Mulambada,
Diante da necessidade de o Flamengo
correr atrás do enorme prejuízo das "duas derrotas" na Liberta, fomos obrigados a
adentrar as quatro linhas como o que há de mais jovem nas fileiras Mulambas.
Na flor da juventude, cheios de
sonhos e desejos; futebol ainda com muito a provar e vontade de achar seu
espaço nesse injusto mundo do futebol, eles botaram a cara.
O que esperar desses meninos,
muitos em sua primeira missão em defesa do temido Rubro-Negro.
Não muito, apenas garra e suor. O
que viesse a mais seria lucro.
Certo que entre eles havia um cascudo,
mas recém chegado e outros menos crus. Levando-se em consideração que estariam
juntos pela primeira vez, substituindo os “profissionais”, não havia como
exigir muito.
E foram bem, tomamos um gol meio
na sorte quando ainda tínhamos mais volume de jogo. Foi um belo gol, mas eles
não mereciam. Já havíamos perdido uns dois ou três e tivemos um anulado
injustamente.
Não se via jogadas afobadas nem
faltas desnecessárias. A molecada estava tranquila e fazia bem o feijão com
arroz
Veio o segundo tempo quando
adiantamos a marcação e nosso ataque se tornou mais contundente, porém as redes
não balançavam.
Em um excelente lançamento da
intermediária dos caras, nossa zaga despachou, mas a bola caiu a feição no pé
de um deles que de primeira bateu no canto, fazendo 2 x 0; aumentando a injustiça.
Mas tudo bem, futebol é assim
mesmo e o jogo seguiu.
Luiz Antônio substitui Rodolfo e iniciou
seu processo de recuperação do prestígio perdido; em seu primeiro toque cruza
na medida para Nixon diminuir.
Nosso domínio aumentou e em
poucos minutos fizemos 2 x 2 também com Nixon em uma enfiada magistral de Igor Sartori.
Daí em diante foi o rame-rame de
sempre quando ninguém mais quer arriscar porranenhuma.
Perdemos os 100% de
aproveitamento dos reservas no certame, mas reclamar o quê? Era o time “D”.
Bom jogo pelas peças disponíveis,
o calor e a nenhuma importância do mesmo e mesmo assim, mantivemos o moral
elevado para as semifinais.
Tudo certo no cenário estadual, preocupemo-nos
então com a próxima 4ª feira, quando vencer é o único resultado que nos
interessa.
Além da tradicional e ineficaz
secaçao da Arco-Íris invejosa, fétida e mal vestida, teremos contra nós a
altitude, a ensandecida torcida deles e o provável mau comportamento da
arbitragem. Tudo corrobora para mais um desastre de proporções monumentais.
Então, estamos em casa. Ótimo, é
assim que gostamos.
Saudações.

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