Mulambada,
Por motivos particulares atrasei
novamente. Acho que preciso rever essa minha vida, ela está me trazendo muitos
motivos...
E estando atrasado, acho que o
que menos vocês querem agora é ler meus comentários ao jogo recém “jogado”
pelos nossos come-dorme. Ainda mais sabendo que meus comentários não devem ser
nada relevantes já que disso que andam praticando por aí e que insistem em
chamar de futebol, nada entendo. Pouco entendo do outro também, sendo assim...
Mas vale a pergunta que martela
minha cabeça desde os primeiros movimentos da dita pelada:
“Por que, em casa e cheia o Maior de Todos
se portou como um certo time médio do estado e permitiu que os alemãos quase não
nos deixasse andar em campo?”
Desde os iniciais minutos os
caras nos cercaram impedindo nossa progressão na armação de jogadas, nos
obrigando a chutões sem direção. Não existia meio de campo e a ligação para o
ataque era resultado desta que já está se tornando nossa tradicional jogada.
Nossos “craques” que de craques
nada têm, se deixaram acuar e não foram raros os momentos em que corremos
sérios riscos que só não se confirmaram pelo simples fato de o time deles ser
uma merda. Mas os caras marcam bem e lá na casa deles, se não voltarmos a ser Flamengo
o bicho pode pegar.
Que o Jayme de Almeida e sua
trupe se encarreguem de colocar na cabeça de nossos come-dorme que se não
chegarmos na zona com se fossemos os cafetões do puteiro, vai ficar complicado.
Gabriel, o nome do jogo, quando
entrou, nos fez jogar melhor e marcamos o tranquilizador 2º gol, mas as coisas
só se tornaram realmente tranquilas após a expulsão de um dos de lá. Esse
menino, Gabriel, se não começar a se achar o pirata da terra de cegos, vai
longe.
Com os 3 pontinhos na sacola, vamos
em frente que atrás vem gente.
Esqueçamos então o objetivo
alcançado e passemos ao outro assunto da pauta de hoje.
Hernane, que em fim fez o 1º do
ano no Maraca, estava de malas quase prontas para a China. Em nome de um pé de
meia ia para a terra dos mandarins comer arroz e miojo com carne de cachorro.
As viúvas de plantão, mesmo sem a
confirmação da partida, já arrancavam as calcinhas e choravam copiosamente.
Besteira, coisa de tricolete sem
dono que se arranha toda a cada homem que deixa seu cafofo toda manhã.
Há muito que o futebol deixou de
ser futebol e se tornou business. E sendo assim, tem que dar lucro. Os títulos
e o amor ao Manto
se tornaram o 2º objetivo faz tempo.
Qual a melhor época de se vender
uma mercadoria?
Ora meus caros, até eu que sou um
energúmeno nessa área, também, sei que é quando ela está em alta. É notório que
o Hernane está com seu valor de mercado em início de queda. Vertiginosa ou não,
só o tempo dirá. Então, não há o que discutir.
Vende logo o cara e bola pra
frente.
Mas para infelicidade de Alecgol,
os china, que dizem terem aprendido muitas coisas com os brasileiros,
tornaram-se mal pagadores e por isso o Brocador não vai.
Ele fez o seu trabalho, a cena em
campo, beijou o escudo, ofereceu o coração para nós, posou com o novo Manto 2
e ficou de bem com a Mulambada toda.
Claro que há nesse ato um tanto
de sinceridade, mas não sejamos tolos, se os china fossem sérios nosso “ídolo”
já estaria lá em Changai ou sei lá onde (é tudo igual mesmo) comendo uma
cachorra na carrocinha da esquina.
Não se iludam, basta surgir outra
oportunidade de $uce$$o que ele ou qualquer outro dos come-dorme vai fazer as
malas rapidinho.
Então meus caros, como bem dizia
o nobre filósofo Chinglaxinchi:
“Vida que segue.”
Saudações.

Nenhum comentário:
Postar um comentário