25 novembro, 2013

TÁ BOM PROCÊS? IDIOTAS!


Mulambada,

Segundo o dito popular:

“Para bom entendedor meia palavra basta:”

Como sei que a Mulambada de burra nada tem, o problema é a falta de escolas e demais necessário a uma vida descente, tenho certeza de que todos que vestem Vermelho e Preto e moram no planeta terra se lessem meus últimos textos já entenderiam que para mim o Brasileiro de 2013 nada mais significa. E, por conta dessa verdade nada mais postei sobre ele.

Sei que não sou o único e desde que somamos os 45 pontos que escrevi que o Flamengo é incaível desde a data de sua fundação. E assim permanecerá até o final dos tempos.

“Os Deuses saberão que no dia que o Maior de Todos cair para o Reino dos Impuros, este será o primeiro aviso para ordenarem toar as trombetas de anuncio ao apocalipse!”

A máxima “Time grande não cai!” traduz de maneira simples e direta a verdade dos fatos.

Mas a “ecletividade” da raça humana ainda faz nascer seres desprovidos de qualquer senso de realidade. Talvez devido ao a partir de 14 de julho de 1789, quando da queda da Monarquia Francesa, devido aos longos anos em que muitos passaram a ser doutrinados pelas leis da tríade “Liberté, Égalité, Fraternité.

Poucos sabem que as palavras que formam essa tríade são completamente excludentes umas das outras. É impossível haver uma sem que as outras duas não sejam sufocadas por esta. A política está aí para ilustrar de forma inconteste essa afirmação.

E com o Flamengo, não é diferente. Não é possível fazer comparações entre nós e os demais que compõem a cadeia de interdependência do futebol nacional e talvez mundial, por nós liderada.

Mesmo assim, aqueles que não entendem a diferença continuam tecendo comentários infundados ao tentar explicar o Maior de Todos.

Se apoiam nas leis da física e matemática para projetar futuros escabrosos a cada ano que entra. Veem em uma fantasiosa bola de cristal coisas de fazer inveja à Mula Sem Cabeça e seu companheiro Boi da Cara Preta.

Estariam certos se estivessem se referindo ao comum. Aos que obtém suas conquistas sob o véu da dúvida e desonestidade. Aqueles que recebem convites à abandonar divisões inferiores, à participar de Mundiais arranjados, à receber taças de campeonatos de divisões em que não participaram, ou taças aos montes como xepa de fim de feira.

Para eles a matemática também não vale a física muito menos. Albert Einsten e seus colegas se contorcem em suas tumbas a cada armação consolidada.

E essas armações são frequentes, parece que anteontem teve mais uma lá no Maracanã.

Neste caso, não acredito que a Instituição Campeã tenha algo a ver, mas a amizade entre seus jogadores talvez tenha os feito amolecer em prol de evitar uma quase que já consolidada queda dos Vices ao Reino dos Impuros.

E se confirmado deplorável ato, deixa a dúvida de quão profissionais são esses atletas e quão válido é o Movimento “Bom Senso” Futebol Clube.

Mas o Mais Querido é diferente, mesmo com todos os “experts” afirmando que estamos sempre rondando o supra referido Reino dos impuros, mesmo com todos eles afirmando que somos inferiores e antecipando que perderemos todos os jogos; nós mostramos em campo, onde as coisas são decididas por homens ilibados, que na Gávea não é assim que a banda toca.

E quando menos se espera, surge no horizonte nem que um amontoado de ditos jogadores trajando o Manto Sagrado em retumbante renascimento rumo à glória.

Resta aos “experts” e seus pares membros da Arco-íris, safada, invejosa e mal vestida, sorver este fato como o veneno que anualmente os deixa estupefatos com tamanha capacidade que o Flamengo tem de ressurgir de suas infundadas profecias.

É o insosso presente de Natal que a Mulambada confere a esses peles, à ruminar enquanto tramam novas asneiras a espera do ano seguinte.

À 50 anos atrás, exatamente em 25 de novembro de 1963, Nelson Rodrigues, um dos poucos tricolores de bom senso escreveu, após mais uma vitória do Mengão:

“(...) Meu obrigatório personagem da semana é e só pode ser a camisa rubro-negra. Amigos, para os idiotas da objetividade, a camisa é um vago trapo, mas para quem conhece o Flamengo, a coisa é muito mais misteriosa, muito mais dramática. Nos momentos de catástrofe, o rubro-negro iça a camisa como um estandarte de chama. (...)”

E ontem, como sempre, o Flamengo mostrou aos atuais idiotas da objetividade que:

“O FLAMENGO É O FLAMENGO! PORRA!”

Estando todos os idiotas insatisfeitos com mais um ato disciplinador do portentoso Clube de Regatas Flamengo, passemos ao que realmente interessa nessa “porratoda”.

Vemo-nos no Maraca daqui a dois dias. E que os Deuses nos premiem por nossa Raça, nosso Amor e nossa Paixão.

Saudações,

Nenhum comentário:

Postar um comentário