29 janeiro, 2014

TUDO NORMAL


Mulambada,

Vou começar logo, pois como o jogo foi ruim e não há muito que escrever, se demorar mais que poucas horas para fazê-lo, vou esquecer o pouco que há à comentar.

Tá certo que era o segundo jogo dos come-dorme, mas nessas condições os reservas estavam com 6 pontos na sacola e 100% de aproveitamento. Enquanto isso, nossos “craques”...

No primeiro tempo além de 3 excelentes defesas dos goleiros, duas do Felipe, o gol de Samir (seu primeiro vestindo o Manto) e uma ou outra jogadinha mais ou menos, não há o que comentar.

No centenário de Válido, imaginei que o Flamengo estava guardando energias para o segundo tempo e isso não era uma estratégia ruim. O calor estava forte, mesmo o jogo sendo a mais de 9 centenas de metros serra acima e considerando a atual situação física de nossos “profissionais”...

A Nação esteve bem representada e encheu aquilo que chamam de estádio de futebol. Arrumadinho, mas, com todo respeito, é muito pouco para receber o Maior de Todos.

Mas é o que temos e a FERJ aceita qualquer coisa em troca de boa mariola e alguns votos para manter-se viva, fazer o quê? Vida que segue.

Ledo engano, os come-dorme voltaram com a mesma afoiteza e nada fizeram de diferente dos 45 minutos e acréscimos anteriores. Os de lá tinham mais posse de bola e eram mais efetivos que nossos “craques” sorte que são ruins de chute.

Peguei meu celular e fiquei jogando. Foram alguns minutos até que Elano recebeu de André Santos e fez um golaço. Também seu primeiro no Mengão.

Com a entrada de Alecsandro e Gabriel o jogo melhorou pra nós, mas o placar não mudou, entretanto ainda deu tempo pro André Santos, que vinha bem, fazer sua cagada de praxe.

Uma pena que o Carlos Eduardo não dá o ar da graça. Sinceramente eu torço para que ele acerte, mas está mais que provado sua nulidade ao time. Até o Gabriel evoluiu.

É isso aí, tudo normal, mais 3 pontinhos na sacola, voltamos a liderança e se tudo der certo, podemos permanecer nela.

Saudações,


27 janeiro, 2014

NO REINO DO URUBU REI, DUQUE FAZ A FESTA


Mulambada,

Demorou um pouquinho, mas cá estamos.

Não seria nada especial se não fossem as reestreias dos come-dorme do ano passado mais a estreia de uns que chegaram e precisam mostrar serviço a fim se justificar a mariola gasta em suas contratações.

Mas a saudade era grande. Passar qualquer tempo sem ver o Manto vestindo os ditos titulares desfilar sobre os gramados do mundo é uma eternidade. E eu, como bom Rubro-Negro não podia deixar de ver.

Mas apenas ver. Pagar para ver e ainda beber cerveja sem álcool, é outra coisa, por isso fomos de televisão mesmo.

Cheguei onde nos reunimos para assistir os embates do Maior de Todos na expectativa de ver um bom jogo e uma boa vitória. Sabia que o fato de estarem em desatividade por um tempo seria um fator preponderante, que poderia por água na cerveja já sem álcool que os incautos bebem no Maraca.

E iniciamos bem. Elano participava com desenvoltura e qualidade. Qualidade pouco vista nos últimos anos vestindo o Manto. Não era nada demais ele apenas estava tratando a bola com mais carinho do que o habitualmente feito por nossos “craques” e ela estava gostando.

Dois lançamentos, duas faltas e algumas jogadas. Tudo bem feitinho, tipo feijão com arroz.

A diferença era tanta que nosso valoroso Brocador se assustou pelas bolas bem chegadas e a surpresa era tamanha que ele se perdeu ao tentar domina-las.

Com isso jogávamos bem, perdíamos algumas chances e dávamos espaço para os de lá fazerem graça.

Estávamos enfrentando o lanterna da competição, com um time tecnicamente superior fatores que nos obrigavam a no mínimo manter nossa trajetória 100% no certame.

A porção ínfima da Nação que se fazia presente estava animada e apoiava incondicionalmente.

Tudo corria bem dentro da normalidade e fazer um gol seria uma questão de tempo.

Mas o futebol as vezes apronta das suas e é isso que o torna atrativo. Com exceção ao foguinho e mais dois ou três tão menores quanto, todo ano todos os times provam isso. Não é atoa que Benjamin Wright disse:

"O futebol é uma caixinha de surprezas."

E anteontem não foi diferente.

O goleirinho dos caras, que passou 2013 meio ano no banco e meio ano tomando frango lá na pocilga de São Januário tava mais aberto que porta de casa de meretrício. Pegava todas e mais algumas.

Aos 27 minutos de pelada o Sobrenatural de Almeida deu o ar de sua graça. Um belo e cagado gol olímpico de um seilá quenzinho, que nunca mais vai fazer isso na vida. 1 x 0 pros caras.

Sentimos o momento.

Os caras passaram a acertar tudo e nós a errar tudo. Bola rebatida, era deles. Bola perdida, era deles. Bola chutada, era deles. Todos os nossos passes passaram a ser bolas divididas com isso nada de útil saia dos pés de nossos “craques”.

Veio o segundo tempo e aos 2 minutos 2 x 0 pros caras em mais uma do Sobrenatural de Almeida. Só que a cagada foi maior. Nem vou escrever como foi. Todo mundo viu.

Aí fica complicado. Já estava difícil jogar na bola...

Mas o jogo, como jogo em si, melhorou. Ao menos em adrenalina. Foi uma correria só e poucos segundos após entrar o cara que veio das fileiras viceinas e galináceas fez o primeiro dele vestindo o Manto. Poucos minutos depois Gabriel empatou a pelada.

E ficou nisso, melhor que a derrota foi o empate mixuruca. Nem vou dizer que perdemos 2 pontos, pois não foi fácil.

Saudações.


23 janeiro, 2014

PELADAAAAAAAAAAAA!!!!!


Mulambada,

Morei em uma rua sem saída em Botafogo e todas as manhãs de sábados, domingos, feriados e férias era a mesma coisa, um amigo descia para a rua, com a bola debaixo do braço e gritava à plenos pulmões:

“PELADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!”

Não demorava muito e estávamos todos batendo uma bolinha fazendo de 1/3 da rua e calçadas como um belo campo de futebol.

A brincadeira durava toda manhã em partidas antológicas, com lances bizarros ou não para que na hora do almoço voltássemos para casa imundos para o banho e almoço.

O jogo de ontem não foi muito diferente, o Flamengo se comportou como se o Jayme de Almeida tivesse chegado à beira do campo para gritar como meu amigo de infância.

Erramos muito, acertamos pouco, os goleiros quase nada fizeram o que mostra o nível daquilo que passaram a chamar de futebol.

Que dominamos a parada quase toda, isso é verdade. Foram inúmeros escanteios à nosso favor, o que indica que fomos menos ruins que os caras do lado de lá.

Tá certo que estamos em início de temporada, blá, blá blá, mas não precisava ser tão ruim.

Mas foi. Foi tão ruim que até o educado e politicamente correto Junior, em dado momento do 2º tempo, quando a parte ínfima da Nação que se fez presente pedia raça, falou:

“Podiam pedir queremos técnica.”

Essa é a diferença da pelada de ontem para as minhas de anos atrás, havia craques e bons jogadores na minha rua. Nas ruas adjacentes também. Tanto que os jogos “Contra” cada time com o uniforme de sua rua, eram verdadeiros jogos de futebol.

Menos mal que a molecada correu um pouco mais que no jogo anterior, não envergonhou o Manto, vencemos e colocamos mais 3 pontinhos na sacola. Somos líderes lugar onde já estamos acostumados e os menores continuam dando vexame.

Parece que no próximo “jogo” entraremos com os titulares. Será? Espero que sim, não por achar que jogarão melhor, mas sim por que acho que esses come e dorme têm que fazer alguma coisa pra compensar a mariola e pegar ritmo de jogo pra Liberta.

Saudações.


20 janeiro, 2014

PACIÊNCIA


Mulambada,

Não é possível que depois de anos de futebol ainda vermos tantos idiotas nos estádios.

Não posso imaginar que em pleno século 21 ainda exista tantos com pensamento tão prenotado.

Era o primeiro jogo da temporada, jogo este “desprecedido” de uma pré-temporada decente, estavam em campo garotos sem ritmo de jogo, sem preparo físico e pouco conjunto.

O QUE QUERIAM?

Que os moleques voassem em campo e aplicassem uma sonora goleada? Se esperavam isso, por que reclamaram dos preços dos ingressos? Por que não lotaram o Maraca?

Afinal faziam quase 2 meses que não víamos o Flamengo em campo e a saudade era grande.

Foi um jogo arrastado, ritmo de treino é verdade, mas consegui ver coisas boas. Ao contrario dos sabichões de plantão eu gostei do jogo do Matheus. Perdeu um gol feito, é verdade, mas quem não perde. Já vi coisas piores de muito craque.

Digão deu 2 ou 3 passes longos mostrando que tem visão de jogo e que está mais solto este ano.

Parece que o Gabriel ta virando ômi.

Vi um Muralha caindo pela direita executando boas jogadas de ataque, função que eu desconhecia fazer parte de seu repertório.

Welinton fez um gol e fez uma partida bem melhor do que as melhores que fez anos atrás.

O que dizer de um Feijão que nem teve tempo de cozinhar?

Paulo Victor jogou como Paulo Victor, mantendo a boa regularidade e os demais jogaram aquela bolinha que se espera em início de temporada.

No final o time sentiu o calor, o esforço despendido e tomamos um sufoco que a má pontaria dos caras garantiu os 3 pontos que é o que importa nessa joça.

Os outros 2 ditos grandes se comportaram como médios que são e empataram enquanto o recém reduzido a pequenino sofreu sua primeira derrota.

Resumindo, nada de novo, tudo velho. Todo ano é a mesma coisa. Altos e baixos provenientes da falta de tudo: treinamento, conjunto, técnica; essas coisas primordiais para um bom jogo.

Até esse texto está morno e meio sem graça.

Com poucas possíveis novidades, é esse o time que jogará o Carioqueta safado, precisamos dessa garotada este ano e no futuro.

Se vamos evoluir, só o tempo dirá. De certo mesmo é que temos de ter paciência, temos que incentivar essa molecada eles são o nosso futuro, ao menos por em quanto.

Saudações.


18 janeiro, 2014

HEGEMONIA


Mulambada,

Está para começar mais um deficitário Carioqueta. Deficitário para os clubes, que investem, formam ou compram jogadores, montam estrutura, etc., etc., etc.

Para a FERJ é uma molezinha. Os caras só tem que bolar um regulamento fajuto (que no final vai dar merda), organizar umas coisinhas, manter meia dúzia de come-dorme e no frigir dos ovos embolsam a maior parcela de toda a bolada.


E para os clubes?

“O salário ó!!!”

Mesmo assim há quem fique empolgado. Eu não me empolgo muito, mas sou dos que se o Flamengo está competindo, tem que ganhar. Mesmo sendo a Liberta o foco principal do ano. Temos sim que poupar jogadores e jogar os torneios menos importantes com reservas. É bom pros caras que se movimentam e se mantém prontos e motivados para uma eventual necessidade no time principal.

Até porque, para enfrentar esses times pequenos e médios recorrentes na 2ª e na 3ª divisões, nossos moleques bastam.

Para esse ano em que estaremos lutando em várias frentes, a Diretoria contratou alguns jogadores. Os entendidos dizem que foram boas contratações e que o Mengão estará mais forte este ano. Espero que sim.

Já li e ouvi várias análises de cada uma das contratações e caguei e andei para todas elas. Já está mais do que sabido que aqui, no Maior de Todos, a banda toca diferente, vivemos sob ventos, chuvas e raios tempestuosos 24 horas por dia, mesmo em tempos de alegria. Sendo assim, não importa se o jogador é bom de bola o que importa é ele continuar sendo após vestir o Manto. E isso, meus caros Mulambos, não é para qualquer um e só o tempo dirá o que esses chinelinhos vieram fazer na Gávea.

Há em nossa maravilhosa História vários exemplos disso. O Carlos Eduardo foi o último deles. Neste caso pode ser até que esse ano o cara vire ômi e passe a jogar bola, mas até agora ...

Não havendo o que elucubrar sobre isto, passemos a outro assunto, correlato, em que os incautos se esquecem da matemática e costumam se enrolar.

É sabido que a mídia seja ela escrita, filmada, falada e suas demais versões estão sempre de olhos e ouvidos em busca de assunto que as façam vender jornais, revistas, audiência e consequentes anúncios. Nós, seus únicos clientes somos os que os fazemos correr atrás para que tenham nossas atenções pelo maior tempo possível e assim angariar os anunciantes que, com essa exposição, tentam nos vender seus produtos.

Exatamente aqueles que tiram sua concentração do seu interesse principal ao adentrarem na sua casa sem serem chamados dentro de jornais, revistas, filmes, classificados, novelas, etc.

É a lei da sobrevivência baseada em uma simples formula:

A quantidade de dinheiro investido no programa é proporcional a quantidade de anúncios que por sua vez, é proporcional a atratividade do mesmo (programa).

Resumindo, seu interesse atrai os que te atrapalham.

E não adianta reclamar, pois são eles que sustentam a “porratoda”. Sem eles, não há programas e/ou, novelas e/ou reportagens para entretê-los. É um circulo de interdependências sem fim.

Está tudo certo, isso se chama Marketing e hoje é uma das moedas mais valorizadas do planeta.

É exatamente isso que faz os clubes de futebol correrem atrás de patrocínios másters e afins, sujando suas camisas com as logomarcas desses patrocinadores.

Entretanto, há um problema grave de bastante relevância no cenário marqueteiro em que vivemos.

Trata-se do mau profissional. Eles vivem e se multiplicam como ratos em todos os seguimentos de nossa sociedade. No caso do jornalismo, é aquele que a qualquer custo quer conquistar mais espaço nas grades e pautas dos meios de comunicação, conquistando assim o seu próprio  espaço.

São inescrupulosos que fabricam notícias ou se utilizam de jogo de palavras nos títulos de suas reportagens fazendo você pensar uma coisa e quando vai ler é outra, menos impactante. Ou ainda se utiliza de fatos outros de áreas diferentes daquela em que atua.

Há alguns anos convivemos com esses inúteis com suas reportagens onde geralmente estão envolvidos jogadores do Flamengo em atitudes não condizentes com o que preconizam os dogmas da sociedade. São ações tomadas fora das quatro linhas que limitam o jogo ou área de treino. E com matérias sobre elas tentam liga-las ao Mais Querido.

Mas por que isso?

Simples, somos a Nação, mais de 40 milhões de clientes espalhados pelo mundo, ávidos por notícias do Maior de Todos. Quanto mais notícias, mais atenção eles têm de nós e mais anúncios são vendidos fazendo o ciclo girar.

Isso acontece com todos os clubes?

Claro que sim, mas o pequeno número de interessados (torcedores) dos demais não atrai os inescrupulosos fabricantes de notícias com tanta frequência.

Lembram, há alguns anos, quando o Botafogo foi eleito o maior devedor do planeta?

Nada aconteceu, a notícia nasceu e morreu em algumas horas. Imaginem se fosse o Flamengo. Aconteceu no ano passado quando divulgados os 750 milhões de dívidas.

Lembram-se do caso em que faleceu um jovem nas instalações das categorias de base do Vice? A notícia sobreviveu por no máximo três dias. Ah se fosse  no Flamengo!

E o caso do Jorbisson que foi criado, saiu e voltou inúmeras vezes, mas ninguém liga suas travessuras embaladas em cocaína ao dito glorioso.

Ainda hoje o Bruno, há anos nosso EX-goleiro quando vai a julgamento ou qualquer outra coisa sobre seu caso, vira notícia ligada ao Mais Querido.

Enquanto isso, em poucos dias os gambas assassinos do garoto colombiano já foram esquecidos.

Os viceinos e atreticanos que saíram na porrada outro dia também.

“Mas Geraldo, por que você está com essa encheção de linguiça, contando o óbvio?”

Ora Mulambada, por conta dessa tal de Hegemonia na conquista de Campeonatos Cariocas.

Todo início de ano é a mesma esparrela.

Uma historinha contada para boi dormir de que nem tão importante fato está há uma edição de ser decidida.

Isso é uma balela sem tamanho, fabricada por esses inescrupulosos jornalistas pouco preocupados com a veracidade da notícia, mas sim em vender espaço para vender o seu.

Eu explico.

Assim como você não pode competir com alguém que não tenha as mesmas características que as suas, ninguém pode comparar histórias diferentes ainda mais se o fator tempo for uma variável de importância considerável.

É por isso que existem as categorias nas lutas, na vela, no automobilismo e as divisões no futebol, entre outros.

FATO!

No caso específico da Hegemonia Estadual, não pode ser diferente, principalmente se levarmos em consideração o tempo, neste caso a 2ª principal variável.

Vejamos então porque:

São muitos anos de História a serem considerados, sendo assim, consultando a tabela abaixo, temos que até 2013 o pessoal de LaranGayras conquistou 31 títulos; enquanto o Maior de Todos tem em seu imenso e inigualável Salão de Troféus 32 taças.


Números que aquele repórter mau caráter usa para dizer que a diferença obtida para a Hegemonia conquistada pelo Flamengo é tênue ou 1 título.

E o incauto e bobinho torcedor cai na esparrela que a mídia constrói para desmerecer nossas conquistas aumentando a audiência.

Bando de Filhos da Puta!

Os safados que costumam utilizar números frios e ditos incontestes para mostrar a superioridade de um time sobre outro em sacouts duvidosos, não os utiliza para definir outras dúvidas no mesmo esporte.

Uma vergonha!

“Tudo bem Geraldo, o Flamengo é o detentor da Hegemonia, o que você quer mais?”

Mulambada, quando dizemos que somos os Maiores do Estado e do país, não o fazemos baseado em diferenças tênues.

Não somos fanfarrões como costuma urrar a Arco-Íris fétida, invejosa e mal vestida. Temos História e uma imensa coleção de troféus lá na Gávea para endossar o que os ignorantes chamam de megalomania.

E no caso específico da Hegemonia Estadual os números reais a serem considerados, nunca foram ditos. Claro, assim não vende jornal.

Vejamos.

O 1º postulante ao título de Hegemônico, o time de futebol lá de LaranGayras foi fundado em 1902 tendo 110 anos de sub-existência,

O 2º postulante, o Clube de Regatas Flamengo, foi fundado em 15 de novembro de 1895, portanto mais velho 7 anos. Surgiu sim em 1895, mas como um clube exclusivo de remo (Regatas). Nosso futebol nasceu em 1912, portanto, hoje temos 101 anos futebolísticos, ou seja, somos mais novos 9 anos do que o 1º postulante.

Esse fato desmente outra abobrinha “bostejada” pelos menores e ignorantes, de que o Flamengo nasceu do Florminense. Mas isso é outra história que pretendo escrever quando tiver saco.

Porém, não posso apenas tirar 9 títulos do lado de lá, seria injusto e estaria me igualando aos incompetentes em uma tremenda safadeza.

Entre 1902 e 1912 elas conquistaram 6 títulos (veja na tabela marcados na cor rosa), um deles dividido com o pessoal da carrocinha em 1907 e são apenas esses 5 títulos que vou desconsiderar dos 31 e teremos 26 títulos das moças do lado de lá.

Dessa forma, os números reais e corretos a se considerar em uma análise honesta são:

Flamengo 32 Títulos x 26 Flores.

Sendo a diferença 6, o equivalente a quase 19% de títulos do Flamengo, e 23% dos das meninas, essa diferença não pode ser considerada tênue.

Mas a história não termina nisso, estamos esquecendo outra variável bastante importante nessa porratoda.

Ha mais de 12 anos que uma empresa de plano de saúde passou a comprar jogadores para os falidos lá de LaranGayras. Trouxeram grandes jogadores é verdade, apesar de debilitados em termos de saúde; e até conquistaram uns titoloszinhos.

Então, se considerarmos que essa empresa é que banca a “porratoda” por lá e que sem esses jogadores essas conquistas seriam impossíveis, podemos dizer que há 12 anos é outro time que disputa os campeonatos e não o Florminense.

Desta forma, para obtermos números mais honestos nesta hegemonia, temos que desconsiderar os 3 (trêizinho apenas -  assinalados na tabela na cor pink) Cariocas conquistados nesta época. Com isso a diferença aumenta para:

Flamengo 32 Títulos x 23 Flores.

Nos dois casos, são números incontestáveis que nem mesmo uma possível ação em âmbito judicial, como é de praxe da escória, seja desportivo ou não, não conseguirá invalidar.

Sendo assim, se for para fazer uso de algum tapetão a que se desenrolar o tapete vermelho para a triunfal passagem do Inconteste Hegemônico do Estado do Rio de Janeiro, o Portentoso Clube de Regatas Flamengo.

Sendo assim, meus caros, ao ouvir, ler ou ver algo sobre o Mais Querido, pare e pense antes de acreditar. Principalmente aquelas notícias que tentam comparar menores com o Maior de Todos.

Saudações.


12 janeiro, 2014

QUE VENHA 2014


Mulambada,

Voltando devagar, bem devagarinho, ao estilo malandro de Martinho da Vila.

Meio de fora das novidades e preocupado apenas com o que já está concretizado, venho aqui iniciar os trabalhos deste novo inesperado 2014.

Inesperado, pois todos sabem que adentramos o 2013 sem nenhuma pretensão. Era e foi ano de faxina geral nas contas quando fomos avisados em todos os meios de comunicação, redes sociais, mesas de bar e salões de casas de meretrício que o máximo que iríamos ter no final do ano seria a manutenção do Maior de Todos na 1ª divisão do Brasileiro.

Liberta seria para 2015.

Já deixou de ser novidade que conquistamos nossa 3ª Copa do Brasil de forma inconteste, dentro de campo, seguindo as regras com o imprescindível apoio da sempre onipresente Nação, a força do Manto Sagrado e a única coisa boa que Mano Meneses fez no Flamengo que foi chamar nossos come-dorme de burros.

Os caras estavam no maior chinelinho lá no Ninho do Urubu, fazendo porranenhuma e quando ouviram o “professor”, ficaram putinhos e resolveram correr atrás da mariola.

E ainda se dizem profissionais. PQP!

A imprensa que se diz entendida dizia que nosso time era ruim, os da Arco-Íris safada, fétida, invejosa e mal vestida engrossava o coro. E hoje é do Mengão que esse monte de sabe-tudo quer tirar jogador.

Sairam o Adryan e o Rafinha. Não está confirmado, mas devem sair o Elias, o Hernane, Luiz Antônio e sei lá mais quem.

Às viúvas de jogador que se contenham. Mantenham a postura, as calcinhas no lugar e caguem e andem para quem vai. Eu aqui agradeço pelo esforço, pelo título, mas quem quer sair que saia logo e pare de mimimi.

Acho os empréstimos de Rafinha e Adryan uma boa. Os caras têm que virar ômi. Foi assim com a Andrade quem sabe esses meninos não crescem vendo que longe do Mais Querido nada são e assim caem na real.

Temos que nos preocupar com quem fica e principalmente com quem vem. Não importa se o cara é bom, se podia ter vindo coisa melhor, etc. Importa que os caras estão aí, vão vestir o Manto e sendo assim, passarão a ser os melhores do mundo.

É com esse bando que vamos aos gramados esse ano, então é para eles que vou torcer. Não importa nome.

Lembrem-se que Liberta era para 2015, antecipamos um objetivo. Temos de correr atrás para vencer é fato, mas o que importa mesmo é estarmos nela em 2015. Esse era o planejamento e planejamento é para ser cumprido.

Se inesperadamente vencermos esta, como fizemos com a Copa do Brasil, será outro fast-tracking que deve ser aproveitado, mas será outra antecipação.

Carioca, outra Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, mesmo sendo menos importantes, não são para serem desprezados o foco é a Liberta, mas se der quero tudo lá na Gávea, até título de Cuspe à Distância. Afinal, foi ganhando tudo que o Mengão se tornou este invejado gigante. Não podemos ir contra a natureza.

VAMU QUE VAMU MENGÂO!!! PRA CIMA DOS ALEMÂO!!!

Mas que seja como sempre, dentro de campo, seguindo as regras, falcatruas e armações, deixemos para os incompetentes de sempre.

Saudações.