falar mais de um cara que está fazendo o que dele mais se espera? Cuidado aê Brocador!

4 – Samir, esse garoto, que de garoto parece só ter a idade, está sendo o lado forte da defesa. Tem a saúde e energia necessárias para carregar nas costas o Wallace ou qualquer outro que estiver ao seu lado. Seguro, com personalidade e ainda dá suas piruadas lá na frente. Com certeza o ponto de apoio dos velhinhos que estão ao seu redor.

Só espero que esses itens não serem consequência da desimportância do certame e que na 4ª feira continuem funcionando. É o mínimo que se espera dessa turma que até agora só teve um compromisso importante, lá no México e deu mole.

Saudações.


20 fevereiro, 2014

NADA ALÉM DE 100%


Mulambada,

O resultado estaria previsto no horóscopo, se o calendário dos Astecas não tivesse terminado em 2012.

Esse joguinho de ontem só serviu para 3 coisas:

1 - As homenagens ao centenário brioso Madureira e sua bela camisa. Pena os patrocinadores.

Ô coisa horrorosa!

Deveria haver uma lei que proibisse tais aberrações, mas como é preciso grana para mover toda a engrenagem futebolística mundial, temos de aceitar essas aberrações assim como horários indecentes para quem realmente trabalha nesse país.

2 - O joguinho mostrou que ninguém tá prestando atenção nessa massa falida que é o Carioqueta Safado. É um pecado ver o ex-maior do mundo cheio de vazios onde quase 70 mil de ninguéns foram ao jogo. Lembro quando esse torneio valia ao menos uma mariola e tínhamos nas 4ªs feiras mais de 50 mil nas dependências do Mario Filho. Hoje é essa vergonha!

3 - Serviu também para mostrar a quem ainda não viu que a rapaziada do Mengão B está muito a fim de bola.

Que fique claro: O fato de estarem muito a fim não quer dizer que joguem bola. Isso é outro departamento. Depois não vão dizer que não avisei.

Considerando o cenário que se apresenta os caras até que correram direitinho e em alguns momentos até jogaram direitinho também e não precisou mais do que isso para levarmos mais 3 pontinhos para casa.

Destaque para Paulo Vitor que mesmo não jogando tanto mantem a regularidade, Negueba e Gabriel que vêm em ascendente o que nos deixa cada vez mais distante da possibilidade de vermos Carlos Eduardo em campo novamente. Pelo menos vestindo o Manto.

Está cristalino para mim que o Carioqueta Safado cai como uma luva para essa molecada e que se os deixarem jogar, em pouco tempo as taças estarão na Gávea. Salvo alguma cagada de algum árbitro auxiliar.

O que também está muito claro é que o Flamengo A está cagando um balde e dois barris para esse torneio e que se colocássemos os dois times para jogar contra, à vera, ia dar Mengão B. Se botar pra valer uma caixa de cerva então; ia ser goleada.

Mas o Flamengo A tem que ganhar ritmo para partir pra cima dos alemão na próxima quarta feira então, a ordem é botar os come-dorme pra jogar no próximo sábado.

Ossos do ofício, ônus do bônus. Fazer o que?

Então vamos nessa torcer pros caras não perderem a liderança contra o Resende.

Saudações,


17 fevereiro, 2014

ATÉ QUE CHOVEU


Mulambada,

Para os que conseguiram pagar o preço, com certeza saíram insatisfeitos.

Não pela vitória que era esperada, mas sim pelo que se viu em campo. As causas podem ser várias: O cansaço da viagem e desgaste da partida lá no Equador, a falta de atratividade desse campeonato de várzea que insistem em nos enfiar goela abaixo todo ano ou a falta de adversário descente.

Com relação as duas primeiras afirmo que ter atuado com os ainda 100% reservas seria mais interessante.

“Ah! Mas os caras pediram pra jogar.”

E vocês tolinhos acreditaram?

Claro que isso não passou de onda dos come-dorme para fazer você pensar que eles estavam a fim de correr atrás da nódoa deixada lá nos 1800 metros de altitude.

As atuações de cada um dos que vestiram o Manto neste 16 de fevereiro de 2014 corroboram com essa afirmação.

Os peles mal correram em campo, as pernas e pés se enrolavam com a bola como se fossem um bando de garotos recém egressos nas categorias mirins da Gávea. As bicudas disparadas para onde estavam virados seus narizes foram uma constante, perder a redonda nas saídas de bola, outra.

Piora ainda a situação o fato de ser obrigado a disputar um campeonatozinho chinfrim desses. Isso já deixou de ser interessante, faz muito tempo. Só serve para engordar os cofres dos de sempre enquanto que os dos clubes permanecem a míngua.

Eu não entendo como os clubes se sujeitam a essas canalhices. Desculpe, até entendo, mas me espanta a ignorância dos cartolas, mesmo aqueles que se acham espertos. Organizados e lucrativos os torneios propiciariam milhões aos clubes e sendo milhões, milhões poderiam ser desviados pelos cartolas espertos. Ainda sobrariam uns capilés para manter os clubes vivos.

Mas não, os espertos preferem matar a galinha dos ovos de ouro.

Na obrigação de estar presente aos jogos, só resta ao Flamengo, trem pagador da porratoda, fazer o de sempre que é manter sua superioridade sobre os diminutos. Desde 1912 que a ordem e moral são impostas pelo Maior de Todos.

Quando era considerado o Mais Charmoso certame do país a coisa ainda tinha graça. Os oponentes eram aguerridos e não foram poucas as vezes em que fomos superados por um deles. Mas hoje a coisa mudou bastante. Muitos nem mais fazem parte e outros multiplicam seus vexames em desonra ao nome de nosso estado.

As frequentes visitas ao Reino dos Impuros fizeram de nossos adversários objeto de facécia em todo o território nacional. Eles se apequenaram e hoje nada mais são que meros coadjuvantes aos laureis do Mais Querido.

Esta falta de adversários nobres enche nossos “craques” de indolência e proporciona aos incautos que persistem em comparecer, horas de aborrecimento.

Neguim reclama bagarai, mas são os frequentes erros da juizada despreparada que salvam essas peladas propiciando discussões calorosas que varam a semana. Se não fosse isso, cairíamos na mesmice.

E dentro da mesmice, mesmo com as presepadas arbitrais, vencemos mais essa. Qual a novidade? Os de lá até que tiveram seus momentos e deveriam ter saído mais felizes desta contenda, mas o peso de dois rebaixamentos quase seguidos não passa despercebido e trás consigo o fracasso.

De novidade é que voltou a chover. Valeu São Pedro! E considerando a desimportância e consequente desinteresse que ronda as peladas deste carioqueta safado, a tunda até que foi leve, mas para um bom freguês isso, por hora, basta.

Saudações.


13 fevereiro, 2014

HEROICO?


Mulambada,

Rio mais de 40 graus à sombra. O pau comendo desde cedo dentro daquilo que costumam chamar de transporte público. O povo como gado, diariamente conduzido precariamente aos seus postos de labuta.

O pensamento de quase 100% da população voltado a um único evento ou o mais importante do dia.

A estreia do Maior de Todos na Liberta de 2014.

Mais de 40 milhões ansiosos e confiantes enquanto os demais iniciavam seu natural processo de secagem. Meus velhos e maçantes conhecidos membros da Arco-Íris safada, fétida e mal vestida, ao me verem passar, não se continham e destilavam seu veneno em observações inócuas.

Impressionante como a mera possibilidade de uma conquista pelo Mais Querido, mesmo que ainda embrionária e remota já lhes causa temor.

É a ordem natural das coisas.

A acuada e indefesa presa amedrontada em apenas ouvir o rugir de seu predador. Mesmo que ainda muito longe. Eles sabem que não demorará e o Mengão jubilador estará presente para a aniquilação.

O dia demorou a passar ...

Eram 22 horas e alguns minutos quando a bola rolou.

Jogo meio confuso devido ao natural tempo de adaptação às condições reais da contenda. Era confuso, mas nada morto. Em poucos minutos uma bola na trave de cada time.

Jogávamos com 11 e bem. Mas não foram necessários muitos minutos, apenas 12 para que a situação voltasse ao de costume. Decididamente o Flamengo dos últimos anos se acostumou a jogar com 10.

A infantilidade que beirou a ignorância feita pelo valoroso Amaral nos deixou de calças curtas. Mesmo assim eles só foram fazer seu gol aos 29 minutos de partida.

Fogos foram soltos pela cidade....

Natural.

O cenário de horrores se mostrava irreversível e uma derrota por muitos gols tinha de ser evitada a qualquer custo.

E nossos come-dorme entenderam isso.

Como há muito não se via (sentia?), era latente a energia emanada pela Nação espalhada pelo mundo. O Manto se fez Sagrado e como em inúmeras e desacreditadas vezes municiou de Raça, Amor, Paixão, Suor e Lágrimas o coração de cada um de nossos craques.

Como verdadeiros Flamengos nossos soldados honraram gerações e se portaram como homens. Não se acuaram, apenas uma postura defensiva com o claro objetivo de conter o ímpeto dos mexicanos para partir em cirúrgicos e contundentes contra-ataques.

Samir, um monstro e Cárceres, um leão; lideravam as ações. Os dois ladeados pelos demais formavam uma legião de incansáveis semi-heróis.

A natural e eternamente impune hostilidade da torcida adversária, os mais de 1.800 metros de altitude e a duvidosa atuação de sua excelência o árbitro não foram suficientes para minar nossas forças e a cada bola recuperada partíamos para cima dos caras sem dó nem piedade em busca de nosso já merecido gol.

Nossa retaguarda sofria as consequências e se mostrava firme. Felipe foi mágico em toda partida e responsável direto pelo resultado.

Tudo normal, Libertadores não é para criança, não é para qualquer um, é para gente grande. E ontem o Flamengo de grande transformou-se gigante.

Foram necessários apenas um pouco mais de 14 minutos para transformar em números nossa gana. Saímos do primeiro tempo com o empate e para desespero da Arco-Íris, continuávamos vivos, muito vivos.

O segundo tempo não foi diferente, poderíamos ter ganhado como perdido. Eles foram mais felizes mesmo com o Felipe pegando tudo e venceram.

Não seria um mau resultado se estivéssemos na faze de mata-mata, mas não é o caso e perdemos três pontos preciosos.

Recuperáveis?

Claro! Mas para tanto precisamos jogar como ontem, ou melhor.

Fica a certeza que não seremos apenas coadjuvantes nessa Liberta. O Flamengo mostrou ao mundo, mais uma vez, que ao contrário de ditos guerreiros nós lutamos por títulos e sempre dentro de campo, conforme manda a ética.

Saudações.

08 fevereiro, 2014

TOLINHOS


Mulambada,

Alguém em pleno gozo de suas faculdades mentais, com algo mais importante a fazer daqui a 4 dias iria se arriscar a não poder cumprir tal compromisso apenas por conta de outro bem menos importante?

Se você acreditou que os come-dorme do Flamengo iriam se empenhar em um esforço acima do mediano para essa pelada de hoje deve aproveitar a proximidade da Páscoa e começar a fazer os pedidos para o Coelhinho.

Concordo que não deveríamos perder para esses timecos de segunda, mas o futebol é assim mesmo. Eles um dia vão ganhar, nem que seja depois de alguns anos sem saber o que é vencer aquilo que alguns de muito boa vontade ainda chamam de clássico.

Os ditos titulares têm coisas mais importantes para fazer e o risco de uma contusão que os impeça de estar presente não ia fazê-los se esforçar.

Sabendo disso, eu teria escalado a molecada do time B, ainda com 100% de aproveitamento na temporada. Não tenho dúvidas que os guris iriam se esforçar mais e vocês vão concordar que diante desses times decadentes não precisa muito mais que isso para vencê-los.

No caso específico do florminense sua reputação já virou o fio faz anos, mesmo com alguns poucos triunfos, sua história tem sido vergonhosa. Há muito que seus resultados esportivos já perderam valor restando como única alternativa para se manterem vivos, recursos extra campo acarretando vergonha ao esporte como um todo.

Mas eu sou Flamengo e não tenho nada a ver com a falta de vergonha e seriedade de outras agremiações. Sendo assim, voltemos ao jogo e ao cenário que se apresentou desde que conquistamos, NO CAMPO, nosso NONO Título Nacional.

Mesmo com toda desimportância da partida, tivemos uma excelente notícia, a se confirmar nos próximos compromissos. Carlos Eduardo deixou de ser titular absoluto e essa notícia, mesmo sucedida de uma derrota, é para nos deixar muito satisfeitos.

Mas quando já estava começando a pensar que voltaríamos a jogar com 11, surge a nulidade do tal do “Elegante” Erazio.

Nem vou me preocupar se escrevi o nome certo.

Ele errou em todos os gols que levamos chegando a errar duas vezes no terceiro sendo assim, não vai achar ruim se eu errar ao escrever seu nome.

Não posso julgar o cara por 1 ½ partida, mas um profissional de futebol que é expulso na estreia e é responsável direto por 3 gols tomados na outra é para preocupar qualquer torcedor, por mais otimista que seja.

Se Jayme insistir com esse rapaz, voltaremos a jogar com 10. Isso não seria problema, já estamos acostumados a jogar com menos um no meio e ataque, mas jogar com menos um na zaga é pedir muito para os fortes corações Rubro-Negros e São Judas Tadeu.

Aos ansiosos, não sejam tolinhos, estudem o cenário, analisem nossos compromissos e vejam que essa derrota nada significa diante do que está por vir.

Deixem as meninas de laranGayras se rasgarem de felicidade, relevem se amanhã a Arco-Íris safada, fétida e mal vestida soltar a franga. Nós que somos um time grande e sério, precisamos nos ater ao que realmente interessa.

Até porque, o André Santos foi escalado e isso ...

Saudações.


06 fevereiro, 2014

BOAS NOVIDADES?


Mulambada,

Por conta de um curso vi o jogo tipo meio à meio.

Um tempo ao vivo pelo PPV e o outro gravado da mesma fonte, quando voltei para casa.

Moça Bonita?

Nem pensar! Nada contra é que além de ser longe é muito quente.

Muito quente o catzo! Estava mais quente ainda. Sensação térmica de 50º não é mole não. Deve dar para fritar ovo no asfalto e os miolos da cachola. Isso na sombra. Imagina na arquiba do estádio sem sombra.

Só maluco!

E por isso considero os pouco mais de 1000 Mulambos os heróis da tarde. Esses sim são os verdadeiros Rubro-Negros.

Jogo morno que começou como sempre. Mengão pressionando botando os caras da Vista Boa na roda. Perdemos alguns gols e como rege a máxima, “Quem não faz leva”, tomamos logo dois em falhas da defesa. Mais precisamente João Paulo.

Gosto dele, é um bom reserva. Forte, voluntarioso, ganha menos e corre mais que muito merdalão que tem encostado no nosso meio de campo.

Mas que ele falhou, falhou.

Depois disso as coisas voltaram novamente ao normal. Sacudimos os caras mesmo eles aprontando algumas em bobeiras de nossa defesa e Felipe teve de fazer algumas defesas difíceis.

Bobeiras que podem ser atribuídas ao calor fritando o pouco de cérebro que nossos come-dorme têm. Mas que nosso Mestre Jayme não bobeie e trate de fazer nossos “craques” cuidarem melhor de nossa cozinha, pois na Liberta não vai ser essa moleza não.

Por falar no Jayme, gostei da entrevista que ele e o Cantarele deram para a TV Fla. Mostraram seriedade, humildade, confiança e união. Conhecimento de futebol nós já sabemos que eles têm. Todos são atributos necessários aos bons líderes.

Sem oba-oba! Os caras me deixaram tranquilo.

Claro que foi uma entrevista papai e mamãe e aquela moreninha gostosinha não perguntaria o que todo mundo quer saber:

“Por que o Carlos Eduarda ainda é titular?”

As atuações de Mugni e Leo mesmo que sem muito brilho, foram dignas de quem pode vestir o Manto. Claro que isso pode mudar, mas pior do que uns que temos lá de titular não serão mesmo.

Mesmo com o calor Mugni correu o tempo todo, se mostrou como opção em vários pontos do campo e com a redonda nos pés fez das suas. No final do jogo deu uma bela pancada de esquerda em seu único chute à gol. Leo foi mais discreto porém fez o dele.

É o segundo estreante que marca.

Gabriel fez o dele e parece que Alecgol se livrou da inhaca de suas duas experiências anteriores e meteu logo 3 pra confirmar. Com isso, divide a artilharia do certame com nosso titular.

Parece que esse ano acertamos mais que erramos nas contratações, que se der liga seremos um elenco forte e nossas metas poderão ser mais auspiciosas.

Mas não se iludam, esse é o Carioqueta safado de sempre e apesar de nossa inconteste superioridade técnicasocialfinanceira, meter cinco em dois jogos seguidos pode não significar nada. Quero ver como vai ser lá nas alterosas do México.

Só a partir da estreia na Liberta é que poderemos fazer uma avaliação mais precisa desse elenco.

Enquanto isso, na falta de adversários melhores, vamos continuar treinando para manter a liderança, nossa invencibilidade, artilhariaS e tudo o mais que vier.

Saudações.


02 fevereiro, 2014

SERÁ?


Mulambada,

Foi normal?

Foi surpreendente?

Ou eles é que são ruins mesmo?

No começo tomamos um calor dos caras, nada fizemos e ainda eles perderam um pênalti. É galera, a coisa não estava Preta e Vermelha, o jogo não estava mole e, mesmo teoricamente inferiores, os caras estavam mordendo muito.

E nossos come-dorme justificando seu “apelido”.

Mas em um lançamento MAGISTRAL de nosso cracaço e Cabeça de Área, deixou Leo Morto em condições de cruzar rasteiro para Elano que só encostou para Hernane meter seu primeiro gol do ano.

Não demorou muito e Elano em outro lançamento deixou Paulinho na cara do goleiro que chegou primeiro. Mas a bola caiu no pé de nosso cracaço e Cabeça de Área, que em um toque lateral para Carlos Eduardo, deixou Hernane na cara do gol para marcar o 2ª.

E eles voltaram a pressionar. Tanto fizeram que o deles saiu em minutos. Excelente jogada de um deles, em que matou a bola já dando uma meia lua em André Santos, outra no estreante Erazo e um drible desconcertante em Wallace que vinha cobrir os dois tontos. A bola sobrou para outro deles que tocou para um terceiro meter a redonda no filó.

Logo depois, Leo Moura deu um come em um, estourou com outro, driblou um terceiro duas vezes e lançou rasteiro para Elano chutar. A redonda bateu em um defensor e caiu milagrosamente nos pés de quem?

El Brocador que vai pedir música.

No segundo tempo Gabriel, que vem entrando muito bem; em uma arrancada driblou dois, um deles duas vezes, e tocou para ele...

El Brocador para assumir a artilharia do Campeonato.

Minutos depois outro deles, entrou pela esquerda, driblou Leo Morto, a bola bateu em Wallace voltou para ele que, em um tiro cruzado e sem defesa, fez o segundo.

Jogávamos bem, com algumas poucas, mas preocupantes, falhas. Até que no final do jogo, Negueba, após curto lançamento de nosso cracaço e Cabeça de Área, arrancou pelo meio, foi fominha e chutou, na saída do goleiro que se jogou só para sair na foto.

Ah! Pensaram que ia esquecer do Carlos Eduardo? Ledo engano.

Vou ser lhano. Eu que torcia para ele dar certo vestindo o Manto, perdi a paciência. Lembram-se do lance do segundo gol? Pois é, o cara não esperou o final da jogada e deu as costas exatamente na hora em que Elano tocou para ele fazer. Sorte que depois dele estava lá o incansável Brocador que, como bom Rubro-Negro, vai em todas.

Não tenho a menor dúvida que Carlos Eduardo perdeu a vaga para o Gabriel exatamente nesta “jogada”. Não participou de nada. Em um jogo de 5 (CINCO) gols um meia atacante não pode deixar de participar ao menos em um deles.

Não é possível que a comissão técnica, diretoria, ou sei lá quem manda, ainda vai insistir com Carlos Eduardo.

O cara além de não ter sangue nas veias agora deu para virar as costas no meio de um lance capital.

E se fosse no fim de um 0 x 0 na final da Liberta onde só a vitória nos desse o título?

Foi caro, muito caro trazer esse cara para o Ninho do Urubu. Está bem claro que ele não tem jeito para defender nossas vitoriosas cores.

Tudo ótimo, tudo certo, já vínhamos jogando com menos um há muito tempo, até fomos Tricampeões da Copa do Brasil do ano passado jogando assim, mas agora a brincadeira é outra é pra gente grande, não podemos nos dar ao luxo de jogar com dez.

Que quem manda veja o que ninguém deixou de ver e coloque o menino Gabriel de titular.

Foi um bom jogo, disputado e com certo grau de emoção. Acho que se continuar a evoluir dessa forma teremos muitas alegrias em 2014.

È a tal história do biscoito:

Ainda é cedo para afirmar se o Flamengo está evoluindo ou, como há anos, os demais é que não são páreo.

Saudações.