Mulambada,
Mais um Natal.
No 61º aniversário de Zico
esta humilde Voz da Nação mais uma vez agradece seus inúmeros feitos
vestindo o Manto
e lhe deseja os sinceros parabéns.
“VIDA LONGA AO REI ARTHUR!”
Para relatar as milhares de
jogadas e centenas de gols que se traduziram em incontáveis títulos seria
necessário muito mais que esse pequeno espaço.
Descrever as terríveis dores de
cabeça causadas aos milhares de membros da Arco-Íris invejosa, fétida e mal
vestida seria uma colossal satisfação, mas o espaço não permite.
Amado pela Nação que fez crescer, não só pelos
seus feitos, mas pelo seu caráter e exemplo de homem íntegro; atributos que o
faz querido e respeitado por muitos de outros times.
O que dizer que já não foi dito
pela imprensa, colegas, técnicos, dirigentes torcedores e amantes do bom
futebol arte?
Sei de desconhecidos e lembro de
amigos, torcedores de outras agremiações que me acompanhavam aos estádios só
para vê-lo desfilar suas habilidades em campo.
Mas ainda hoje, milhares de ignorantes
atribuem a ele fracassos em duas Copas do Mundo esquecendo-se que em 1982 ele
nada teve a ver com o 3º gol feito pela Itália e que em 1986 ele só bateu o pênalti
que perdeu porque outros não foram homens para fazê-lo. E converteu o seu na
disputa de pênaltis depois do jogo.
Como bem disse Fernando Calazans:
“Se Zico não ganhou uma Copa,
azar da Copa.”
Mas ele ganhou o seu, o Mundial
de Clubes de 1981 defendendo o Rubro-Negro e não há dúvidas que esse é muito mais
importante do que qualquer outro. Não só pelo feito, mas pelos que estavam ao
seu lado nesta conquista. Um time de excelentes jogadores que ainda amam o Maior de Todos,
mas antes de tudo amigos de anos, muitos desde as categorias de base quando
chegou ainda franzino. Amigos de muitas conquistas, mas também de momentos não
tão alegres como as poucas derrotas e o mais marcante de todos quando da perda
de seu “irmão” Geraldo Cleofas Dias Alves; o Assobiador.
Eu permaneço no antagonismo de dois
sentimentos, o privilégio de poder tê-lo visto jogar e a tristeza de meus filhos
não.
Que venham outros, mas como você,
meu grande ídolo, não haverá.
Saudações.


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