30 maio, 2013

LUTO


Mulambada,

Não vi o jogo e pelo jeito, não perdi nada.

Sabemos que tudo é possível quando estamos em processo de reconstrução, vitórias inesperadas e derrotas impossíveis.

Temos um time em formação. São meninos vindos da base, misturados com outros jovens vindos de fora e jogadores experientes, mas de pouca técnica. Um técnico com pouca experiência, mas com o sangue Rubro-Negro correndo nas veias.

Não é uma mistura para dar resultados de imediato. Essa fórmula é mais do que conhecida e por estarmos justamente no meio disso tudo temos de ter paciência com os acontecimentos. Altos e baixos fazem parte do processo de crescimento e criação de um time vencedor.

Ora, vai se ferrar!

Sei disso tudo e não discordo de uma única palavra escrita aí em cima, mas perder para a desconhecida Ponte Preta é muito para minha paciência.

Levar um gol, demorar para empatar, mas ao menos empatar é o mínimo que se pode esperar desse time. Afinal, não somos mais um bando de perdidos atrás de uma bússola para achar o caminho de casa; acho.

Falta-nos técnica para colocar a bola dentro do gol, é fato, mas já estávamos conseguindo evitar os gols dos inimigos. Renato Santos e Gonzáles, mesmo sem o auxílio de Leo Morto e Ramon, até estavam dando conta do recado.

Vão dizer que não estavam esperançosos com a pequena, mas sólida evolução?

Eu estava e ainda estou. Sim é verdade, acredito em nosso potencial, não para sermos campeões, mas sim para uma participação honrosa nesta temporada.

Mas perder para um time cuja maior façanha em sua história foi em 1977 perder um título regional para aquele que na época estava fazendo 20 anos de tentativas é muito sério.

Está certo que Jorginho tem sua parcela de culpa no vexame de ontem, mas não justifica tamanha vergonha.

Não! Não estou desmerecendo a Macaca, ela tem gravada na história do futebol brasileiro sua marca. Pequena mais tem. Entretanto, não pode ser considerada adversário à trazer grandes problemas ao Mais Querido, ainda mais este jogando em casa.

Mas foi o que aconteceu, perdemos três pontos que somados aos 5 da rodada anterior nos colocaram lá em baixo na tabela. Estamos em 16º lugar podendo ser ultrapassados por dois que estão abaixo de nós e não jogaram ontem.

A boa notícia é que estamos apenas na 2ª rodada, mas temos que tomar vergonha na cara se não isso poderá se tornar uma péssima notícia.

Outra má notícia é a batalha em que está envolvido nosso Mão Santa. Oscar, que honrou o Manto jogando basquete, trava uma luta séria contra um tumor no cérebro. Vamos torcer para que ele vença mais essa como o mesmo brilho com que fazia suas inúmeras cestas de três pontos.

Força Campeão!

E por falar em basquete, nosso alento é a fantástica participação de nosso time na NBB. Sábado será a final e ela se dará em casa. Os 17.000 ingressos vendidos deixam a lotação esgotada o que fará da arena um verdadeiro caldeirão.

Saudações.


27 maio, 2013

ATÉ BREVE!



Fala aí Mulambada!

Semaninha porreta essa, não acham?

Nos últimos meses estávamos todos envolvidos e ansiosos para conhecer o novo Manto na sua totalidade. Foi uma simples, mas tremenda jogada de marketing. As duas imagens liberadas pelo nossa parceira de glórias mil, durante a campanha deixaram a rapaziada na maior curiosidade. Não sei quanto a vocês, mas lá onde passo a maior parte do dia acordado até os que torcem pelos menores estavam na expectativa.

Confesso que ao ver a imagem que vazou no site sem vergonha fiquei apreensivo.

É sabido que o Manto Sagrado tem uma combinação de cores e História que impossibilitam ficar feio, mas como ninguém está livre de maus profissionais pode sim não ficar legal.

Todavia, ao chegar em casa na tarde desse último sábado, meu filho me recebeu já devidamente trajado e, sem exagero, meus olhos brilharam.

O Manto 1 ficou muito maneiro!

O vermelho ganhou vida, as faixas pretas descontinuadas nas laterais (meu receio) ficaram ótimas, a manga com as três listras deram classe ao produto e o CRF bordado em branco sob a estrela bordada em ouro formam um conjunto sinistraço.

Subi correndo, para vesti-lo após o banho.

À noite fui comer uma pizza em traje de gala. Não houve um par de olhos que deixou de ao menos dar uma olhadela de esguelha. Dava para sentir uma pontinha de inveja em alguns, prevendo o quão potente seremos.

Os Azuis junto com nossos parceiros estão fazendo um ótimo trabalho com os sentimentos da Nação. Pelo menos para mim está sendo contagiante. Usar o Manto, seguir e falar do Mais Querido está voltando a ser gratificante. O orgulho é latente e facilmente identificado no olhar dos correligionários mais tímidos ou nos comentários dos mais animados.

Vamo que vamo!

E nessa onda de boas notícias, a turma do basquete está dando aula de como honrar o Preto e Vermelho. Não são só vitórias, mas as derrotas são vendidas sob muito sangue, suor e lágrimas e por causa disso estão onde estão, no topo da cadeia alimentar do bola ao cesto.

E para finalizar a semana, em fim o Manto estreou. Sabemos que não foi uma atuação de gala afinal, nosso time, como todo o Mengão, ainda está em fase de reestruturação. As feridas deixadas são profundas, precisamos de tempo e coragem para colocar tudo em dia.

Mesmo assim, foi um bom jogo, botamos o adversário no bolso, tirando deles toda a possibilidade de trazer algum problema e ainda perdemos alguns gols que não precisávamos perder.

Nossa zaga está se arrumando e mesmo com Ramon e Leo Morto estávamos seguros. O meio de campo também arrumadinho fez das suas não só na proteção da zaga como com boas jogadas que os atacantes fizeram de tudo para desperdiçar.

A estreia de Marcelo Moreno me agradou. Parece que ele sabe jogar bola. Vamos ver o que o futuro nos reserva.

O que eu gostei de tudo isso foi a forma como entramos em campo. Decididos e com uma marcação consistente. Taticamente já é possível ver um padrão de jogo. Não há mais aquele bunda lê lê nem aqueles chutões sem direção que havia antes.

Não podemos esquecer que o adversário não é nem de longe sombra do tricampeão da Liberta que foi dar vexame lá na Catalunha, sendo assim, devagar com o andor.

Mais uma vez, mesmo sendo mando de campo deles, jogamos em casa e a Nação foi muito bem representada pelos candangos e demais que se fizeram presente. Estão de parabéns.

E por ser mando deles, era um jogo de 6 pontos. Deixamos 5 lá, numa tremenda injustiça, mas é do jogo. Vamos subindo devagar e sempre, 2014 está logo ali e tudo indica que vem com tudo.

Parece que havia uma despedida. Não entendi direito, mas tinha um carinha lá que a mídia fez de tudo para aparecer mais que o jogo, parece até que ele esteve em campo. Eu não vi, mas ouvi alguém dizer que ele gostaria de estar mais uma vez perto do Manto. Não entendi direito por que, afinal não faz muito tempo que ele esteve na presença da vestimenta esportiva mais bonita do mundo e tomou uma escovada de 5.

Deve ser saudades.


No fim, ele acabou ganhando um novinho em folha.

Mas rapaz, não se preocupe se você for capaz poderá estar frente a frente com o Manto Sagrado, mais uma vez, em dezembro de 2014.

Sendo assim, até breve.

Saudações.



21 maio, 2013

A CASA DA NAÇÃO?




Mulambada,

Ontem por necessidade da obra em que estou lotado, precisávamos definir método construtivo e materiais a serem utilizados nos vestiários que irão atender aos mais de 5.000 trabalhadores durante a vigência da concessão do estaleiro.

E daí Geraldo?

E daí que força do destino eu estava presente quando foi decidido que o melhor lugar para a pesquisa seria nada mais nada menos que o Estádio Mário Filho, o popular Maracanã ou popularíssima CASA DO FLAMENGO.

“Vai?”

“Claro que vou!”

Durante o trajeto as lembranças povoavam meus pensamentos. As inúmeras vitórias, poucos empates e raras derrotas não me deixavam prestar atenção no caminho. Acabei informando errado e em vez de subir o viaduto em frente a estação São Cristóvão do Metrô, passamos por baixo.

À esquerda o majestoso, ainda com suas feridas abertas devido as obras por terminar.

Mas ele estava lá, imponente cujas formas, mesmo que mexidas ainda carregam o DNA do maior de todos.

Um retorno também à esquerda, em frente a estação Maracanã do metrô e retornamos em direção à tradicional Praça da Bandeira, que nos dias de chuva é mais conhecida como Aquário Municipal.

Dobramos à direita e seguimos em direção à Rua General Canabarro, onde estacionávamos o carro nos dias de jogos. E foi em uma transversal que estacionamos ontem.

Fizemos a pé o caminho de sempre enquanto eu relembrava a multidão de Rubro-Negros trajando o Manto em romaria em direção ao Templo. Pais, filhos, pais e filhos, malandros, negros, brancos, azuis, amarelos, roxos, ricos, pobres e tudo o mais que compõe a mescla da Nação.

Consegui ver os inúmeros ônibus das torcidas organizadas entupidos de torcedores e bandeiras bicolores ao sabor dos ventos em Preto e Vermelho.

Entramos pelo antigo estacionamento de motos e seguimos por ali até atingirmos a rampa monumental por onde subia de peito aberto entoando os cânticos que embalavam a nós e aos jogadores nas noites de quartas ou quintas e tardes de sábados ou domingos.


E por ela subimos. Meus quatro colegas, dois que vieram comigo e os dois que nos guiavam. Eles iam à frente, conversando e trocando informações e eu, atrás, um pouco distante conversando com minhas memórias.

Via meus compatriotas vestindo o Preto e Vermelho de diversas formas, subindo e cantando. Alguns corriam, outros pulavam, outros tiravam fotos e todos sorriam ansiosos na expectativa do jogo.

Subimos todos juntos em harmonia até a metade quando lá de cima vislumbrei a Estátua do Belini. O jogador viceino mais importante e talvez único citado em nossa imensa História.


Citado apenas por estar lá, segurando a Taça Julis Rimet que meia dúzia de safados e sem noção surrupiaram dos frágeis cofres da CBF e derreteram para vender por ninharia.

É nessa praça onde a Nação se reunia antes de transpor os portões para serem teletransportados para a nave da felicidade.

Portões que daqui há poucos dias farão 33 anos, daquele 01 de junho de 1980, em que mesmo com o ingresso na mão tive de pular para poder assistir os 3 x 2 que fizemos na galinha mineira para conquistarmos nosso primeiro dos até agora  SEIS INCONTESTES campeonatos Brasileiros.

Continuamos subindo...

Até atingirmos o andar mais alto. A passarela de acesso aos degraus mais altos ainda em obras foi pouco visitada por mim. Entrávamos pela passarela de baixo.


Visitamos os banheiros, tiramos nossas dúvidas e o lado profissional veio à tona para detectar a qualidade e acabamento dos serviços feitos. Talvez pelo pouco tempo ou mesmo coisas que só acontecem no Brasil, o resultado técnico do que vi é muito ruim. Temos de considerar também a qualidade de nossa mão de obra que não é das melhores e os detalhes construtivos deixam muito a desejar na funcionalidade.


Frequento o Maraca desde meus 8 anos quando ainda acompanhava meu pai por essas bandas. Não foi difícil perceber entre outras coisas, que colocar os bebedouros no corredor de acesso aos banheiros foi uma tremenda burrice, assim com também o foi colocar os painéis fotovoltaicos (captam a energia solar) no teto da rampa de acesso inferior. São de vidro ou similar e servirão de alvo aos civilizados torcedores brasileiros.

O descaso com o dinheiro público é notado quando se vê o revestimento de pastilhas dos camarotes VIP sendo coberto pelo revestimento de madeira.

Outros detalhes de colocação de revestimentos mal acabados e a fragilidade de alguns materiais utilizados me fizeram ver que a manutenção vai ser frequente e dispendiosa.

As instalações me pareceram bem feitas, porém, é necessário um pé atrás para essa afirmação.

Espero sinceramente estar errado e com todo respeito aos profissionais que atuaram e ainda permanecem e considerando todo valoroso esforço desses arquitetos, técnicos, engenheiros e operários, eu não coloco minha mão no fogo.

Não me espantarei se em poucos anos verificarmos que teremos na cidade dois estádios interditados.

Não, não tirei fotos desses detalhes, achei que ninguém mereceria ver isso.

Vimos o que fomos lá para ver e começamos nossa visita.

Sim, o trabalho se transformou em visita sim! Garanto que você faria o mesmo. Ninguém iria perder essa oportunidade ainda mais os dois que estavam comigo que por serem de outro estado, nunca haviam estado lá.

Seguimos pela passarela superior, entramos nos bares que agora terão cozinha e em fim, após atravessar um vão, onde na última reforma foram instalados os camarotes, vislumbramos o gramado.


Eu estava exatamente na direção onde nos últimos anos assisti aos embates históricos do Mais Querido. Na quina da bandeirinha de corner, nas cadeiras amarelas entre a Urubuzada e a Flamanguaça.

Lindo! Verdinho, como um tapete, ainda sem as marcas de cal que dão moldura a “arte” da bola. As traves e os mastros das bandeiras de escanteio mostram a redução do campo; um pecado. Em volta da grama natural a sintética, outro absurdo.

As cadeiras coloridas em amarelo, azul, verde e branco, espalhadas pelos degraus formam um belo mosaico só superado pelo que a Nação montará brevemente.


A unificação dos níveis e inexistência de um anel inferior trouxe a ilusão de que o maior de todos perdeu volume e com ele o respeito mundialmente adquirido nos seus mais de 60 anos de vida.

A distância entre a torcida e o campo diminuiu e a Nação, com certeza, vai saber se aproveitar disso.

Descemos em direção aos camarotes VIP depois de passar pelo seu luxuoso acesso. Ali o acabamento é esmerado e o conforto latente.


O espaço destinado ao acesso e bar não fará falta, mas aquele utilizado nos camarotes e adjacências, aliado ao luxo levam a crer que o futebol deixará de ser do povo.

O reservado a Presidência da República é um escândalo em termos de espaço. Mais de 150 metros quadrados de área foram destinados aos que menos trabalham e mais gastam no pais.


Isso para a área coberta onde provavelmente serão servidos caviar, salmon e demais apetizes. Tudo regado ao melhor champanhe e/ou vinho francês.

E o povo comendo pão com mortadela.

Sem contar com a área da “varanda” onde ficam as cadeiras para assistir aos jogos.


Mais portas e circulações até chegarmos as cabines de televisão e de controle dos sistemas do estádio; ambos onde o luxo e conforto são o DNA. E como não poderia deixar de ser, a visão é ampla geral e irrestrita. Galvão Bueno e sua “enturrage” vão se esbaldar.

Descemos e chegamos ao auditório onde os técnicos e jogadores darão entrevistas após os jogos. De dimensões respeitáveis, muito bonito e confortável.


Mais duas portas e os vestiários. Modernos espaçosos e confortáveis. Com uma grande sala com grama sintética para aquecimento dos chinelinhos, muitos chuveiros e duas grandes banheiras de hidromassagem cada uma com capacidade para 4 deitados e dois sentados. Não sei como os jogadores farão para se acomodar ali.


De lá, após passarmos por um grande corredor, cinza e mal acabado, chegamos ao campo e ali as lembranças voltaram com força.


As recordações foram surgindo sem cronologia como um caleidoscópio de imagens e com elas inúmeras emoções.

Vislumbrei a Nação em êxtase com a entrada do time em campo e segundos depois formando o mosaico de 2009 uma semana antes da conquista do HEXA, com as palavras:

“A MAIOR TORCIDA DO MUNDO FAZ A DIFERENÇA”

Minutos depois a via enlouquecida com um dos muitos gols de Zico,

Em 1978, o cruzamento que culminou o gol de Rondinelli e a conquista do Campeonato Carioca;

A falta batida em 2001 por Pet em mais outra conquista Carioca;

As arrancadas e os riscos e rabiscos de Uri Gueller entortando as pernas dos laterais nas décadas de 70 e 80;

A alegria de Junior com os braços abertos como seu sorriso após aquele belo gol no Brasileiro de 1992;

O gol de Obina na conquista de nossa segunda Copa do Brasil em cima de nossos eternos vices em 2006.

A genialidade de Leandro desfilando dribles e cruzamentos para diversos gols importantes nas décadas de 70 e 80.

O Autógrafo de Zanata, então meu ídolo em meu primeiro Manto número 5, lá pelos idos de 1969;

As diversas defesas de Marco Aurélio, Renato, Cantarelli, Ubaldo Fillol, Raul, Zé Carlos, Gilmar e Júlio Cesar;

A simples elegância de Geraldo o Assobiador;

A técnica de Mozer, a simplicidade de Figueiredo, a elegância de Aldair e demais companheiros de zagas;

O histórico gol de Nunes que nos presenteou com nosso primeiro título nacional em 1690;

A Raça de Liminha, Reyes, Paulo Henrique, Rodrigues Neto, Buião, Caldeira, Rondinelli, Merica e Luizinho Tombo, entre muitos outros que mesmo sem muita técnica ou quase nenhuma, honraram o Manto Sagrado;

As jogadas, passes, jogadas pela ponta esquerda e o terceiro gol de Adílio no Brasileiro de 1983;

A cadência de Andrade e o sexto gol devolvendo em 1981 uma injustiça...

Quando acabei de tirar essa foto, da trave onde tremem os goleiros rivais por estarem de frente para a Nação...


“Geraldo! Vamos!”

A volta a realidade veio com uma ponta de saudade, outra de tristeza e a certeza que em breve esses momentos se repetirão em progressão geométrica dando números frios da matemática a essa imensa paixão.

Com isso, retomei velhos conceitos e, corroborando o último post no Urublog, de Arthur Muhlenberg, nas palavras de Pedro Trengrouse, de que mesmo com a volta do Maraca, o Flamengo precisa ter o seu estádio.

Saudações.


16 maio, 2013

UMA VEZ MAIS EM CASA




Mais uma de nossas inúmeras casas espalhadas pelo território nacional, Juiz de Fora é uma cidade bastante interessante. É um de meus destinos quando resolvo fazer um passeio de moto só ou com amigos.

Sem muitas atratividades a não ser o simpático e acolhedor povo mineiro, as mineiras, o tutu com carré e couve e o curioso fato de apesar de pertencer ao território de Minas Gerais a maioria de sua população não torce por times deste estado. Sendo assim, a maioria deste não poderia ser diferente do resto do Brasil, é Flamengo.

Fato que pode corroborar para considerarmos Juiz de Fora como uma gratíssima extensão do Rio de Janeiro.

Ontem fez dois dias que esses duplamente felizardos vêm sendo prestigiados com a presença de nossos futuros craques que, nesta noite de quarta feira tiveram uma atuação perto do ridículo no hoje um dos estádios de maior capacidade de público disponíveis no “estado”.

Está registrado nas valorosas páginas de nossa História, foi nesse estádio que realizou-se o último jogo oficial de Zico no Mais Querido, quando marcou um golaço de falta.

Depois, em sua despedida dos gramados, o Galo meteu 3 dos 5 gols que, sem dó nem piedade, fizemos  o pessoal lá de LaraGayras engolir.

Outro fato também que ajudou a engrandecer esta quarta feira foi a divulgação de mais um pedaço de nosso futuro Manto Sagrado número 1. A manga predominando o vermelho com as características três listras em preto do fabricante, junto com o escudo divulgado anteriormente nos faz vislumbrar que o produto final ficará nada menos que sinistro!

Cabem aqui duas ressalvas. A primeira é: Por que a divulgação não foi feita pelo site oficial? E a segunda: Por ter sido divulgada através do globo.com, pode ser mais uma enganação para fazer você ler uma notícia inverídica. Típico da mídia atual. Mas isso, só o tempo dirá e o mais importante é que essa longa espera termina no dia 23 deste maio, dia previsto para o lançamento oficial e a chegada do meu, encomendado semana passada.

Mais uma vez a Nação esteve presente em grande número, como sempre faz onde quer que esteja. Foram mais de 19.000 saudosos e animados torcedores.

Concordo que um jogo contra a modesta equipe do Campinense não é evento a se considerar, mesmo sendo eles os atuais campeões da Copa do Nordeste. É um time brioso e como a todos, devemos respeitar, mas sua modesta história mostra que ainda têm muito geirimum, macaxeira e rapadura pra comer e água de coco pra beber.

Contudo, como faz parte de nossa caminhada para a conquista de nossa terceira Copa do Brasil, vestimos a camisa da humildade sob o Manto e jogamos o jogo.

O primeiro tempo começou veloz e enganador. Logo aos 5 minutos fizemos o primeiro do jogo. Em um cruzamento de Leo Morto aliado a uma cagada como há muito não se via a nosso favor.

Cagada ou não, não importa o importante é a bola no saco e 1 a 0 pros bons, ou seja, nós.

Mas a felicidade não durou muito e após um minuto em uma bobeiraça de toda zaga e um meio frango (daqueles de 9 reaus que se come com farofa de ovo e arroz) de Felipe, deram números finais ao primeiro tempo.

Como todo time oriundo das divisões inferiores, eles jogavam o jogo da vida e o fizeram com personalidade. Mesmo sem espaços, nossa marcação era forte, foram um pouco mais organizados e eficientes.

No segundo tempo, iniciamos mais postados afinal eram eles que precisavam da vitória já que com a mudança do local do jogo caiu por terra o objetivo principal da viagem que era fazer turismo na Cidade Maravilhosa.

Com a entrada de Luiz Antônio no lugar de Amaral a bola agradeceu por ser mais bem tratada na saída da defesa ao ataque. Isso não foi suficiente para nos dar tranquilidade. O meio campo dominado não se traduzia em gols, pois no ataque éramos extremamente ineficientes. Errávamos muitos passes.

Não sei o que esses caras tanto fazem nos treinamentos que não aprendem a dar um passe certo. Todo jogo, passar do meio de campo para o ataque é o mesmo que uma farta distribuição de tijolos, melancias e abacaxis.

Esse era o cenário até a entrada de Paulinho que em sua estreia, em seu segundo toque na bola deixou Elias, que iniciara a belíssima jogada, cara à cara com o gol e sem perdão enfiou um balaço de primeira, que quase furou as redes; trazendo alívio para a Nação.

Sem nenhum destaque individual a não ser a garra de Elias, vencemos a pelada com um placar modesto principalmente por se tratar de um time da 3ª divisão. Lembro que no começo desse ano, no Carioca, já vencemos times de 2ª e 3ª divisões com placares mais convincentes.

Valeu a vaga para aproxima fase.

Que venha o Brasileiro e se continuar assim, que São Judas Tadeu nos proteja.

Saudações.


10 maio, 2013

COMENTANDO AS NOVIDADES




Mulambada,

Estamos em intertemporada. A rapaziada está em Pinheiral, recarregando as baterias e semana que vem inicia um processo de reaprendizado onde voltarão a ter contato com seu principal instrumento de trabalho a quem não vêm tratando com o mínimo de decência necessária.

A bola.

Não sei quanto a vocês, mas hoje, livre da paixão que cega o torcedor, vejo que a grande verdade é que os nossos andaram desaprendendo aquilo que mais importa em suas atividades, ou seja, jogar futebol.

Sim meus caros Mulambos, o que se joga hoje é tudo menos futebol. As condições podem não ser as melhores, mas elas ainda existem. Temos bons campos, estádios razoáveis, bolas de boa qualidade, público, mídia e anunciantes interessados, mas não temos o mais importante, o que dá a graça e alegria ao esporte mais popular do mundo; excelentes jogadores de futebol.

Temos alguns que se sobressaem, é verdade e eles dão vida ao famoso ditado de que em terra de cego quem tem um olho é rei. E muitos de vocês já se acostumaram com a carência e aceitam de bom grado a esmola representada pelos ciclopes.

Muitos desses eu entendo, pois não tiveram a oportunidade de ver verdadeiros craques jogando. São jovens que não tiveram a oportunidade de vê-los atuando sem serem caçados como coelhos como fazem hoje. Ou são velhos que esqueceram das coisas boas da vida.

Há os que não jogam, mas contribuem com a desgraça e na contramão da tendência europeia mantém em mais da metade de nossos times um bando de pernas de pau que nada têm à mostrar muito menos à contribuir com a evolução do que deveria ser o jogo.

Isso acontece desde 1982 quando em duas fatalidades perdemos um jogo para a Itália e com isso a oportunidade de sermos mais uma vez Campeões Mundiais de Seleções. Quatro anos depois a pá de cal foi jogada sobre o caixão do que chamavam de futebol brasileiro e hoje o mundo perdeu todo o respeito que tinha por nós.

Temos no time mono-título das galinhas mineiras o único exemplo próximo do que poderíamos chamar de futebol e só. Os outros que estão sobressaindo por aí nada mais são do que grupos de ciclopes bem arrumadinhos em campo. Tudo com o aval da mídia. Lógico, eles têm que fazer você acreditar que é bom, se não você não compra.

E você compra.

As vezes, surge uma promessa aqui e outra acolá, porém de efetivo mesmo apenas bons jogadores, mas nada de craques.

Ora! Não me venham falar de Neymar ok?

Se olharmos para o no nosso Flamengo, a situação não é muito diferente. Depois da década de 80, tivemos lampejos e até conquistamos um bom número de taças, mas na realidade, há muito que caminhamos na mesma estrada da mediocridade.

Mas parece que a coisa pode mudar. Não digo pelos atos dos Azuis, mas mais por eles estarem no lugar certo na hora certa e fazendo a coisa certa.

Vejo em nossa garotada oriunda da conquista da Copa São Paulo de Juniores, há dois anos, uma grande oportunidade de voltarmos a ter não só um time de jogadores feitos em casa como também que a maioria deles seja de craques.

Claro que é cedo para falar e justamente por isso que não estou afirmando.

São várias as variáveis a serem consideradas para que este sonho se realize e pelo andar da carruagem, estamos no caminho certo. As coisas estão meio paradas, mas sabemos que entre os esforços dos Azuis está a preocupação em manter essa molecada ligada ao Mais Querido com a renovação de seus contratos, a busca de investidores e patrocinadores para bancar não só o saneamento da Instituição, como também os investimentos como a conclusão das obras do CT e a contratação de jogadores jovens.

É óbvio e ululante que gostaria de ler no site oficial e depois nos diversos meios de comunicação a contratação de um ou mais jogadores mundialmente conhecidos, mas ainda não é possível. Pode até ser que venha um, mas aí será através de uma maravilhosa jogada de marketing quase como um milagre.

Sendo assim, é bom não contar com o ovo...

Os Azuis continuam cumprindo com o prometido. Não fielmente, mas de maneira bastante satisfatória e ao contrário do que tenho lido por aí, considerando-se o cenário composto por milhões em dívidas, milhinhos em arrecadação (mesmo com a o caixa da Caixa) e consequente pouco poder de barganha, o que temos não é tão ruim assim.

Trouxeram seis reforços (?) dos quais não tecerei uma palavra que seja. Deles, Marcelo Moreno, que estava encostado lá no sul e Roger Carvalho, são os mais conhecidos. Os demais; Diego Silva, Paulinho, Bruninho e Val são o que podemos chamar de apostas de grande risco.

Esses seis, podem até ser bons jogadores em seus clubes médios ou pequenos, mas isso aqui é Flamengo e jogar aqui não é pra qualquer pé-rapado. O Manto pesa e muito, tem que ser muito macho para se dar bem sob sua proteção.

Não faz muito tempo que fizemos várias contratações de nome e renome que não conseguiram produzir o que deles se esperava. Alguns cracaços como Romário e Edmundo que até jogaram direitinho, mas não conquistaram nada vestindo o Manto. Artilheiros de Brasileiros como Obina, Souza, David e mais outros menos conhecidos, que fracassaram e até sumiram como poeira do cenário futebolístico e mais recentemente os senhores Tiago Neves e Ronaldinho Gaúcho que até jogaram duas ou três partidas direitinho, mas nada de excepcional.

Aguardemos então suas estreias.

Enquanto isso, temos de fazer a nossa parte. Não é obrigado, mas é um dever cívico nos tornarmos Sócios Torcedores e comprar o novo Manto.


Me tornei sócio no mês passado e reservei meu Manto hoje pela internet. Nele, como no anterior, colocarei o número “8” em homenagem ao saudoso Geraldo Assobiador.

Saudações.


06 maio, 2013

AS VEZES PENSAR FAZ BEM




Mulambada,

Com o fim deste que ainda chamam de Campeonato Carioca, é necessário que façamos algumas reflexões, observações e consequentes deduções.

Estamos carecas de saber que a fórmula e possíveis variações utilizadas na realização do certame não são mais atrativas nem para bêbado em fim de festa. Nossos cartolas federativos conseguiram acabar, em não mais do que 10 anos, com o melhor torneio estadual do país. A incompetência é tanta que nem os mais fanáticos torcedores se deram ao trabalho de comparecer para assistir as peladas que foram oferecidas.

Erros crassos de árbitros mal preparados, física e tecnicamente contribuíram significativamente para o fracasso da competição.

A falta de estádios descentes, a perda dos dois maiores e a insegurança de suas adjacências foram primordiais no esvaziamento de cada evento.

O nível técnico foi tão baixo que mesmo merecendo o time vencedor não teve adversários a altura para fazer dessa conquista algo mais do que razoável.

Não, não estou fazendo pouco da conquista. Há tempos que digo que o pessoal da carrocinha tem a melhor administração do estado e uma das melhores do país. Mas por mais esforçados que sejam, eles não têm uma coisa muito importante, aquilo que faz de um time grande e vencedor de competições mais sérias do tipo brincadeira de gente grande.

Eles não têm torcida e os poucos que têm não comparecem nem nos estádios, nem em programas de aporte financeiro ou afins. Resultado, aparecem no cenário como meros coadjuvantes com resquícios de conquistas municipais de reles valor.

Daqueles que poderiam fazer frente os lá de LaranGayras estão ocupados em algo mais útil e interessante, injustamente diga-se de passagem. Não se pode esquecer da forma vergonhosa como abandonaram as divisões inferiores. Isso em um sistema sério deveria ser o suficiente para impedi-los de descer para o play sem antes pagarem essa absurda dívida com a sociedade. Não nos esqueçamos também de que só sobrevivem devido ao seu plano de saúde que cobre todas as despesas hospitalares sem as quais não seria possível adentrar aos gramados.

Os lá da Colina, filhos da península, há muito deixaram de ser capazes de fazer frente e com isso figurar no mínimo de forma respeitosa em qualquer competição. Fruto de administrações mais do que desastrosas não conseguem lastro financeiro, técnico ou outro qualquer que os faça ao menos se levantar a cada manhã e se olhar no espelho com uma ponta que seja de orgulho.

Resta então a nós, o Mais Querido e por isso o único capaz de sobreviver a anos de mas administrações cujo maiores legados são dívidas e mais dívidas provenientes de verdadeiros saques aos cofres da Instituição.

Mas mesmo com todo esse poder, não há quem sobreviva eternamente a essa corja impunemente, já era esperado e em fim chegou o dia em que o portentoso Urubu iria fraquejar diante de tanto extrativismo.

Entretanto, não só da força sobrevivem os grandes, a sorte torna-se poderosa aliada àqueles que pela História de Glórias fazem por merecer sua presença. E ela veio em forma e cor e os Azuis estão tentando e conseguindo com passos firmes iniciar uma reviravolta há muito almejada.

Sacrifícios estão sendo feitos, muitos incompreendidos e devido a isto nosso desempenho pífio nesta competição de pré-temporada, o esquecido Campeonato Carioca.

Fizemos um primeiro turno brilhante diante do que se apresentou como desafio, mas uma única derrota nos privou do final feliz.

Veio o segundo turno e sucumbimos aos menores, mas não aos médios e no computo final nos igualamos aos inferiores.

Ao final, tivemos duas suadas vitórias que aliadas às duas outras da Copa do Brasil nos fez vislumbrar melhor sorte no futuro sob os pés de uma garotada virtuosa, mas que ainda têm que mostrar eficazmente à que vieram.

Esquecemo-nos de que os parâmetros que nortearam esse vislumbre nada mais foram do que vitórias sobre adversários de pouca expressão que em priscas eras nada seriam além de os peles da turma.

Portanto meus caros Mulambos, devagar com o andor, pois a brincadeira acabou e está chegando a hora em que descer pro play não vai ser pra qualquer um.

Saudações.


02 maio, 2013

EM CASA NO NORDESTE



Mulambada,

Foram apenas dias que pareceram semanas, talvez meses.

A saudade era grande, mesmo não estando em nossos melhores dias futebolísticos. É muito difícil ficar tanto tempo sem ver o Manto Sagrado desfilar nos gramados do mundo.

Sabemos que é justamente devido a nossa falta de capacidade de jogar bola o mínimo suficiente para estarmos nas disputas em que somos frequentes é que houve esse hiato.

Entretanto, especulo que nossa queda técnica tenha a ver com uma solicitação feita pelos Azuis na troca dos técnicos. Algo do tipo:

Jorginho, queremos de você um trabalho visando o futuro, não se preocupe com esse Carioqueta chimfrim. Desses temos mais de 30 lá em nossa imensa sala de troféus.
O que queremos de você é que teste todos os jogadores que temos e prepare um relatório com o resultado de suas observações. Considere as seguintes premissas: técnica, vontade de vestir o Manto, comportamento, obediência tática, estado físico, capacidade em aceitar a reserva e lutar para dela sair, comprometimento, integração com os companheiros, respeito com a Instituição e superiores e visão no futuro.
Providencie, também, uma lista dos jogadores que gostaria de acrescentar ao nosso elenco. Ao finalizar, em aproximadamente 30 dias, nos reuniremos para as avaliações de praxe e definirmos nosso futuro.

Claro que é um belo chute, mas gostaria muito que isso fosse a nossa realidade. Teria tudo a ver com nossa atual situação de busca da identidade e respeito perdidos. Não ia me importar nem um pouquinho com a perda do Carioqueta.

Mas voltemos à realidade.

Essa semana recebemos algumas notícias. Se serão boas ou não só o tempo dirá. O que temos de certo é que precisamos nos tornar Sócios Torcedores e ter paciência, muita paciência.

Já se especula os primeiros nomes. Não vou citá-los nem mesmo falar sobre, pois os fatos ainda não se concretizaram. Pelo mesmo motivo também não tecerei comentários à notícia do novo Master. Entretanto, posso afirmar que isso tudo me agrada, pois mostra que o trabalho está sendo feito.

Aguardemos notícias concretas e quem quer que sejam, ao vestir o Manto temos de apoiar. Essa é a regra.

Ontem foi dia do trabalhador e o primeiro em que estamos sob as mãos da Adidas, mas não posso deixar de citar aquela que nos vestiu nos últimos anos. Nossa companheira de Hexa.

Olympikus obrigado!

O novo Manto será apresentado apenas no dia 23, sendo assim, até lá, ainda jogaremos com o da OLK. O que é um grande prazer.

Após todos esses dias, ontem voltamos aos gramados e fizemos mais um jogo do que poderá vir a ser mais um título da Copa do Brasil à enfeitar as prateleiras da Gávea; o terceiro.

Também fizemos outra volta.

Tal qual o filho pródigo, depois de muitos anos, regressamos à uma de nossas várias casas, o Nordeste, onde conquistamos a Copa dos Campeões em 2001.


Fomos à Paraíba, onde enfrentamos o brioso time da Campinense, o atual campeão da Copa do Nordeste. Um torneio mais significativo e rentável do que qualquer estadual sem vergonha que se joga por aí.

O estádio estava cheio a Nação compareceu em peso como sempre e fez seu papel de forma brilhante.

Foi um jogo bom, guardando-se as proporções, muito bom.

Levamos um susto no início (isso já está se tornando crônico) em uma enorme cagada do adversário, 1 x 0 para eles.

Demorei a me acostumar em nos ver jogando com o Manto branco.

Animaram-se com o tento e perderam o respeito pelo Mais Querido.

Foram poucos minutos para que mostrássemos nossa superioridade. Passamos a um domínio pleno com poucas intervenções de nosso goleiro, mas levamos alguns raros sustos.

Renato, Rafinha e Elias eram os destaques.

Os locais recuperaram o temor natural depois que Renato Canelada acertou uma falta na quina da trave com o travessão de Pantera, o goleiro deles.

Ainda assustado, aos 27 minutos, o felino bateu roupa em outra falta muito bem batida pelo Canelada. 1 x 1. Me lembrou Nelinho, do Cruzeiro e da seleção nos anos 70/80.

O time jogava bem, solidário, marcando a meia pressão, tocando a bola com desenvoltura e objetividade; anulando a correria do propenso adversário. O primeiro tempo acabou empatado.

Luiz Antônio entrou muito bem no lugar de Amaral. Ele que  vinha tendo participação discreta, porém efetiva teve de sair por não estar 100% em condições de jogo.

Luiz Antônio completou o trio de melhores em campo com Canelada e Rafinha que saiu com o placar consolidado, extenuado de tanto que correu.

Continuamos perdendo gols até que em nova falta, Canelada mostrou que está treinando o fundamento. Meteu uma pancada no vértice oposto ao da primeira falta, só que dessa vez a redonda foi amansar nas redes do acuado Pantera.

O lance lembrou a falta batida por Pet na decisão da Copa dos Campeões sobre os Bambis em um 5 x 3 inesquecível.

Leo Morto vem melhorando. Desta vez foi 200% mais efetivo do que vinha sendo em 2012. Ontem fez duas jogadas de linha de fundo (não fazia isso em 2012) que só não resultaram em gol por puro capricho. Isso prova que o problema dele ainda não é a idade e sim falta de profissionalismo nos treinos e jogos.

O pessoal com quem assisto aos jogos queria mais. Eu, achei melhor ficar no 2 x 1, pois dessa forma haveria o segundo jogo. O Flamengo precisa jogar para entrosar o time. Ficar só treinando não é suficiente.

Perdemos mais alguns gols, Elias fez duas jogadas excelentes mostrando que não estava satisfeito com o placar.

Os 10 escanteios a favor e nenhum contra ilustravam nosso domínio e aos 46 e poucos, em mais um, Gonzales, quase de peixinho cabeceia na trave deixando o placar em 2 x 1

Se o jogo de volta for no Maraca, como estão especulando, eu vou.

Saudações.