Mulambada,
Demorou um pouquinho, mas cá
estamos.
Não seria nada especial se não
fossem as reestreias dos come-dorme do ano passado mais a estreia de uns que
chegaram e precisam mostrar serviço a fim se justificar a mariola gasta em suas
contratações.
Mas a saudade era grande. Passar
qualquer tempo sem ver o Manto vestindo os ditos titulares desfilar sobre
os gramados do mundo é uma eternidade. E eu, como bom Rubro-Negro não podia deixar de ver.
Mas apenas ver. Pagar para ver e
ainda beber cerveja sem álcool, é outra coisa, por isso fomos de televisão
mesmo.
Cheguei onde nos reunimos para assistir
os embates do Maior
de Todos na expectativa de ver um bom jogo e uma boa vitória. Sabia
que o fato de estarem em desatividade por um tempo seria um fator preponderante,
que poderia por água na cerveja já sem álcool que os incautos bebem no Maraca.
E iniciamos bem. Elano
participava com desenvoltura e qualidade. Qualidade pouco vista nos últimos
anos vestindo o Manto.
Não era nada demais ele apenas estava tratando a bola com mais carinho do que o
habitualmente feito por nossos “craques” e ela estava gostando.
Dois lançamentos, duas faltas e
algumas jogadas. Tudo bem feitinho, tipo feijão com arroz.
A diferença era tanta que nosso valoroso Brocador se assustou pelas bolas bem chegadas e a surpresa era tamanha que ele se perdeu ao tentar domina-las.
A diferença era tanta que nosso valoroso Brocador se assustou pelas bolas bem chegadas e a surpresa era tamanha que ele se perdeu ao tentar domina-las.
Com isso jogávamos bem, perdíamos
algumas chances e dávamos espaço para os de lá fazerem graça.
Estávamos enfrentando o lanterna
da competição, com um time tecnicamente superior fatores que nos obrigavam a no
mínimo manter nossa trajetória 100% no certame.
A porção ínfima da Nação
que se fazia presente estava animada e apoiava incondicionalmente.
Tudo corria bem dentro da
normalidade e fazer um gol seria uma questão de tempo.
Mas o futebol as vezes apronta
das suas e é isso que o torna atrativo. Com exceção ao foguinho e mais dois ou
três tão menores quanto, todo ano todos os times provam isso. Não é atoa que Benjamin Wright disse:
"O futebol é uma caixinha de surprezas."
E anteontem não foi diferente.
"O futebol é uma caixinha de surprezas."
E anteontem não foi diferente.
O goleirinho dos caras, que
passou 2013 meio ano no banco e meio ano tomando frango lá na pocilga de São
Januário tava mais aberto que porta de casa de meretrício. Pegava todas e mais
algumas.
Aos 27 minutos de pelada o
Sobrenatural de Almeida deu o ar de sua graça. Um belo e cagado gol olímpico de
um seilá quenzinho, que nunca mais vai fazer isso na vida. 1 x 0 pros caras.
Sentimos o momento.
Os caras passaram a acertar tudo
e nós a errar tudo. Bola rebatida, era deles. Bola perdida, era deles. Bola
chutada, era deles. Todos os nossos passes passaram a ser bolas divididas com
isso nada de útil saia dos pés de nossos “craques”.
Veio o segundo tempo e aos 2
minutos 2 x 0 pros caras em mais uma do Sobrenatural de Almeida. Só que a
cagada foi maior. Nem vou escrever como foi. Todo mundo viu.
Aí fica complicado. Já estava
difícil jogar na bola...
Mas o jogo, como jogo em si,
melhorou. Ao menos em adrenalina. Foi uma correria só e poucos segundos após
entrar o cara que veio das fileiras viceinas e galináceas fez o primeiro dele
vestindo o Manto.
Poucos minutos depois Gabriel empatou a pelada.
E ficou nisso, melhor que a
derrota foi o empate mixuruca. Nem vou dizer que perdemos 2 pontos, pois não
foi fácil.
Saudações.

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