29 julho, 2013

O DEDO DO MANO


1º TEMPO FUTEBOL?

Mulambada,

Nada de movo?

Pois é, faz tempo que não vejo algo parecido. Talvez na decisão da Copa das Confederações, na vitória contra a poderosa Esquadra Espanhola em que jogamos com muita gana, sorte e pouco de futebol.

Ontem foi o mesmo, guardando-se as proporções é lógico, estou falando da comparação da Espanha com nosso pseudo adversário de ontem; registre-se.

Não sei se já repararam que pouco escrevo sobre o adversário em meus textos. Só o faço quando há algo merecedor de elogio ou crítica extremos no mais, a mediocridade dos outros passa por aqui batida. Eles que cuidem de seus problemas ou promovam suas escassas alegrias.

Isto posto, não vou falar nada sobre o primeiro tempo, pois o Flamengo só esteve em campo na segunda metade dos 90 minutos regulamentares e acréscimos. FATO!

Entramos no jogo com Adryan e Hernane que se tornaram as gratas surpresas deste nosso reencontro com nossa ex-casa.

Ex-casa?

Sim meus caros, fizeram uma reforma que não pedimos e depois, sem mais nem menos tiraram nossa posse que há muito adquirimos com Raça, Amor, lágrimas, suor e paixão. Depois, entregaram em uma das maiores molezinhas da história, para meia dúzia de ratos que de tão insignificantes nem sabem o que fazer. Desde as negociações com os principais responsáveis por encher aquela baiuca até a venda dos ingressos todas as ações passam ao largo do tão bostejado profissionalismo Padrão FIFA.

Os dois entraram e mudaram todo o panorama do jogo e nosso futuro na partida. Com uma melhor saída de bola e consequente domínio da região central do campo de batalha os demais pernas de pau, contagiados pelas forças emanadas pelo Manto Sagrado e a parte da Nação que se fez presente, obtiveram sensível melhora em seus desempenhos.

Com exceção ao Leo Morto que definitivamente não sabe mais qual é o caminho para a linha de fundo. É grande a dificuldade deste rapaz, mesmo este sendo uma simples reta. Acho que nem com bússola ou GPS. É um caso perdido. Renato Canelada e Ibson eram mais efetivos.

E o Elias?

Ora meus caros o cara deixou de ser surpresa faz tempo. O cara é o Cara do time. No par ou impar é o primeiro a ser escolhido. Não há mais o que escrever a não ser redundâncias, mesmices e pleonasmos.

O cara desarma, inicia contra ataques, lança, erra poucos passes, parte pra cima com a bola, tem raça e ainda por cima faz gol! O que vocês querem mais que eu escreva? Só falta ele agarrar um pênalti. Se ele tivesse mais um pouco de futebol seria um cracaço de bola.

O Cara, mesmo torcendo por outra agremiação, honra o Manto mais que muitos que se dizem Flamengo. Não sei quanto a vocês, mas só isso bastaria para mim.

Eu não vi, tenho mais o que fazer, mas deve ter pedido música naquele programa de fim de domingo. O Cara não só fez gol como fez 3. Tem gente que ganha, muito e em dia só para isso e não fez unzinho sequer. Aliás, não faz há um bom tempo.

Considerando o cenário do atual futebol brasileiro onde os que fazem diferença têm mais de 35 anos e as jovens promessas são escassas, gostei de como o time se apresentou ontem. Vamos torcer para que este enfim seja o início de uma efetiva evolução mesmo que venhamos a oscilar como disse o Mano após o jogo.

Os pseudos adversários foram superiores no primeiro tempo? Sim, mas no segundo nossa superioridade foi bem maior. Isso não ganha jogo é verdade, mas pode ser um indício de que o famoso dedo do Mano está surtindo efeito. Após o jogo fiquei com duas dúvidas:

“Se o Adryan e o Hernane entrarem no início do próximo jogo renderão o mesmo?”

E

“No primeiro tempo, onde o Mano enfiou o dedo?”

Saudações.


22 julho, 2013

A BOA NOTÍCIA

"Aí meu Deus, a bola! Que mêda!"

Mulambada,

O que escrever que já tenha sido escrito?

Sai jogador, entra jogador e a situação permanece a mesma. O cara que joga bem um jogo some no outro. Aí vem um novo que joga bem em um jogo, mas também some no outro e assim vamos, aos trancos e barrancos atrás daquele que tem sido nosso objetivo maior nos últimos sei lá quantos anos, não cair.

Não me falem de 2009, o ano do Hexa. Aquele ano foi uma exceção que dificilmente acontecerá novamente.

Faz tempo que passamos quase todo ano atrás dos míseros 45 pontos que nos permitirão correr atrás dos mesmos 45 pontos no ano seguinte.

Olho para a tabela desolado e até os vices que estão numa merda de dar gosto estão em posição melhor. Sei que é temporário, afinal eles deixaram de ser parâmetro faz tempo, mas que dá uma dor de corno isso dá.

Com todo respeito aos azuis, a quem endosso quase todas as ações, principalmente aquelas com a intenção de dar credibilidade e por ordem na casa, mas está ficando complicado. Fizeram várias contratações e nenhuma deu certo. Não me venham falar de Paulinho que só sobressai porque os outros são nulos.

Os moleques da casa estão no mesmo ritmo. Ontem foi o Adryan que sobressaiu, outro dia foi o Nixon, já foi o Rodolfo. Quem se lembra do Luiz Antônio? Quem será o próximo?

Fora o Adryan, ninguém jogou bem. Esse negócio de que o time está arrumadinho em campo devido ao dedo do Mano é conversa pra boi dormir. É coisa de comentarista (desculpe aê Junior) que não pode falar a verdade, pois se pudesse ia dizer com todas as letras:

“O jogo está uma bagunça, os dois times são muito ruins!”

Mas eles não podem dizer a verdade se não você desliga a TV. Eles têm que te enrolar.

Não sofremos ameaça? Claro! É porque também não ameaçamos, pois quando ameaçamos é quase inevitável que a cozinha fique desguarnecida em algum momento. Quando tínhamos a bola não sabíamos o que fazer com ela. Era toque pro lado, para trás ou balãozinho na área dos inimigos. Lançamentos? Vocês estão de brincadeira. Tudo chutão pra frente e o atacante(?) que se vire. Nos raros momentos em que tentávamos uma jogada mais incisiva dava merda. Os caras que passam a semana toda treinado e vêm recebendo a mariola em dia, erravam todos os passes.

E para variar, levamos um gol de um ex-Flamengo.

Vamos combinar que essas palhaçadas têm que parar de acontecer. Com todo respeito aos que já vestiram as cores Vermelho e Preto, principalmente os que as honraram.

Alguém tem que avisar pros chinelinhos lá da Gávea que se o jogador saiu, virou inimigo. Não tem essa de amiguinho. Dentro das quatro linhas o que vale é o Manto Sagrado e quem está dentro dele. O resto é o resto e ponto final. PORRA!

Depois do jogo pode chamar pro churrasco, puxar o saco e o que mais desejar, mas na hora do jogo tem que virar homi.

Nesse cenário que inspira tristeza, pelo menos uma boa notícia, pior do que está não vai ficar.

Será?

Vamos pegar o pessoal da carrocinha em nossa volta para casa. Vai ser uma parada duríssima, mais pelas nossas deficiências do que outra coisa.

Saudações.



17 julho, 2013

ESTÁ FEIA A COISA


Mulambada,

Coisa horrorosa!

Depois de uma boa apresentação no domingo esperava que esse jogo fosse ao menos razoável como o anterior, mas está difícil.

Não entendo como isso pode acontecer. Não se trata de cornetagem pura e simples, mas sim de querer ver ao menos o mínimo de futebol.

Não foram poucas as vezes em que me pego imaginando o que comentaristas como Junior estão pensando quando veem uma coisa como esta.

No caso dele, sabemos o craque que ele foi e a estirpe técnica dos que estiveram ao seu lado tanto no Mais Querido como também na selecinha e fico com pena quando o vejo ter de comentar essas peladas. Mesmo recebendo uma fortuna, o que não deve ser o caso, ia ser complicado.

É um verdadeiro bunda lê lê onde ninguém é de ninguém.

Passe deixou de ser entregar a redonda em boas condições ao companheiro de time, para se transformar apenas no ato de se livrar da mesma.

Matar a bola há muito deixou de ser amortecer a gorduchinha para passar a ser literalmente matar todas as pretensões de na sequência deste ato sair coisa que preste.

Houve um momento em que Junior disse:

“Falta uma cabeça pensante, os que estão aí (em campo) são apenas corredores.”

PORRA! Isso é futebol ou atletismo?

Não podemos dizer que ele está exagerando, pois cabeças pensantes era o que mais tinha nos times em que ele fez parte. Ele era uma delas. Hoje quando o time tem uma já é um milagre.

Neste jogo, como em muitos outros, não tínhamos nenhuma. Elias foi o cara de ligação isto porque o único que pode ter miolos que possibilitem sê-lo foi poupado. Gostaria de saber o motivo disso já que Cadu, dos chamados titulares é o que menos joga; não pode estar cansado.

E ele precisa jogar e assim pegar ritmo de jogo.

Em certos momentos eu até consigo ver na intenção de alguns, boas jogadas, mas lhes falta técnica futebolística para a efetiva realização das mesmas. E elas acabam tornando-se sonhos irrealizáveis.

E conseguimos fazer um gol aos 44 minutos de jogo. Elias de letra. A jogada toda até que foi bonita, mas não podemos entrar em campo e fazer apenas uma jogada na eternidade de 45 minutos mais acréscimos; ainda mais jogando contra o valoroso Asa de Arapiraca.

É brincadeira?

Aos 12 do segundo tempo, por incrível que pareça, eles empataram.

Melhor distribuídos em campo, eles jogavam melhor e ameaçavam mais. Consequência da maior posse de bola. O Flamengo limitava-se a correr atrás da bola e cruza-la infrutiferamente sobre a área inimiga em um retrocesso inesperado.

Injustamente, diga-se de passagem, Moreno em uma bela roubada de bola do novato e esforçado Bruninho, fez o segundo gol em um belo voleio.

E além dos 3 minutos de acréscimo, foi só.

Passamos às oitavas.


15 julho, 2013

PERSISTE A DÚVIDA...


Mulambada,

Enfim fechamos com o Consórcio do Bolha. Sim, agora o Flamengo vai voltar ao pedaço de terra que lhe pertence por direito. Direito adquirido pelas conquistas obtidas e pela presença constante da Nação.

Se fossemos um povo sério, seria como usucapião.

Após longa novela em breve iremos voltar a mandar nossos jogos no Maraca que absurdamente será gerido pelo consórcio do Eike.

Tenho minha opinião sobre esse assunto e, se tiver saco, um dia volto a escrever sobre. Por hora, fica só o registro de que não concordo com essa molezinha que deram pro Bolha.

O assunto a ser tratado hoje é outro, o jogo de ontem.

Não estava ansioso, nem reticente. Afinal faz tempo que esse ex-clássico deixou de merecer a alcunha de Clássico dos Milhões.

Por falta de oponente descente o Flamengo hoje é o Sócio Majoritário dessa bodega e o Sócio Capitalista, pois ha muito que a Nação banca “aporratoda” sem um único subsídio do BNDS ou outras autarquias acostumadas a desordem de só sustentar vagabundos, atravancando o progresso.

Como pode neguim ter ordem se não se tem progresso? Ou vasco-versa.

Com exceção aos primeiros minutos, quando ainda estava me arrumando na poltrona, todo o primeiro tempo foi uma tremenda novidade. Cheguei a perguntar quem eram os jogadores em campo, mesmo vendo que fisicamente pareciam ser os mesmos.

O time estava irreconhecível.

Olhava para a televisão e não conseguia entender o que estava acontecendo. Via os mesmos pseudos jogadores de sempre agora se comportando como profissionais que há muito recebem seu alto salário em dia.

Estavam concentrados, quase não errando passes (apenas 27 em todo o jogo) e fazendo uma marcação descente em 80% do campo. Todos jogavam bem tanto atacando quanto defendendo. Cadu enfim organizava as jogadas no meio de campo muito bem assessorado por um Elias inspirado. Carceres bem no desarme e nos poucos avanços que tentou. Paulinho se apresentava nos espaços vazios e não foi raro ver Moreno, que estava bem na frente, aparecer na defesa ajudando a turma da cozinha nos poucos ataques do inimigo.

E os da cozinha jogando como nunca vi. Estavam seguros. Felipe assistiu ao jogo.

Não foi a primeira vez que vejo o Walace avançar e foi exatamente em uma dessas jogadas que se iniciou a bela jogada do único gol da peleja. Paulinho.

A galera já ficou animadinha e já tem neguim dizendo que esse progresso é consequência do dedo do Mano.

A turma do outro lado sem opções isolava a redonda para o lado em que o nariz apontava e nosso meio de campo ganhava quase todas as segundas bolas. Não foram poucas as vezes em que nossa marcação à partir da intermediária deles, recuperava bolas preciosas iniciando contra ataques perigosos que só não se convertiam em gol devido a precipitação de alguns ou por  pura falta de sorte.

Foram 15 finalizações, um número bastante superior ao dos jogos anteriores.

Mais morno, veio o segundo tempo. Diante da inoperância dos caras do lado de lá, Mano resolveu meter o dedo novamente. Tirou Cadu que vinha muito bem (registre-se que esse muito bem significa apenas que ele melhorou um pouco em relação ao que vinha jogando e como não vinha jogando nada, daí o muito bem) foi substituído por Nixon que desta vez, ao contrário do jogo anterior, pouco fez. Val entrou no lugar de Gabriel e manteve seu scout particular, ou seja, mais uma vez errou tudo.

Rafinha quando entrou no lugar do autor do gol eu falei:

“Vamos lá Rafinha, foi em cima desses perebas que você fez seu nome, vê se repete!”

Não adiantou, ele foi o Rafinha.

Mesmo assim, continuamos mandando no jogo e nas demais instalações do futuro Elefante Branco da Capital Federal. A Nação esteve presente em maioria absoluta e foi perfeita. Merecia mais gols.

No final das contas, valem os 3 pontos de nossa 2ª vitória no certame.

Foi um bom jogo no primeiro tempo, eu diria excelente se compararmos com as últimas 257 peladas que fomos obrigados a assistir, mas é preciso baixar a bola e aguardar outros 90 minutos ou mais para enfim sanamos a persistente dúvida:

“O time está evoluindo ou os vices é que são ruins mesmo?”

Saudações.



11 julho, 2013

DE BOM MESMO . . .



Mulambada,

Muito ruim!

Do início, passando pelo meio e até o fim, foi uma pelada de dar dó.

A escalação me pareceu boa. Não a defesa, que não temos melhores opções, mas do meio campo pra frente eu estava animado.

Carceres, Val, Elias e Paulinho, considerando o que temos disponível, parecia ser um meio de campo leve e ágil que junto com Adryan e Marcelo Moreno na frente poderiam produzir algo.

Nem tanto pelos que vinham jogando ou pela entrada de Val, mas sim pela entrada de Adryan.

Não posso ter certeza, mas de todos os moleques da Gávea Adryan me parece o de melhor futuro e quando ele joga torço para que enfim mostre serviço. Mas isso não acontece. Foi assim com nosso melhor jogador de todos os tempos, temos de ter paciência.

Os números do scout, mostravam que estávamos sendo eficientes. Também contra o Asa de Arapiraca!

Se fosse diferente, seria muita incompetência. Com todo o respeito aos bravos jogadores daquela parte do nordeste, mas não se pode esperar muito de times de pouca história e expressão que sobrevivem, só Deus sabe como no interior desse imenso Brasilsão movido a Bolsas Assistencialistas.

Mesmo assim, conseguimos fazer uma apresentação pra lá de ruim. Acho que a pior dos últimos jogos.

O miolo da zaga estava mais perdido do que sempre, sorte que era o Asa de Arapiraca. Mesmo assim Felipe fez defesa milagrosa no primeiro tempo. Os laterais péssimos, nem merecem comentários. Val errava tudo que tentava, Elias o acompanhava nessa árdua tarefa, Paulinho e Adryan, esse o menos ruim, jogavam mal. Perdeu um gol logo no início e nada mais que mereça comentários.

Como exigir algo de Marcelo Moreno com essa assessoria tosca. Ele não é nenhum craque, mas mesmo se fosse...

Mas estávamos com sorte, ou melhor, o Mano está com sorte. Escolheu dentre os doze que, pela nova regra da Fifa, tinha no banco, o esquecido Nixon e o cara fez tudo certo. Duas ou três boas jogadas, roubou uma bola perdida que resultou no passe para o primeiro gol, de Marcelo Moreno e fez o segundo ao receber o passe do mesmo Moreno.

E foi isso, tirando o rompante de Nixon que só Deus sabe quando se repetirá, de bom mesmo só a QUASE certeza de passar para a próxima fase.

Precisamos de vitórias, nem que como essa no Brasileiro.

Saudações.



07 julho, 2013

MUDA TUDO E NÃO MUDA NADA



Mulambada,

Como sabem estive fora em uma viagem até o Uruguai e desde o dia 8 de junho passado que não consigo acompanhar como deveria os passos do Maior de Todos. Mas entre uma parada e outra por esse sulzão do Brasil e centro leste do Uruguai consegui ler alguma coisa na internet.

Li que estamos no terceiro técnico no ano. Agora é o Mano Menezes, o sonho da atual diretoria. Não acho que foi uma má contratação, ao contrário, mas não adianta nada você botar o melhor técnico do mundo (não é o caso, diga-se de passagem) se não dá bons jogadores para ele trabalhar. Ninguém faz uma boa comida com ingredientes vagabundos o máximo que se faz é uma coisinha gostozinha pra tapar o buraco que a fome faz no estômago.

Com o futebol não é diferente.

Sendo assim, teremos de esperar a janela do meio do ano fechar para ver com que ingredientes o Mano vai poder contar.

Mandaram o Renato embora e antes de eu sair já haviam mandado o Ibson. Acho uma decisão acertada só não acho que era o momento. O que temos não é time para vestir o Manto Sagrado, isso é fato.

Faz tempo que as diretorias tentam contratar bons jogadores para nosso elenco. Já escrevi aqui que nesse tempo contratamos vários artilheiros de Campeonatos Brasileiros e outros tão badalados quanto e nenhum deu conta do recado como esperado. Souzas, Obinas, Luluzinhas, Tutas, David, Hernanes, Carlos Eduardos e sei lá mais quantos outros. Nada deu certo.

Alguns até fizeram uma graça e com a ausência de coisa melhor fomos nos acostumando com o que tínhamos e hoje nosso padrão de qualidade tornou-se rasteiro.

Não é difícil ouvir ou ler que o time do Flamengo é bonzinho e para o que nos propomos esse ano, devido a atual situação financeira, dá.

Eu também pensava assim, mas agora, depois de nossas desastrosas atuações é fato que dá “porranenhuma”. O time é ruim e ponto final. Claro que não estou considerando nesta avaliação a garotada que ainda está verde, mas o resto? Ora meus caros o resto só tem jogador bonzinho e jogador bonzinho não é jogador para vestir o Manto.

Reformaram o Maracanã e deram de mão beijada para meia dúzia de empresários. Mas a culpa não é deles! A culpa é de quem fez o Edital que ou são um bando de incompetentes que não amarraram as premissas do futebol do estado e o deixaram em segundo ou até terceiro plano ou são uns safados vendidos que vergonhosamente se beneficiaram da coisa pública. Não há outra opção e em ambos os casos devem ser presos e terem seus bens confiscados a fim de pagar o prejuízo do mau negócio.

E o Mengão deve sim manter o pé firme nas negociações com o Consórcio “vencedor”, pois é dos envolvidos o único que tem condições de encher aquela baiuca mais de uma vez por mês. Se o Consórcio não ceder, continuamos a jogar em Brasília ou outro elefante branco qualquer e partimos para a construção do nosso estádio. O que já deveríamos ter feito há muito tempo.

Foram mudanças importantes todas com impacto direto em nossa performance dentro das quatro linhas.

O último jogo não foi diferente. Alguns jogadores reclamando das viagens devido a falta de estádio. Eles não conseguem ver que essa aproximação com a parte da Nação distante da cidade Maravilhosa serve para consolidar nossa presença em todo o território nacional e que nessas oportunidades, boas apresentações vão trazer benefícios não só ao Flamengo como a eles mesmos e por isso deveriam se esforçar bem mais do que estão fazendo.

Iniciamos a partida em um estádio lotado com mais de 40 mil torcedores ávidos em ver o Mais Querido em campo.

Foram não sei quantos dias treinando com o novo treinador. Fizeram até um amistoso com um pseudo grande time a quem derrotaram a muito custo e pouco futebol.

E mesmo assim não jogaram nada. Fomos totalmente envolvidos em grande parte do primeiro tempo período que fizemos, injustamente, um gol.

Depois melhoramos um pouco, mas a falta de um item essencial, fazia do evento uma das coisas mais horrorosas que vi nos últimos tempos.

Não é possível que ninguém consiga ver que sem futebol não há como ter futebol?

Fizemos o segundo e mesmo sendo um jogo ruim estávamos em fim vencendo e olha que o Marcelo Moreno perdeu um pênalti absurdamente mal batido.

Entretanto, não durou muito. A defesa, sempre ela, dormiu no ponto e eles empataram.

Justo, resultado justíssimo, não há o que reclamar.

Ou seja, muda tudo e não muda nada.

Saudações.