Mulambada,
QUE COISA ORROROZA!
Isso mesmo, orroroza sem “H” e
com “Z”.
Tava pensando que só porque sou
Mulambo ia errar essa? Aqui tem corretor ortográfico.
Hehehe!!!
Não é como lá no Flamengo
onde os erros também são uma constante, mas não há corretor passográfico.
Não consigo entender que
jogadores ditos profissionais errem tantos passes.
Não entendo como nosso técnico, o
grande Jayme, que jogou com muitos craques, não consegue fazer esse bando
aprender alguma coisa daquilo que já deveriam saber e com o qual ganham o leite
que alimenta suas proles e demais puxa-sacos que os cercam.
Ao menos o básico já seria suficiente
a nos fazer ir ao estádio ou para frente da TV com algo mais do que a paixão
que nos mantem ligados ao Maior de Todos desde que nos entendemos por gente.
Mas não podia ser diferente, com
a escassez de técnica que reina no país do samba, cerveja e da bola. Você pode
até ser ex-presidente que ao contar nos dedos de uma mão os times que jogam um pouco de futebol, ainda sobrarão dedos. Sim meus caríssimos Mulambos,
dedos no PLURAL mesmo!
Mas jogávamos contra os Vices e
contra esses peles não é necessário muita coisa. Há muito que neste ex-clássico
a disparidade de forças é enorme. Os números estão aí para confirmar que os
caras não são mais páreo para o Mais Querido, mesmo se este estiver em situação
precária, como nos últimos anos.
Não importa, pode ser no
Carioqueta, na Copa do Brasil, no Brasileiro, no torneio de várzea ou no de
bolinha de gude da esquina, os 3 pontinhos de cada partida são garantidos.
Há as exceções e como exceções
devem ser tratadas. Exceções provenientes do capricho dos Deuses na tentativa
de quebra de um paradigma inquebrável.
Ainda há os que acreditam nessa
possibilidade. Fazer o que? Cada um com sua fé.
E ontem foi dia de exceção.
Perdemos dois dos os tradicionais 6 pontos certos com que iniciamos cada
Campeonato Brasileiro em que os Vices não estão na 2ª divisão.
Jogamos mal é verdade, muito mal,
mas não tão mal ao ponto de ao menos empatar com o Vice. O bando de lá é muito
pior do que o bando de cá, começando pelo salário que lá está atrasado.
Mas o que fez acontecer tamanha
injustiça?
Ora meus caros, nossa falta de
recursos.
Começamos bem, mesmo erando muito
perdemos duas boas oportunidades e fizemos um gol em belíssima jogada de Cris
(o zagueiro deles). Hernane mais uma vez.
E foi só, eles nada fizeram nessa
etapa que vencíamos com justiça.
No segundo tempo a mediocridade
do primeiro se repetia, o cansaço voltava a tirar a concentração de nossos “craques”
e o sono tirava a minha. Não tenho vergonha de dizer que perdi alguns lances e
já me disseram que não perdi nada.
E nossa falta de recursos impedia
de construir algo parecido com uma jogada. Era farta a distribuição de chutões
na redonda e tapas, empurrões e pontapés que o juizinho incompetente insistia
em não ver.
Colegas de profissão gastaram
grande parte do tempo de jogo se agredindo, ao ponto de próximo dos 60 minutos
de bola “rolando” já haverem sido marcadas 60 faltas; sem falar nas não
marcadas, resultando em média de uma falta por minuto.
Pode isso Arnaldo?
Eles acharam um gol em falha
absurda de João Paulo devolvendo o fair-play de nosso gol.
Melhorou um pouco perto do final
da pelada, mas nada que merecesse eu perder tempo em escrever a não ser dar os
parabéns ao Leo Moura pelos 450 jogos vestindo o Manto. Tá certo que em muitos desses
jogos ele só assinou a súmula, mas ainda tem crédito com a Nação. Pouco crédito, diga-se de
passagem.
Então, por hoje não há mais o que
fazer aqui a não ser computar mais um mísero pontinho naquela que está se
tornando tradicional continha para fugir da zona dos impuros.
Faltam 11.
Saudações.

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