Mulambada,
Ainda bem que não sou obrigado a
estar aqui sempre. Gostaria, mas esses come-dorme que representam o Flamengo
não me deixam fazê-lo.
Assistir aos jogos está sendo
martírio que nem São João Batista sofreu. Não pelas flechas e sim pela
enganação de anos.
Há tempos que o Flamengo
joga o mínimo para se sustentar sobre a corda bamba que delimita as divisões do
futebol brasileiro.
Dos mais de cinquenta jogos
anuais o Flamengo joga bem, no máximo 10 o resto é de uma mediocridade nada
condizente com a História do Maior de Todos.
“Ah! Mas temos sido campeões com
frequência razoável.”
Dirão os tolos.
Verdade, são os carioquetas que
nada significam ou nacionais em que a sorte nos leva em seus braços até o
título, como em 2009 ou que apenas 6 jogos bem jogados fazem o trabalho, como
na última Copa do Brasil. O resto do ano é puro sofrimento.
E está aí 2014 para endossar esse
raciocínio. Ganhamos mais um carioqueta porque os demais nada queriam com a
mariola e agora adentramos ao certame nacional de forma vergonhosa.
Precisa falar de Libertdores?
Tudo bem que o elenco que já não
é lá essas coisas está desfalcado, certo que a diretoria tem se esforçado em
trazer alguém com ao menos um olho para andar nessa terra de cegos que é nosso
meio de campo, mas não é possível que não haja ninguém que jogue o mínimo de
futebol para nos dar algum alento.
Contra os Curintias semana
passada foi tão vergonhoso que nem me arrisquei a passar por aqui. O festival
de bicudas para tudo que é lado foi a tônica e a expulsão de nosso capitão, o
cara que tem que dar o exemplo, em uma jogada bisonha; foram o combustível para
eu esquecer que este espaço existe.
E veio o jogo seguinte contra os
porcos do lado feio da Dutra e tudo indicava que ia passar mais uma semana sem
mostrar a cara, mas não é que o segundo tempo foi até razoável!
O argentino deu uma de
Alecssandro e no pouco que jogou deu um sopro de vida a um time semi-morto.
Resta saber se vai fazer como os
demais 171 que tentaram jogar futebol e que só jogam quando os demais jogadores
em campo já estão cansados.
O maior exemplo disso é o próprio
Alecssandro que fazia gol de tudo que é jeito quando entrava nos 15 minutos
finais das partidas.
Foram algumas partidas e o enredo
o mesmo, o Hernane se matava durante 75 minutos para fazer um, não fazia e o
cara entrava e pimba! Gol.
Bastou virar titular e acabou a
festa.
Fez 2 no domingo, parabéns!
Confesso que, como todos, gostei do 2º tempo, mas não
estou convencido que isto significa uma melhora definitiva.
Vamos ver nos próximos jogos.
Saudações.

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