Mulambada,
Segundo o dito popular:
“Para bom entendedor meia palavra
basta:”
Como sei que a Mulambada
de burra nada tem, o problema é a falta de escolas e demais necessário a uma
vida descente, tenho certeza de que todos que vestem Vermelho e Preto e moram no planeta
terra se lessem meus últimos textos já entenderiam que para mim o Brasileiro de
2013 nada mais significa. E, por conta dessa verdade nada mais postei sobre
ele.
Sei que não sou o único e desde
que somamos os 45 pontos que escrevi que o Flamengo é incaível desde a data de sua fundação.
E assim permanecerá até o final dos tempos.
“Os Deuses saberão que no dia que
o Maior de Todos
cair para o Reino dos Impuros, este será o primeiro aviso para ordenarem toar as trombetas de anuncio ao apocalipse!”
A máxima “Time grande não cai!”
traduz de maneira simples e direta a verdade dos fatos.
Mas a “ecletividade” da raça
humana ainda faz nascer seres desprovidos de qualquer senso de realidade.
Talvez devido ao a partir de 14 de julho de 1789, quando da queda da Monarquia
Francesa, devido aos longos anos em que muitos passaram a ser doutrinados pelas
leis da tríade “Liberté, Égalité, Fraternité.
Poucos sabem que as palavras que
formam essa tríade são completamente excludentes umas das outras. É impossível
haver uma sem que as outras duas não sejam sufocadas por esta. A política está
aí para ilustrar de forma inconteste essa afirmação.
E com o Flamengo, não é diferente. Não é
possível fazer comparações entre nós e os demais que compõem a cadeia de interdependência
do futebol nacional e talvez mundial, por nós liderada.
Mesmo assim, aqueles que não
entendem a diferença continuam tecendo comentários infundados ao tentar
explicar o Maior
de Todos.
Se apoiam nas leis da física e
matemática para projetar futuros escabrosos a cada ano que entra. Veem em uma
fantasiosa bola de cristal coisas de fazer inveja à Mula Sem Cabeça e seu
companheiro Boi da Cara Preta.
Estariam certos se estivessem se
referindo ao comum. Aos que obtém suas conquistas sob o véu da dúvida e
desonestidade. Aqueles que recebem convites à abandonar divisões inferiores, à
participar de Mundiais arranjados, à receber taças de campeonatos de divisões
em que não participaram, ou taças aos montes como xepa de fim de feira.
Para eles a matemática também não
vale a física muito menos. Albert Einsten e seus colegas se contorcem em suas
tumbas a cada armação consolidada.
E essas armações são frequentes,
parece que anteontem teve mais uma lá no Maracanã.
Neste caso, não acredito que a
Instituição Campeã tenha algo a ver, mas a amizade entre seus jogadores talvez
tenha os feito amolecer em prol de evitar uma quase que já consolidada queda dos
Vices ao Reino dos Impuros.
E se confirmado deplorável ato, deixa
a dúvida de quão profissionais são esses atletas e quão válido é o Movimento “Bom
Senso” Futebol Clube.
Mas o Mais Querido é diferente, mesmo com
todos os “experts” afirmando que estamos sempre rondando o supra referido Reino
dos impuros, mesmo com todos eles afirmando que somos inferiores e antecipando
que perderemos todos os jogos; nós mostramos em campo, onde as coisas são
decididas por homens ilibados, que na Gávea não é assim que a banda toca.
E quando menos se espera, surge
no horizonte nem que um amontoado de ditos jogadores trajando o Manto Sagrado
em retumbante renascimento rumo à glória.
Resta aos “experts” e seus pares
membros da Arco-íris, safada, invejosa e mal vestida, sorver este fato como o
veneno que anualmente os deixa estupefatos com tamanha capacidade que o Flamengo tem de ressurgir
de suas infundadas profecias.
É o insosso presente de Natal que
a Mulambada
confere a esses peles, à ruminar enquanto tramam novas asneiras a espera do ano
seguinte.
À 50 anos atrás, exatamente em 25
de novembro de 1963, Nelson Rodrigues, um dos poucos tricolores de bom senso
escreveu, após mais uma vitória do Mengão:
“(...) Meu obrigatório personagem
da semana é e só pode ser a camisa rubro-negra. Amigos, para os idiotas da
objetividade, a camisa é um vago trapo, mas para quem conhece o Flamengo,
a coisa é muito mais misteriosa, muito mais dramática. Nos momentos de catástrofe,
o rubro-negro iça a camisa como um estandarte de chama. (...)”
E ontem, como sempre, o Flamengo mostrou
aos atuais idiotas da objetividade que:
“O FLAMENGO É O FLAMENGO! PORRA!”
Estando todos os idiotas insatisfeitos
com mais um ato disciplinador do portentoso Clube de Regatas Flamengo, passemos
ao que realmente interessa nessa “porratoda”.
Vemo-nos no Maraca daqui a dois
dias. E que os Deuses nos premiem por nossa Raça, nosso Amor e nossa Paixão.
Saudações,
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