13 fevereiro, 2014

HEROICO?


Mulambada,

Rio mais de 40 graus à sombra. O pau comendo desde cedo dentro daquilo que costumam chamar de transporte público. O povo como gado, diariamente conduzido precariamente aos seus postos de labuta.

O pensamento de quase 100% da população voltado a um único evento ou o mais importante do dia.

A estreia do Maior de Todos na Liberta de 2014.

Mais de 40 milhões ansiosos e confiantes enquanto os demais iniciavam seu natural processo de secagem. Meus velhos e maçantes conhecidos membros da Arco-Íris safada, fétida e mal vestida, ao me verem passar, não se continham e destilavam seu veneno em observações inócuas.

Impressionante como a mera possibilidade de uma conquista pelo Mais Querido, mesmo que ainda embrionária e remota já lhes causa temor.

É a ordem natural das coisas.

A acuada e indefesa presa amedrontada em apenas ouvir o rugir de seu predador. Mesmo que ainda muito longe. Eles sabem que não demorará e o Mengão jubilador estará presente para a aniquilação.

O dia demorou a passar ...

Eram 22 horas e alguns minutos quando a bola rolou.

Jogo meio confuso devido ao natural tempo de adaptação às condições reais da contenda. Era confuso, mas nada morto. Em poucos minutos uma bola na trave de cada time.

Jogávamos com 11 e bem. Mas não foram necessários muitos minutos, apenas 12 para que a situação voltasse ao de costume. Decididamente o Flamengo dos últimos anos se acostumou a jogar com 10.

A infantilidade que beirou a ignorância feita pelo valoroso Amaral nos deixou de calças curtas. Mesmo assim eles só foram fazer seu gol aos 29 minutos de partida.

Fogos foram soltos pela cidade....

Natural.

O cenário de horrores se mostrava irreversível e uma derrota por muitos gols tinha de ser evitada a qualquer custo.

E nossos come-dorme entenderam isso.

Como há muito não se via (sentia?), era latente a energia emanada pela Nação espalhada pelo mundo. O Manto se fez Sagrado e como em inúmeras e desacreditadas vezes municiou de Raça, Amor, Paixão, Suor e Lágrimas o coração de cada um de nossos craques.

Como verdadeiros Flamengos nossos soldados honraram gerações e se portaram como homens. Não se acuaram, apenas uma postura defensiva com o claro objetivo de conter o ímpeto dos mexicanos para partir em cirúrgicos e contundentes contra-ataques.

Samir, um monstro e Cárceres, um leão; lideravam as ações. Os dois ladeados pelos demais formavam uma legião de incansáveis semi-heróis.

A natural e eternamente impune hostilidade da torcida adversária, os mais de 1.800 metros de altitude e a duvidosa atuação de sua excelência o árbitro não foram suficientes para minar nossas forças e a cada bola recuperada partíamos para cima dos caras sem dó nem piedade em busca de nosso já merecido gol.

Nossa retaguarda sofria as consequências e se mostrava firme. Felipe foi mágico em toda partida e responsável direto pelo resultado.

Tudo normal, Libertadores não é para criança, não é para qualquer um, é para gente grande. E ontem o Flamengo de grande transformou-se gigante.

Foram necessários apenas um pouco mais de 14 minutos para transformar em números nossa gana. Saímos do primeiro tempo com o empate e para desespero da Arco-Íris, continuávamos vivos, muito vivos.

O segundo tempo não foi diferente, poderíamos ter ganhado como perdido. Eles foram mais felizes mesmo com o Felipe pegando tudo e venceram.

Não seria um mau resultado se estivéssemos na faze de mata-mata, mas não é o caso e perdemos três pontos preciosos.

Recuperáveis?

Claro! Mas para tanto precisamos jogar como ontem, ou melhor.

Fica a certeza que não seremos apenas coadjuvantes nessa Liberta. O Flamengo mostrou ao mundo, mais uma vez, que ao contrário de ditos guerreiros nós lutamos por títulos e sempre dentro de campo, conforme manda a ética.

Saudações.

08 fevereiro, 2014

TOLINHOS


Mulambada,

Alguém em pleno gozo de suas faculdades mentais, com algo mais importante a fazer daqui a 4 dias iria se arriscar a não poder cumprir tal compromisso apenas por conta de outro bem menos importante?

Se você acreditou que os come-dorme do Flamengo iriam se empenhar em um esforço acima do mediano para essa pelada de hoje deve aproveitar a proximidade da Páscoa e começar a fazer os pedidos para o Coelhinho.

Concordo que não deveríamos perder para esses timecos de segunda, mas o futebol é assim mesmo. Eles um dia vão ganhar, nem que seja depois de alguns anos sem saber o que é vencer aquilo que alguns de muito boa vontade ainda chamam de clássico.

Os ditos titulares têm coisas mais importantes para fazer e o risco de uma contusão que os impeça de estar presente não ia fazê-los se esforçar.

Sabendo disso, eu teria escalado a molecada do time B, ainda com 100% de aproveitamento na temporada. Não tenho dúvidas que os guris iriam se esforçar mais e vocês vão concordar que diante desses times decadentes não precisa muito mais que isso para vencê-los.

No caso específico do florminense sua reputação já virou o fio faz anos, mesmo com alguns poucos triunfos, sua história tem sido vergonhosa. Há muito que seus resultados esportivos já perderam valor restando como única alternativa para se manterem vivos, recursos extra campo acarretando vergonha ao esporte como um todo.

Mas eu sou Flamengo e não tenho nada a ver com a falta de vergonha e seriedade de outras agremiações. Sendo assim, voltemos ao jogo e ao cenário que se apresentou desde que conquistamos, NO CAMPO, nosso NONO Título Nacional.

Mesmo com toda desimportância da partida, tivemos uma excelente notícia, a se confirmar nos próximos compromissos. Carlos Eduardo deixou de ser titular absoluto e essa notícia, mesmo sucedida de uma derrota, é para nos deixar muito satisfeitos.

Mas quando já estava começando a pensar que voltaríamos a jogar com 11, surge a nulidade do tal do “Elegante” Erazio.

Nem vou me preocupar se escrevi o nome certo.

Ele errou em todos os gols que levamos chegando a errar duas vezes no terceiro sendo assim, não vai achar ruim se eu errar ao escrever seu nome.

Não posso julgar o cara por 1 ½ partida, mas um profissional de futebol que é expulso na estreia e é responsável direto por 3 gols tomados na outra é para preocupar qualquer torcedor, por mais otimista que seja.

Se Jayme insistir com esse rapaz, voltaremos a jogar com 10. Isso não seria problema, já estamos acostumados a jogar com menos um no meio e ataque, mas jogar com menos um na zaga é pedir muito para os fortes corações Rubro-Negros e São Judas Tadeu.

Aos ansiosos, não sejam tolinhos, estudem o cenário, analisem nossos compromissos e vejam que essa derrota nada significa diante do que está por vir.

Deixem as meninas de laranGayras se rasgarem de felicidade, relevem se amanhã a Arco-Íris safada, fétida e mal vestida soltar a franga. Nós que somos um time grande e sério, precisamos nos ater ao que realmente interessa.

Até porque, o André Santos foi escalado e isso ...

Saudações.


06 fevereiro, 2014

BOAS NOVIDADES?


Mulambada,

Por conta de um curso vi o jogo tipo meio à meio.

Um tempo ao vivo pelo PPV e o outro gravado da mesma fonte, quando voltei para casa.

Moça Bonita?

Nem pensar! Nada contra é que além de ser longe é muito quente.

Muito quente o catzo! Estava mais quente ainda. Sensação térmica de 50º não é mole não. Deve dar para fritar ovo no asfalto e os miolos da cachola. Isso na sombra. Imagina na arquiba do estádio sem sombra.

Só maluco!

E por isso considero os pouco mais de 1000 Mulambos os heróis da tarde. Esses sim são os verdadeiros Rubro-Negros.

Jogo morno que começou como sempre. Mengão pressionando botando os caras da Vista Boa na roda. Perdemos alguns gols e como rege a máxima, “Quem não faz leva”, tomamos logo dois em falhas da defesa. Mais precisamente João Paulo.

Gosto dele, é um bom reserva. Forte, voluntarioso, ganha menos e corre mais que muito merdalão que tem encostado no nosso meio de campo.

Mas que ele falhou, falhou.

Depois disso as coisas voltaram novamente ao normal. Sacudimos os caras mesmo eles aprontando algumas em bobeiras de nossa defesa e Felipe teve de fazer algumas defesas difíceis.

Bobeiras que podem ser atribuídas ao calor fritando o pouco de cérebro que nossos come-dorme têm. Mas que nosso Mestre Jayme não bobeie e trate de fazer nossos “craques” cuidarem melhor de nossa cozinha, pois na Liberta não vai ser essa moleza não.

Por falar no Jayme, gostei da entrevista que ele e o Cantarele deram para a TV Fla. Mostraram seriedade, humildade, confiança e união. Conhecimento de futebol nós já sabemos que eles têm. Todos são atributos necessários aos bons líderes.

Sem oba-oba! Os caras me deixaram tranquilo.

Claro que foi uma entrevista papai e mamãe e aquela moreninha gostosinha não perguntaria o que todo mundo quer saber:

“Por que o Carlos Eduarda ainda é titular?”

As atuações de Mugni e Leo mesmo que sem muito brilho, foram dignas de quem pode vestir o Manto. Claro que isso pode mudar, mas pior do que uns que temos lá de titular não serão mesmo.

Mesmo com o calor Mugni correu o tempo todo, se mostrou como opção em vários pontos do campo e com a redonda nos pés fez das suas. No final do jogo deu uma bela pancada de esquerda em seu único chute à gol. Leo foi mais discreto porém fez o dele.

É o segundo estreante que marca.

Gabriel fez o dele e parece que Alecgol se livrou da inhaca de suas duas experiências anteriores e meteu logo 3 pra confirmar. Com isso, divide a artilharia do certame com nosso titular.

Parece que esse ano acertamos mais que erramos nas contratações, que se der liga seremos um elenco forte e nossas metas poderão ser mais auspiciosas.

Mas não se iludam, esse é o Carioqueta safado de sempre e apesar de nossa inconteste superioridade técnicasocialfinanceira, meter cinco em dois jogos seguidos pode não significar nada. Quero ver como vai ser lá nas alterosas do México.

Só a partir da estreia na Liberta é que poderemos fazer uma avaliação mais precisa desse elenco.

Enquanto isso, na falta de adversários melhores, vamos continuar treinando para manter a liderança, nossa invencibilidade, artilhariaS e tudo o mais que vier.

Saudações.


02 fevereiro, 2014

SERÁ?


Mulambada,

Foi normal?

Foi surpreendente?

Ou eles é que são ruins mesmo?

No começo tomamos um calor dos caras, nada fizemos e ainda eles perderam um pênalti. É galera, a coisa não estava Preta e Vermelha, o jogo não estava mole e, mesmo teoricamente inferiores, os caras estavam mordendo muito.

E nossos come-dorme justificando seu “apelido”.

Mas em um lançamento MAGISTRAL de nosso cracaço e Cabeça de Área, deixou Leo Morto em condições de cruzar rasteiro para Elano que só encostou para Hernane meter seu primeiro gol do ano.

Não demorou muito e Elano em outro lançamento deixou Paulinho na cara do goleiro que chegou primeiro. Mas a bola caiu no pé de nosso cracaço e Cabeça de Área, que em um toque lateral para Carlos Eduardo, deixou Hernane na cara do gol para marcar o 2ª.

E eles voltaram a pressionar. Tanto fizeram que o deles saiu em minutos. Excelente jogada de um deles, em que matou a bola já dando uma meia lua em André Santos, outra no estreante Erazo e um drible desconcertante em Wallace que vinha cobrir os dois tontos. A bola sobrou para outro deles que tocou para um terceiro meter a redonda no filó.

Logo depois, Leo Moura deu um come em um, estourou com outro, driblou um terceiro duas vezes e lançou rasteiro para Elano chutar. A redonda bateu em um defensor e caiu milagrosamente nos pés de quem?

El Brocador que vai pedir música.

No segundo tempo Gabriel, que vem entrando muito bem; em uma arrancada driblou dois, um deles duas vezes, e tocou para ele...

El Brocador para assumir a artilharia do Campeonato.

Minutos depois outro deles, entrou pela esquerda, driblou Leo Morto, a bola bateu em Wallace voltou para ele que, em um tiro cruzado e sem defesa, fez o segundo.

Jogávamos bem, com algumas poucas, mas preocupantes, falhas. Até que no final do jogo, Negueba, após curto lançamento de nosso cracaço e Cabeça de Área, arrancou pelo meio, foi fominha e chutou, na saída do goleiro que se jogou só para sair na foto.

Ah! Pensaram que ia esquecer do Carlos Eduardo? Ledo engano.

Vou ser lhano. Eu que torcia para ele dar certo vestindo o Manto, perdi a paciência. Lembram-se do lance do segundo gol? Pois é, o cara não esperou o final da jogada e deu as costas exatamente na hora em que Elano tocou para ele fazer. Sorte que depois dele estava lá o incansável Brocador que, como bom Rubro-Negro, vai em todas.

Não tenho a menor dúvida que Carlos Eduardo perdeu a vaga para o Gabriel exatamente nesta “jogada”. Não participou de nada. Em um jogo de 5 (CINCO) gols um meia atacante não pode deixar de participar ao menos em um deles.

Não é possível que a comissão técnica, diretoria, ou sei lá quem manda, ainda vai insistir com Carlos Eduardo.

O cara além de não ter sangue nas veias agora deu para virar as costas no meio de um lance capital.

E se fosse no fim de um 0 x 0 na final da Liberta onde só a vitória nos desse o título?

Foi caro, muito caro trazer esse cara para o Ninho do Urubu. Está bem claro que ele não tem jeito para defender nossas vitoriosas cores.

Tudo ótimo, tudo certo, já vínhamos jogando com menos um há muito tempo, até fomos Tricampeões da Copa do Brasil do ano passado jogando assim, mas agora a brincadeira é outra é pra gente grande, não podemos nos dar ao luxo de jogar com dez.

Que quem manda veja o que ninguém deixou de ver e coloque o menino Gabriel de titular.

Foi um bom jogo, disputado e com certo grau de emoção. Acho que se continuar a evoluir dessa forma teremos muitas alegrias em 2014.

È a tal história do biscoito:

Ainda é cedo para afirmar se o Flamengo está evoluindo ou, como há anos, os demais é que não são páreo.

Saudações.


29 janeiro, 2014

TUDO NORMAL


Mulambada,

Vou começar logo, pois como o jogo foi ruim e não há muito que escrever, se demorar mais que poucas horas para fazê-lo, vou esquecer o pouco que há à comentar.

Tá certo que era o segundo jogo dos come-dorme, mas nessas condições os reservas estavam com 6 pontos na sacola e 100% de aproveitamento. Enquanto isso, nossos “craques”...

No primeiro tempo além de 3 excelentes defesas dos goleiros, duas do Felipe, o gol de Samir (seu primeiro vestindo o Manto) e uma ou outra jogadinha mais ou menos, não há o que comentar.

No centenário de Válido, imaginei que o Flamengo estava guardando energias para o segundo tempo e isso não era uma estratégia ruim. O calor estava forte, mesmo o jogo sendo a mais de 9 centenas de metros serra acima e considerando a atual situação física de nossos “profissionais”...

A Nação esteve bem representada e encheu aquilo que chamam de estádio de futebol. Arrumadinho, mas, com todo respeito, é muito pouco para receber o Maior de Todos.

Mas é o que temos e a FERJ aceita qualquer coisa em troca de boa mariola e alguns votos para manter-se viva, fazer o quê? Vida que segue.

Ledo engano, os come-dorme voltaram com a mesma afoiteza e nada fizeram de diferente dos 45 minutos e acréscimos anteriores. Os de lá tinham mais posse de bola e eram mais efetivos que nossos “craques” sorte que são ruins de chute.

Peguei meu celular e fiquei jogando. Foram alguns minutos até que Elano recebeu de André Santos e fez um golaço. Também seu primeiro no Mengão.

Com a entrada de Alecsandro e Gabriel o jogo melhorou pra nós, mas o placar não mudou, entretanto ainda deu tempo pro André Santos, que vinha bem, fazer sua cagada de praxe.

Uma pena que o Carlos Eduardo não dá o ar da graça. Sinceramente eu torço para que ele acerte, mas está mais que provado sua nulidade ao time. Até o Gabriel evoluiu.

É isso aí, tudo normal, mais 3 pontinhos na sacola, voltamos a liderança e se tudo der certo, podemos permanecer nela.

Saudações,


27 janeiro, 2014

NO REINO DO URUBU REI, DUQUE FAZ A FESTA


Mulambada,

Demorou um pouquinho, mas cá estamos.

Não seria nada especial se não fossem as reestreias dos come-dorme do ano passado mais a estreia de uns que chegaram e precisam mostrar serviço a fim se justificar a mariola gasta em suas contratações.

Mas a saudade era grande. Passar qualquer tempo sem ver o Manto vestindo os ditos titulares desfilar sobre os gramados do mundo é uma eternidade. E eu, como bom Rubro-Negro não podia deixar de ver.

Mas apenas ver. Pagar para ver e ainda beber cerveja sem álcool, é outra coisa, por isso fomos de televisão mesmo.

Cheguei onde nos reunimos para assistir os embates do Maior de Todos na expectativa de ver um bom jogo e uma boa vitória. Sabia que o fato de estarem em desatividade por um tempo seria um fator preponderante, que poderia por água na cerveja já sem álcool que os incautos bebem no Maraca.

E iniciamos bem. Elano participava com desenvoltura e qualidade. Qualidade pouco vista nos últimos anos vestindo o Manto. Não era nada demais ele apenas estava tratando a bola com mais carinho do que o habitualmente feito por nossos “craques” e ela estava gostando.

Dois lançamentos, duas faltas e algumas jogadas. Tudo bem feitinho, tipo feijão com arroz.

A diferença era tanta que nosso valoroso Brocador se assustou pelas bolas bem chegadas e a surpresa era tamanha que ele se perdeu ao tentar domina-las.

Com isso jogávamos bem, perdíamos algumas chances e dávamos espaço para os de lá fazerem graça.

Estávamos enfrentando o lanterna da competição, com um time tecnicamente superior fatores que nos obrigavam a no mínimo manter nossa trajetória 100% no certame.

A porção ínfima da Nação que se fazia presente estava animada e apoiava incondicionalmente.

Tudo corria bem dentro da normalidade e fazer um gol seria uma questão de tempo.

Mas o futebol as vezes apronta das suas e é isso que o torna atrativo. Com exceção ao foguinho e mais dois ou três tão menores quanto, todo ano todos os times provam isso. Não é atoa que Benjamin Wright disse:

"O futebol é uma caixinha de surprezas."

E anteontem não foi diferente.

O goleirinho dos caras, que passou 2013 meio ano no banco e meio ano tomando frango lá na pocilga de São Januário tava mais aberto que porta de casa de meretrício. Pegava todas e mais algumas.

Aos 27 minutos de pelada o Sobrenatural de Almeida deu o ar de sua graça. Um belo e cagado gol olímpico de um seilá quenzinho, que nunca mais vai fazer isso na vida. 1 x 0 pros caras.

Sentimos o momento.

Os caras passaram a acertar tudo e nós a errar tudo. Bola rebatida, era deles. Bola perdida, era deles. Bola chutada, era deles. Todos os nossos passes passaram a ser bolas divididas com isso nada de útil saia dos pés de nossos “craques”.

Veio o segundo tempo e aos 2 minutos 2 x 0 pros caras em mais uma do Sobrenatural de Almeida. Só que a cagada foi maior. Nem vou escrever como foi. Todo mundo viu.

Aí fica complicado. Já estava difícil jogar na bola...

Mas o jogo, como jogo em si, melhorou. Ao menos em adrenalina. Foi uma correria só e poucos segundos após entrar o cara que veio das fileiras viceinas e galináceas fez o primeiro dele vestindo o Manto. Poucos minutos depois Gabriel empatou a pelada.

E ficou nisso, melhor que a derrota foi o empate mixuruca. Nem vou dizer que perdemos 2 pontos, pois não foi fácil.

Saudações.


23 janeiro, 2014

PELADAAAAAAAAAAAA!!!!!


Mulambada,

Morei em uma rua sem saída em Botafogo e todas as manhãs de sábados, domingos, feriados e férias era a mesma coisa, um amigo descia para a rua, com a bola debaixo do braço e gritava à plenos pulmões:

“PELADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!”

Não demorava muito e estávamos todos batendo uma bolinha fazendo de 1/3 da rua e calçadas como um belo campo de futebol.

A brincadeira durava toda manhã em partidas antológicas, com lances bizarros ou não para que na hora do almoço voltássemos para casa imundos para o banho e almoço.

O jogo de ontem não foi muito diferente, o Flamengo se comportou como se o Jayme de Almeida tivesse chegado à beira do campo para gritar como meu amigo de infância.

Erramos muito, acertamos pouco, os goleiros quase nada fizeram o que mostra o nível daquilo que passaram a chamar de futebol.

Que dominamos a parada quase toda, isso é verdade. Foram inúmeros escanteios à nosso favor, o que indica que fomos menos ruins que os caras do lado de lá.

Tá certo que estamos em início de temporada, blá, blá blá, mas não precisava ser tão ruim.

Mas foi. Foi tão ruim que até o educado e politicamente correto Junior, em dado momento do 2º tempo, quando a parte ínfima da Nação que se fez presente pedia raça, falou:

“Podiam pedir queremos técnica.”

Essa é a diferença da pelada de ontem para as minhas de anos atrás, havia craques e bons jogadores na minha rua. Nas ruas adjacentes também. Tanto que os jogos “Contra” cada time com o uniforme de sua rua, eram verdadeiros jogos de futebol.

Menos mal que a molecada correu um pouco mais que no jogo anterior, não envergonhou o Manto, vencemos e colocamos mais 3 pontinhos na sacola. Somos líderes lugar onde já estamos acostumados e os menores continuam dando vexame.

Parece que no próximo “jogo” entraremos com os titulares. Será? Espero que sim, não por achar que jogarão melhor, mas sim por que acho que esses come e dorme têm que fazer alguma coisa pra compensar a mariola e pegar ritmo de jogo pra Liberta.

Saudações.


20 janeiro, 2014

PACIÊNCIA


Mulambada,

Não é possível que depois de anos de futebol ainda vermos tantos idiotas nos estádios.

Não posso imaginar que em pleno século 21 ainda exista tantos com pensamento tão prenotado.

Era o primeiro jogo da temporada, jogo este “desprecedido” de uma pré-temporada decente, estavam em campo garotos sem ritmo de jogo, sem preparo físico e pouco conjunto.

O QUE QUERIAM?

Que os moleques voassem em campo e aplicassem uma sonora goleada? Se esperavam isso, por que reclamaram dos preços dos ingressos? Por que não lotaram o Maraca?

Afinal faziam quase 2 meses que não víamos o Flamengo em campo e a saudade era grande.

Foi um jogo arrastado, ritmo de treino é verdade, mas consegui ver coisas boas. Ao contrario dos sabichões de plantão eu gostei do jogo do Matheus. Perdeu um gol feito, é verdade, mas quem não perde. Já vi coisas piores de muito craque.

Digão deu 2 ou 3 passes longos mostrando que tem visão de jogo e que está mais solto este ano.

Parece que o Gabriel ta virando ômi.

Vi um Muralha caindo pela direita executando boas jogadas de ataque, função que eu desconhecia fazer parte de seu repertório.

Welinton fez um gol e fez uma partida bem melhor do que as melhores que fez anos atrás.

O que dizer de um Feijão que nem teve tempo de cozinhar?

Paulo Victor jogou como Paulo Victor, mantendo a boa regularidade e os demais jogaram aquela bolinha que se espera em início de temporada.

No final o time sentiu o calor, o esforço despendido e tomamos um sufoco que a má pontaria dos caras garantiu os 3 pontos que é o que importa nessa joça.

Os outros 2 ditos grandes se comportaram como médios que são e empataram enquanto o recém reduzido a pequenino sofreu sua primeira derrota.

Resumindo, nada de novo, tudo velho. Todo ano é a mesma coisa. Altos e baixos provenientes da falta de tudo: treinamento, conjunto, técnica; essas coisas primordiais para um bom jogo.

Até esse texto está morno e meio sem graça.

Com poucas possíveis novidades, é esse o time que jogará o Carioqueta safado, precisamos dessa garotada este ano e no futuro.

Se vamos evoluir, só o tempo dirá. De certo mesmo é que temos de ter paciência, temos que incentivar essa molecada eles são o nosso futuro, ao menos por em quanto.

Saudações.


18 janeiro, 2014

HEGEMONIA


Mulambada,

Está para começar mais um deficitário Carioqueta. Deficitário para os clubes, que investem, formam ou compram jogadores, montam estrutura, etc., etc., etc.

Para a FERJ é uma molezinha. Os caras só tem que bolar um regulamento fajuto (que no final vai dar merda), organizar umas coisinhas, manter meia dúzia de come-dorme e no frigir dos ovos embolsam a maior parcela de toda a bolada.


E para os clubes?

“O salário ó!!!”

Mesmo assim há quem fique empolgado. Eu não me empolgo muito, mas sou dos que se o Flamengo está competindo, tem que ganhar. Mesmo sendo a Liberta o foco principal do ano. Temos sim que poupar jogadores e jogar os torneios menos importantes com reservas. É bom pros caras que se movimentam e se mantém prontos e motivados para uma eventual necessidade no time principal.

Até porque, para enfrentar esses times pequenos e médios recorrentes na 2ª e na 3ª divisões, nossos moleques bastam.

Para esse ano em que estaremos lutando em várias frentes, a Diretoria contratou alguns jogadores. Os entendidos dizem que foram boas contratações e que o Mengão estará mais forte este ano. Espero que sim.

Já li e ouvi várias análises de cada uma das contratações e caguei e andei para todas elas. Já está mais do que sabido que aqui, no Maior de Todos, a banda toca diferente, vivemos sob ventos, chuvas e raios tempestuosos 24 horas por dia, mesmo em tempos de alegria. Sendo assim, não importa se o jogador é bom de bola o que importa é ele continuar sendo após vestir o Manto. E isso, meus caros Mulambos, não é para qualquer um e só o tempo dirá o que esses chinelinhos vieram fazer na Gávea.

Há em nossa maravilhosa História vários exemplos disso. O Carlos Eduardo foi o último deles. Neste caso pode ser até que esse ano o cara vire ômi e passe a jogar bola, mas até agora ...

Não havendo o que elucubrar sobre isto, passemos a outro assunto, correlato, em que os incautos se esquecem da matemática e costumam se enrolar.

É sabido que a mídia seja ela escrita, filmada, falada e suas demais versões estão sempre de olhos e ouvidos em busca de assunto que as façam vender jornais, revistas, audiência e consequentes anúncios. Nós, seus únicos clientes somos os que os fazemos correr atrás para que tenham nossas atenções pelo maior tempo possível e assim angariar os anunciantes que, com essa exposição, tentam nos vender seus produtos.

Exatamente aqueles que tiram sua concentração do seu interesse principal ao adentrarem na sua casa sem serem chamados dentro de jornais, revistas, filmes, classificados, novelas, etc.

É a lei da sobrevivência baseada em uma simples formula:

A quantidade de dinheiro investido no programa é proporcional a quantidade de anúncios que por sua vez, é proporcional a atratividade do mesmo (programa).

Resumindo, seu interesse atrai os que te atrapalham.

E não adianta reclamar, pois são eles que sustentam a “porratoda”. Sem eles, não há programas e/ou, novelas e/ou reportagens para entretê-los. É um circulo de interdependências sem fim.

Está tudo certo, isso se chama Marketing e hoje é uma das moedas mais valorizadas do planeta.

É exatamente isso que faz os clubes de futebol correrem atrás de patrocínios másters e afins, sujando suas camisas com as logomarcas desses patrocinadores.

Entretanto, há um problema grave de bastante relevância no cenário marqueteiro em que vivemos.

Trata-se do mau profissional. Eles vivem e se multiplicam como ratos em todos os seguimentos de nossa sociedade. No caso do jornalismo, é aquele que a qualquer custo quer conquistar mais espaço nas grades e pautas dos meios de comunicação, conquistando assim o seu próprio  espaço.

São inescrupulosos que fabricam notícias ou se utilizam de jogo de palavras nos títulos de suas reportagens fazendo você pensar uma coisa e quando vai ler é outra, menos impactante. Ou ainda se utiliza de fatos outros de áreas diferentes daquela em que atua.

Há alguns anos convivemos com esses inúteis com suas reportagens onde geralmente estão envolvidos jogadores do Flamengo em atitudes não condizentes com o que preconizam os dogmas da sociedade. São ações tomadas fora das quatro linhas que limitam o jogo ou área de treino. E com matérias sobre elas tentam liga-las ao Mais Querido.

Mas por que isso?

Simples, somos a Nação, mais de 40 milhões de clientes espalhados pelo mundo, ávidos por notícias do Maior de Todos. Quanto mais notícias, mais atenção eles têm de nós e mais anúncios são vendidos fazendo o ciclo girar.

Isso acontece com todos os clubes?

Claro que sim, mas o pequeno número de interessados (torcedores) dos demais não atrai os inescrupulosos fabricantes de notícias com tanta frequência.

Lembram, há alguns anos, quando o Botafogo foi eleito o maior devedor do planeta?

Nada aconteceu, a notícia nasceu e morreu em algumas horas. Imaginem se fosse o Flamengo. Aconteceu no ano passado quando divulgados os 750 milhões de dívidas.

Lembram-se do caso em que faleceu um jovem nas instalações das categorias de base do Vice? A notícia sobreviveu por no máximo três dias. Ah se fosse  no Flamengo!

E o caso do Jorbisson que foi criado, saiu e voltou inúmeras vezes, mas ninguém liga suas travessuras embaladas em cocaína ao dito glorioso.

Ainda hoje o Bruno, há anos nosso EX-goleiro quando vai a julgamento ou qualquer outra coisa sobre seu caso, vira notícia ligada ao Mais Querido.

Enquanto isso, em poucos dias os gambas assassinos do garoto colombiano já foram esquecidos.

Os viceinos e atreticanos que saíram na porrada outro dia também.

“Mas Geraldo, por que você está com essa encheção de linguiça, contando o óbvio?”

Ora Mulambada, por conta dessa tal de Hegemonia na conquista de Campeonatos Cariocas.

Todo início de ano é a mesma esparrela.

Uma historinha contada para boi dormir de que nem tão importante fato está há uma edição de ser decidida.

Isso é uma balela sem tamanho, fabricada por esses inescrupulosos jornalistas pouco preocupados com a veracidade da notícia, mas sim em vender espaço para vender o seu.

Eu explico.

Assim como você não pode competir com alguém que não tenha as mesmas características que as suas, ninguém pode comparar histórias diferentes ainda mais se o fator tempo for uma variável de importância considerável.

É por isso que existem as categorias nas lutas, na vela, no automobilismo e as divisões no futebol, entre outros.

FATO!

No caso específico da Hegemonia Estadual, não pode ser diferente, principalmente se levarmos em consideração o tempo, neste caso a 2ª principal variável.

Vejamos então porque:

São muitos anos de História a serem considerados, sendo assim, consultando a tabela abaixo, temos que até 2013 o pessoal de LaranGayras conquistou 31 títulos; enquanto o Maior de Todos tem em seu imenso e inigualável Salão de Troféus 32 taças.


Números que aquele repórter mau caráter usa para dizer que a diferença obtida para a Hegemonia conquistada pelo Flamengo é tênue ou 1 título.

E o incauto e bobinho torcedor cai na esparrela que a mídia constrói para desmerecer nossas conquistas aumentando a audiência.

Bando de Filhos da Puta!

Os safados que costumam utilizar números frios e ditos incontestes para mostrar a superioridade de um time sobre outro em sacouts duvidosos, não os utiliza para definir outras dúvidas no mesmo esporte.

Uma vergonha!

“Tudo bem Geraldo, o Flamengo é o detentor da Hegemonia, o que você quer mais?”

Mulambada, quando dizemos que somos os Maiores do Estado e do país, não o fazemos baseado em diferenças tênues.

Não somos fanfarrões como costuma urrar a Arco-Íris fétida, invejosa e mal vestida. Temos História e uma imensa coleção de troféus lá na Gávea para endossar o que os ignorantes chamam de megalomania.

E no caso específico da Hegemonia Estadual os números reais a serem considerados, nunca foram ditos. Claro, assim não vende jornal.

Vejamos.

O 1º postulante ao título de Hegemônico, o time de futebol lá de LaranGayras foi fundado em 1902 tendo 110 anos de sub-existência,

O 2º postulante, o Clube de Regatas Flamengo, foi fundado em 15 de novembro de 1895, portanto mais velho 7 anos. Surgiu sim em 1895, mas como um clube exclusivo de remo (Regatas). Nosso futebol nasceu em 1912, portanto, hoje temos 101 anos futebolísticos, ou seja, somos mais novos 9 anos do que o 1º postulante.

Esse fato desmente outra abobrinha “bostejada” pelos menores e ignorantes, de que o Flamengo nasceu do Florminense. Mas isso é outra história que pretendo escrever quando tiver saco.

Porém, não posso apenas tirar 9 títulos do lado de lá, seria injusto e estaria me igualando aos incompetentes em uma tremenda safadeza.

Entre 1902 e 1912 elas conquistaram 6 títulos (veja na tabela marcados na cor rosa), um deles dividido com o pessoal da carrocinha em 1907 e são apenas esses 5 títulos que vou desconsiderar dos 31 e teremos 26 títulos das moças do lado de lá.

Dessa forma, os números reais e corretos a se considerar em uma análise honesta são:

Flamengo 32 Títulos x 26 Flores.

Sendo a diferença 6, o equivalente a quase 19% de títulos do Flamengo, e 23% dos das meninas, essa diferença não pode ser considerada tênue.

Mas a história não termina nisso, estamos esquecendo outra variável bastante importante nessa porratoda.

Ha mais de 12 anos que uma empresa de plano de saúde passou a comprar jogadores para os falidos lá de LaranGayras. Trouxeram grandes jogadores é verdade, apesar de debilitados em termos de saúde; e até conquistaram uns titoloszinhos.

Então, se considerarmos que essa empresa é que banca a “porratoda” por lá e que sem esses jogadores essas conquistas seriam impossíveis, podemos dizer que há 12 anos é outro time que disputa os campeonatos e não o Florminense.

Desta forma, para obtermos números mais honestos nesta hegemonia, temos que desconsiderar os 3 (trêizinho apenas -  assinalados na tabela na cor pink) Cariocas conquistados nesta época. Com isso a diferença aumenta para:

Flamengo 32 Títulos x 23 Flores.

Nos dois casos, são números incontestáveis que nem mesmo uma possível ação em âmbito judicial, como é de praxe da escória, seja desportivo ou não, não conseguirá invalidar.

Sendo assim, se for para fazer uso de algum tapetão a que se desenrolar o tapete vermelho para a triunfal passagem do Inconteste Hegemônico do Estado do Rio de Janeiro, o Portentoso Clube de Regatas Flamengo.

Sendo assim, meus caros, ao ouvir, ler ou ver algo sobre o Mais Querido, pare e pense antes de acreditar. Principalmente aquelas notícias que tentam comparar menores com o Maior de Todos.

Saudações.


12 janeiro, 2014

QUE VENHA 2014


Mulambada,

Voltando devagar, bem devagarinho, ao estilo malandro de Martinho da Vila.

Meio de fora das novidades e preocupado apenas com o que já está concretizado, venho aqui iniciar os trabalhos deste novo inesperado 2014.

Inesperado, pois todos sabem que adentramos o 2013 sem nenhuma pretensão. Era e foi ano de faxina geral nas contas quando fomos avisados em todos os meios de comunicação, redes sociais, mesas de bar e salões de casas de meretrício que o máximo que iríamos ter no final do ano seria a manutenção do Maior de Todos na 1ª divisão do Brasileiro.

Liberta seria para 2015.

Já deixou de ser novidade que conquistamos nossa 3ª Copa do Brasil de forma inconteste, dentro de campo, seguindo as regras com o imprescindível apoio da sempre onipresente Nação, a força do Manto Sagrado e a única coisa boa que Mano Meneses fez no Flamengo que foi chamar nossos come-dorme de burros.

Os caras estavam no maior chinelinho lá no Ninho do Urubu, fazendo porranenhuma e quando ouviram o “professor”, ficaram putinhos e resolveram correr atrás da mariola.

E ainda se dizem profissionais. PQP!

A imprensa que se diz entendida dizia que nosso time era ruim, os da Arco-Íris safada, fétida, invejosa e mal vestida engrossava o coro. E hoje é do Mengão que esse monte de sabe-tudo quer tirar jogador.

Sairam o Adryan e o Rafinha. Não está confirmado, mas devem sair o Elias, o Hernane, Luiz Antônio e sei lá mais quem.

Às viúvas de jogador que se contenham. Mantenham a postura, as calcinhas no lugar e caguem e andem para quem vai. Eu aqui agradeço pelo esforço, pelo título, mas quem quer sair que saia logo e pare de mimimi.

Acho os empréstimos de Rafinha e Adryan uma boa. Os caras têm que virar ômi. Foi assim com a Andrade quem sabe esses meninos não crescem vendo que longe do Mais Querido nada são e assim caem na real.

Temos que nos preocupar com quem fica e principalmente com quem vem. Não importa se o cara é bom, se podia ter vindo coisa melhor, etc. Importa que os caras estão aí, vão vestir o Manto e sendo assim, passarão a ser os melhores do mundo.

É com esse bando que vamos aos gramados esse ano, então é para eles que vou torcer. Não importa nome.

Lembrem-se que Liberta era para 2015, antecipamos um objetivo. Temos de correr atrás para vencer é fato, mas o que importa mesmo é estarmos nela em 2015. Esse era o planejamento e planejamento é para ser cumprido.

Se inesperadamente vencermos esta, como fizemos com a Copa do Brasil, será outro fast-tracking que deve ser aproveitado, mas será outra antecipação.

Carioca, outra Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, mesmo sendo menos importantes, não são para serem desprezados o foco é a Liberta, mas se der quero tudo lá na Gávea, até título de Cuspe à Distância. Afinal, foi ganhando tudo que o Mengão se tornou este invejado gigante. Não podemos ir contra a natureza.

VAMU QUE VAMU MENGÂO!!! PRA CIMA DOS ALEMÂO!!!

Mas que seja como sempre, dentro de campo, seguindo as regras, falcatruas e armações, deixemos para os incompetentes de sempre.

Saudações.