12 agosto, 2013

PRESENTE DO DIA DOS PAIS


O ESTREANTE QUASE FEZ O DELE


Mulambada,

“Vencemos, 3 x 2. Mas o placar não traduz o que foi o jogo!”

Essas foram as palavras que ouvi ao ligar para um dos com quem vejo os jogos. As comemorações do dia me obrigaram a não receber ao vivo e a cores o meu segundo melhor presente deste dia tão importante.

Passei a tarde toda com amigos familiares e outros pais em uma casa ótima, mas sem “pay-per-view”, então, não pude ver o jogo.

Acompanhei como pude pelo celular junto com meu filho e claro não é a mesma coisa.

Saber do primeiro gol foi um desastre, mas não estar vendo faz o tempo passar mais rápido devido ao papo, a comida e a cerveja. Logo veio o segundo e após o intervalo o terceiro, me fazendo sonhar com uma goleada.

O segundo tempo foi mais lento. Porém, conforme os 90 minutos iam se aproximando, confirmando a vitória, eu ia me acalmando.

Exatamente às 18:08 horas (está no celular) meu amigo proferiu a frase que iniciei o texto seguida de:

“Estou enrolado aqui, depois te ligo com calma para te contar.”

Então, havia algo para ser contado? Isso aliado ao placar de 3 x 1 que durou 89 minutos me deixaram ávido para ver aquilo que as informações colhidas até então diziam ter sido um show de bola do Mais Querido.

Nem as últimas apresentações conseguiam anuviar essas imagens.

Esperar chegar em casa para o VT foi um martírio. Não podia apenas abandonar as pessoas e ir embora, alguns estavam de carona comigo e eu era um dos homenageados.

Estava convicto do baile e o enorme caminho de retorno para diante da minha TV ficava mais longo à cada quilômetro percorrido.

Enfim, Consegui chegar. Liguei a TV e estava começando a retransmissão.

A escalação com dois cabeças de área que sabem jogar e dois meias ofensivos, na estreia de André Santos, confirmava meus devaneios.

E a bola então rolou.

O início confuso mostrava o Flamengo bem na defesa e enrolado do meio para frente. As flores não conseguiam nada, mas nós também nada fazíamos de produtivo. Muitas faltas e passes errados foram uma constante.

Após fazermos duas boas jogadas, Leo Morto enfim estreou no ano e jogava bem, eles então, em sua primeira jogada ofensiva, conseguiram seu gol. Mais um erro da defesa. Walace em vez de isolar a gorducha entregou para o inimigo apenas chutar de prima na cara do Felipe. Sem comentários.

Dada a saída e o jogo continuou morno, faltoso e com muitos passes errados.

“Filho! Ok! Está no começo, estamos com um jogador novo no meio de campo, isso mexe com todo o time, vamos esperar mais.”

O desejo de ver nosso time jogando bola, encurralando as meninas de Larangayras em seu campo e cansando de perder gols que as palavras de meu amigo e o placar sugeriam, era enorme.

Permaneci atento aos movimentos de cada peça do tabuleiro verde listrado.

Alguns minutos depois, aos 25 de jogo, Elias, sempre ele, empata ao receber belo passe de Hernane.

Apenas 6 minutos depois Leo MOURA fez uma LINDA jogada e deu passe milimétrico para Hernane fazer o dele, de letra.

Era VT, não tem intervalo e o Flamengo voltou no mesmo ritmo. Certo que perdeu quatro boas oportunidades, mas o jogo permanecia morno.

Foi preciso 31 sonolentos minutos, que de importante apenas o pênalti claro a nosso favor que o juizinho não marcou, para nosso terceiro gol, o segundo de Hernane.

Mais sonolência e aos 48 minutos, Felipe que vinha bem aceitou, com sua mão de alface, bola lenta em seu canto direito.

A essa hora as palavras de meu amigo eram claras. Fomos superiores é verdade e muito (eu diria menos ruins), mas o jogo não foi bom e 5 gols é um número muito alto para aquilo que aconteceu em campo.

Mais uma vez demos mole, mas dessa vez tínhamos lastro de 3 gols. Os 3 pontos na conta do banco foram o melhor presente para os pais Rubro-Negros.

Ao menos, parece que aprendemos a lição. Todo jogo precisamos ao menos fazer 3 gols, pois sempre levamos um do homenageado (desta vez era o 100º jogo do Sobis vestindo aquele trapo) ou nossa defesa entrega outro. Foi o que aconteceu e desta vez as duas coisas.

As meninas de Laranguayras ficaram assanhadinhas no início e até tiveram seus momentos durante o jogo, mas o destaque deles foram os faniquitos de seu centroavante. Esse menino anda muito nervoso e está tendo umas atitudes covardes, coisa de moleque. Ele está agredindo seus adversários, companheiros de profissão. Tudo bem que há motivos de sobra para esse faniquito todo afinal era o Mengão Poderosão que estava em campo e isso abala as já combalidas estruturas das tricoletes, mas alguém precisa avisar pra esse garoto que a vida é assim mesmo ela flerta com os melhores e os melhores, somos nós.

Saudações.



08 agosto, 2013

THE CHOSE IS BLACK!


Mulambada,

Desde que a nova diretoria assumiu que estamos sendo avisados de que esse seria um ano duro. Se houvessem conquistas seriam por conta da obra do além por intermédio de São Judas Tadeu.

Fomos avisados que a prioridade seria o saneamento das contas para obtenção das CNDs e com isso almejar patrocínios suficientes à pagar as dívidas e se sobrasse um capilé este seria gasto em contratações medianas. A aposta seria nas categorias de base e a experiência dos mais velhos para guia-los pelos caminhos tortuosos do futebol.

Iniciamos o ano de forma contundente conquistando vitórias inesperadas contra os times médios da capital. Perdemos o 1º turno por detalhes e em uma queda vertiginosa, o 2º por pura falta de vergonha na cara.

Veio a intertemporada e a chegada de desconhecidos ditos promissores. Balela! Carlos Eduardo continuava sendo trabalhado para nos proporcionar grandes alegrias. Balela!

E seguimos nossa vidinha sem vergonha de altos e baixos.

Em abril a grande bomba. Abriram a Caixa de Pandora e descobriram que o que se devia era bem mais do que parecia. O mal que dezenas de administrações anteriores deixaram era bem maior que o que se imaginava. 750.000.000 não é pouca grana e isso fez com que nossos modestos planos não pudessem ser efetivados.

Em maio teve início a Copa do Brasil e com seus primeiros jogos, dificílimos por sinal, contra os miúdos do país.

O Brasileiro também começou em maio e muito mal.

Nesse meio tempo, mudamos de técnico uma vez e depois mais uma após a segunda intertemporada devido a Copa das Confederações. Jogamos muito, treinamos mais ainda, mudamos de técnico duas vezes e continuamos a nos apresentar mal. Foram seguidos empates, derrotas e pouquíssimas vitórias que nos deixaram onde estamos, na mesma.

Os dias, semanas e meses passaram e não evoluímos. Tivemos rompantes de algo parecido com futebol nas escassas vitórias e nada.

Ontem foi o mesmo. Após uma exibição razoável quando finalizamos a galinha mineira, pisamos na merda e voltamos a nos apresentar mal. Mais uma vez um time minúsculo se põe à frente de nossa trajetória tornando-a claudicante.

Mais um empate nos acréscimos do segundo tempo em um gol de goleiro, o mesmo goleiro de ha 10 anos em mais uma vergonha.

O empate seria normal se os que vestiram o Manto tivessem se comportando como jogadores profissionais de futebol, mas não, eles só o são na hora de exigir seus direitos, seus deveres ficam a mercê das festinhas ou noitadas quase que diárias.

Não há o que escrever daquela pelada sem vergonha. Aguardemos domingo para ver o que acontece.

Eu sabia que ia ser difícil, mas não vergonhoso.

Sim meus caros, a coisa está mais que preta.

Saudações.



04 agosto, 2013

SEM NOVIDADES



Mulambada,

Com certeza devido ao apresentado no jogo anterior a Nação preferiu ficar em casa. Apenas pouco mais de 20 mil botaram a cara pra bater. Mesmo assim fomos maioria esmagadora.

Misturados aos poucos torcedores do outro time, provavelmente estavam preocupados com as perspectivas.

Essa mistura fazia os catequisados dizer que o convívio padrão FIFA entre os comportados torcedores “rivais” deveria ser incentivado. O objetivo é diminuir a violência.

Eles se esquecem que esse problema tem origem em outra coisa e não na separação das torcidas. O problema também não está nas torcidas organizadas como outros dizem.

O problema está no não cumprimento das leis, apenas isso. Mas as otoridades não conseguem resolver o problema na origem então saem inventando medidas paliativas enganando os trouxas. Se as leis fossem cumpridas os bandidos que circulam livremente pelas ruas e estádios do país estariam TODOS presos.

Os mesmos que falam essas asneiras são os mesmos que acham bonito o desfraldar das bandeiras, o desfile dos bandeirões e os belos mosaicos. Agora eu pergunto:

“Como ter bandeiras e bandeirões sem as organizadas?”

“Como ter mosaicos sem a separação das torcidas?”

Então ,meus caros o que tem que acabar é essa molezinha de bandido ou vândalo andar solto por aí.

Muitos outros boçais, com o intuito de minimizar a vitória de hoje, vão dizer que eles jogaram com o time reserva. É verdade, mas nós também jogamos com nosso time reserva. Aliás, estamos jogando com nosso time reserva faz anos. Ou alguém acha que isso que tem entrado em campo ultimamente é nosso time titular?

Não meus caros nosso time titular joga um mínimo de futebol, ao menos honra o Manto.

Portanto Mulambada esse bando que vez ou outra se apresenta razoavelmente ao ponto de conseguir muitos empates e escassas vitórias, como a de hoje, está longe de ser nosso time titular.

Essa galera que se reúne às quartas, sábados ou domingos para bater uma bolinha sem compromisso pode até vir a ser nosso time titular algum dia, mas só daqui há algum tempo quando os moleques virarem homi ao ponto de podermos cobrar algo.

Enquanto isso, vamos ter de nos contentar com os Leo Mortos e demais chinelinhos da vida.

Está nas inúmeras páginas de nossa brilhante História que o que caracteriza este embate de forças tão díspares é que não precisamos de nada mais além dos dez que entraram em campo hoje para mostrarmos à galinha mineira que quem manda no terreiro é o Urubu. PORRA!

Esteja onde o terreiro estiver.

É por isso que lá existe galinha preta.

E como bem diz o poeta minerim:

(...)
Pois seja o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te "esculachar"
Qualquer dia, amigo a gente vai se encontrar.
(...)

Faziam 2 rodadas que após enfim adquirirem prestígio pela recém conquista sul-americana que eles eram sacudidos impiedosamente. Hoje não foi diferente levaram três azeitonas cloaca adentro, sem dó nem piedade ou perdão. E foi pouco. Nossa ineficiência técnica os livrou de vexame maior.

Entramos em campo com mais uma modificação das inúmeras já testadas pelo dedo do Mano e dessa vez ele acertou desde o início. Uma coisa é necessário reconhecer. É preciso dar os parabéns ao Mano e seu dedo, pois já conseguimos entrar em campo com 10 e não sentir falta do 11º jogador.

Competente na marcação, a defesa esteve muito bem, mesmo no segundo tempo quando a mineirada tentou driblar sua condição genética fingindo cantar de galo.

Nosso meio de campo bem postado na hora de defender mostrava desenvoltura ao avançar nos contra ataques.

O ataque, mesmo desperdiçando alguns contra ataques por deficiência técnica, fez dois gols. O que reclamar de um ataque que faz dois gols? Tudo bem que foi contra as frangas lá Belzonti, mas em tempos de vacas magras vencer essa turma vira feito importante.

O terceiro foi do Cara, que jogou muito por sinal. Bem que ele podia ter um pouco mais de futebol.

Esse gol foi a gota d’água para a canja que foi servida no Mané Garrincha e serviu para lembrar ao Cuca que para ele, enfrentar o Maior de Todos continua dando azar.

Com a vitória, além dos 3 pontos, colocamos as penosas no seu devido lugar, a zona de rebaixamento.

Alguma novidade?

Não!

Portanto, não se empolguem, semana que vem a parada pode ser mais dura.

Saudações.


01 agosto, 2013

SEGUINDO O CALVÁRIO


Mulambada,

Todos sabem que não sou comentarista de porranenhuma e que nada entendo desse negócio que hoje chamam de futebol. Sendo assim, sabem que não tenho condições de traçar palavras sobre um assunto que deveria ser secundário à este que chamam de Violento Esporte Bretão. Não costumo e não gosto de citar qualquer coisa, por menor que seja sobre este tema que deveria passar despercebido em qualquer situação quando o assunto é futebol.

Também não alimento essa história de que aqueles que fazem a gestão desta atividade tenham armado sinistras artimanhas, planos abjetos ou estratégias obscuras a fim de prejudicar qualquer instituição que pertença a este mundo cheio de falcatruas. Não consigo ver nessa turma inteligência suficiente para a elaboração de qualquer tipo de ardil.

O problema é incompetência mesmo.

A falta de preparo e a não profissionalização e consequente má remuneração desta atividade faz com que aqueles que a exercem a considerem uma atividade tapa buraco cujos frutos tem a função de engordar os honorários obtidos em sua atividade principal e real fornecedora do leite das crianças. É como se ser Árbitro de futebol fosse a cobertura do bolo, desnecessária para a razão, mas significativa para a emoção.

É exercendo essa atividade que os chamados juízes conseguem conhecer o país e alguns até o exterior. É essa atividade que os possibilita viver suas fantasias nos quartos dos hotéis espalhados por esse imenso Brasil, à custa do esporte e ainda receberem por isso.

Dessa forma, o mais importante, o objetivo para o qual essa atividade foi criada é deixado em segundo plano restando a ela apenas o valor de um álibi vil.

Muitas medidas já foram tomadas:

- A introdução da tecnologia com a implementação de comunicadores entre os membros da equipe traria agilidade nas decisões. Antes o árbitro era o senhor em campo e se utilizava dos auxiliares apenas quando necessário. Seus erros e acertos eram claros e a responsabilidade por eles também. Com o rádio são mais dois à dar opinião e o possível ganho de tempo é perdido nas confabulações antes das decisões que deixaram de ter um responsável.

- A última foi aumentar o número de fiscais em campo. Ao alegar que mais olhos colocados em pontos estratégicos trariam mais segurança nas decisões dentro de campo, os gênios colocaram mais cérebros incompetentes em campo, ou seja, mais gente para errar.

Muitos são adeptos a utilização das imagens produzidas pela TV a fim de dirimir as tantas dúvidas de uma peleja futebolística; como já fazem outros esportes.

Eu não tenho opinião formada, mas há muito penso na questão. É latente a queda da qualidade técnica do futebol. Faz anos que não produzimos jogadores excelentes em quantidade como fazíamos há algum tempo, tanto é verdade que hoje no Brasileirão de 2013 os que se sobressaem têm mais de 35 anos. Desta forma, os jogos têm sido verdadeiras peladas onde o sono é nosso principal companheiro de muitas tardes e noites. São muitas faltas, agarrões dentro das áreas, impedimentos, bolas na mão ou mãos nas bolas, agressões e demais derivados da violência em que se transformou a técnica. São tantos os itens que dependendo do jogo este ficaria picado demais devido às diversas solicitações de averiguação via imagens.

Muitos jogos já são ruins de ver, como ficariam com tantas paralizações?

Ah! Os gênios viriam com a solução de permitir apenas um determinado número de solicitações por time por tempo de jogo; como faz o tênis. E eu pergunto:

“Como seria, por exemplo, no jogo de ontem depois de o Flamengo ter utilizado suas solicitações, acontecesse o lance do primeiro gol do Bahia? E no lance do gol anulado do Elias domingo passado?”

Foram dois lances capitais que poderiam ter mudado consideravelmente a história da partida e não poderiam ser considerados tirando o objetivo da medida.

Nestes dois casos e em muitas outras situações o prejudicado foi o Flamengo e em inúmeras outras, foram outros times.

É preciso que as cabeças pensantes, se é que elas existem, achem uma solução para o problema crescente há anos. Problemas que prejudicam várias Instituições e o esporte como um todo.

Posso não ter opinião formada quanto ao uso de imagens, mas tenho certeza que profissionalizar a atividade de Árbitro e Assistente de Futebol seria um grande passo para a melhoria da qualidade da atividade e do futebol como um todo, pois mais rigor iria contribuir com o surgimento de novos craques e a extinção desses cavalos que desfilam atualmente nos relvados deste que já foi o País do Futebol.

E aí sim, com mais qualidade em campo poderemos utilizar as imagens para tirar as dúvidas que provavelmente não serão tantas.

E vocês vão perguntar:

“E o jogo de ontem?”

Mulambada, não tenho palavras para definir o que foi aquilo. O Bahia deu um banho de bola, fez 3 gols e venceu.

Simples assim.

É fato que nosso time é ruim. Pode melhorar? Sim pode. Principalmente com a evolução dos moleques que por serem moleques estão sujeitos aos altos e baixos de início da profissionalização.

Dos mais experientes, tirando o Elias que ontem nada jogou, não espero muito, pois são ruins mesmo e dos idosos, só posso pedir que a diretoria mande fazer meia dúzia de placas de agradecimento aos bons serviços prestados e os mande plantar batatas.

Ao Mano, humildemente lembro que empates e derrotas levam à 2ª divisão.

E que São Judas Tadeu nos ajude.

Saudações.


29 julho, 2013

O DEDO DO MANO


1º TEMPO FUTEBOL?

Mulambada,

Nada de movo?

Pois é, faz tempo que não vejo algo parecido. Talvez na decisão da Copa das Confederações, na vitória contra a poderosa Esquadra Espanhola em que jogamos com muita gana, sorte e pouco de futebol.

Ontem foi o mesmo, guardando-se as proporções é lógico, estou falando da comparação da Espanha com nosso pseudo adversário de ontem; registre-se.

Não sei se já repararam que pouco escrevo sobre o adversário em meus textos. Só o faço quando há algo merecedor de elogio ou crítica extremos no mais, a mediocridade dos outros passa por aqui batida. Eles que cuidem de seus problemas ou promovam suas escassas alegrias.

Isto posto, não vou falar nada sobre o primeiro tempo, pois o Flamengo só esteve em campo na segunda metade dos 90 minutos regulamentares e acréscimos. FATO!

Entramos no jogo com Adryan e Hernane que se tornaram as gratas surpresas deste nosso reencontro com nossa ex-casa.

Ex-casa?

Sim meus caros, fizeram uma reforma que não pedimos e depois, sem mais nem menos tiraram nossa posse que há muito adquirimos com Raça, Amor, lágrimas, suor e paixão. Depois, entregaram em uma das maiores molezinhas da história, para meia dúzia de ratos que de tão insignificantes nem sabem o que fazer. Desde as negociações com os principais responsáveis por encher aquela baiuca até a venda dos ingressos todas as ações passam ao largo do tão bostejado profissionalismo Padrão FIFA.

Os dois entraram e mudaram todo o panorama do jogo e nosso futuro na partida. Com uma melhor saída de bola e consequente domínio da região central do campo de batalha os demais pernas de pau, contagiados pelas forças emanadas pelo Manto Sagrado e a parte da Nação que se fez presente, obtiveram sensível melhora em seus desempenhos.

Com exceção ao Leo Morto que definitivamente não sabe mais qual é o caminho para a linha de fundo. É grande a dificuldade deste rapaz, mesmo este sendo uma simples reta. Acho que nem com bússola ou GPS. É um caso perdido. Renato Canelada e Ibson eram mais efetivos.

E o Elias?

Ora meus caros o cara deixou de ser surpresa faz tempo. O cara é o Cara do time. No par ou impar é o primeiro a ser escolhido. Não há mais o que escrever a não ser redundâncias, mesmices e pleonasmos.

O cara desarma, inicia contra ataques, lança, erra poucos passes, parte pra cima com a bola, tem raça e ainda por cima faz gol! O que vocês querem mais que eu escreva? Só falta ele agarrar um pênalti. Se ele tivesse mais um pouco de futebol seria um cracaço de bola.

O Cara, mesmo torcendo por outra agremiação, honra o Manto mais que muitos que se dizem Flamengo. Não sei quanto a vocês, mas só isso bastaria para mim.

Eu não vi, tenho mais o que fazer, mas deve ter pedido música naquele programa de fim de domingo. O Cara não só fez gol como fez 3. Tem gente que ganha, muito e em dia só para isso e não fez unzinho sequer. Aliás, não faz há um bom tempo.

Considerando o cenário do atual futebol brasileiro onde os que fazem diferença têm mais de 35 anos e as jovens promessas são escassas, gostei de como o time se apresentou ontem. Vamos torcer para que este enfim seja o início de uma efetiva evolução mesmo que venhamos a oscilar como disse o Mano após o jogo.

Os pseudos adversários foram superiores no primeiro tempo? Sim, mas no segundo nossa superioridade foi bem maior. Isso não ganha jogo é verdade, mas pode ser um indício de que o famoso dedo do Mano está surtindo efeito. Após o jogo fiquei com duas dúvidas:

“Se o Adryan e o Hernane entrarem no início do próximo jogo renderão o mesmo?”

E

“No primeiro tempo, onde o Mano enfiou o dedo?”

Saudações.


22 julho, 2013

A BOA NOTÍCIA

"Aí meu Deus, a bola! Que mêda!"

Mulambada,

O que escrever que já tenha sido escrito?

Sai jogador, entra jogador e a situação permanece a mesma. O cara que joga bem um jogo some no outro. Aí vem um novo que joga bem em um jogo, mas também some no outro e assim vamos, aos trancos e barrancos atrás daquele que tem sido nosso objetivo maior nos últimos sei lá quantos anos, não cair.

Não me falem de 2009, o ano do Hexa. Aquele ano foi uma exceção que dificilmente acontecerá novamente.

Faz tempo que passamos quase todo ano atrás dos míseros 45 pontos que nos permitirão correr atrás dos mesmos 45 pontos no ano seguinte.

Olho para a tabela desolado e até os vices que estão numa merda de dar gosto estão em posição melhor. Sei que é temporário, afinal eles deixaram de ser parâmetro faz tempo, mas que dá uma dor de corno isso dá.

Com todo respeito aos azuis, a quem endosso quase todas as ações, principalmente aquelas com a intenção de dar credibilidade e por ordem na casa, mas está ficando complicado. Fizeram várias contratações e nenhuma deu certo. Não me venham falar de Paulinho que só sobressai porque os outros são nulos.

Os moleques da casa estão no mesmo ritmo. Ontem foi o Adryan que sobressaiu, outro dia foi o Nixon, já foi o Rodolfo. Quem se lembra do Luiz Antônio? Quem será o próximo?

Fora o Adryan, ninguém jogou bem. Esse negócio de que o time está arrumadinho em campo devido ao dedo do Mano é conversa pra boi dormir. É coisa de comentarista (desculpe aê Junior) que não pode falar a verdade, pois se pudesse ia dizer com todas as letras:

“O jogo está uma bagunça, os dois times são muito ruins!”

Mas eles não podem dizer a verdade se não você desliga a TV. Eles têm que te enrolar.

Não sofremos ameaça? Claro! É porque também não ameaçamos, pois quando ameaçamos é quase inevitável que a cozinha fique desguarnecida em algum momento. Quando tínhamos a bola não sabíamos o que fazer com ela. Era toque pro lado, para trás ou balãozinho na área dos inimigos. Lançamentos? Vocês estão de brincadeira. Tudo chutão pra frente e o atacante(?) que se vire. Nos raros momentos em que tentávamos uma jogada mais incisiva dava merda. Os caras que passam a semana toda treinado e vêm recebendo a mariola em dia, erravam todos os passes.

E para variar, levamos um gol de um ex-Flamengo.

Vamos combinar que essas palhaçadas têm que parar de acontecer. Com todo respeito aos que já vestiram as cores Vermelho e Preto, principalmente os que as honraram.

Alguém tem que avisar pros chinelinhos lá da Gávea que se o jogador saiu, virou inimigo. Não tem essa de amiguinho. Dentro das quatro linhas o que vale é o Manto Sagrado e quem está dentro dele. O resto é o resto e ponto final. PORRA!

Depois do jogo pode chamar pro churrasco, puxar o saco e o que mais desejar, mas na hora do jogo tem que virar homi.

Nesse cenário que inspira tristeza, pelo menos uma boa notícia, pior do que está não vai ficar.

Será?

Vamos pegar o pessoal da carrocinha em nossa volta para casa. Vai ser uma parada duríssima, mais pelas nossas deficiências do que outra coisa.

Saudações.



17 julho, 2013

ESTÁ FEIA A COISA


Mulambada,

Coisa horrorosa!

Depois de uma boa apresentação no domingo esperava que esse jogo fosse ao menos razoável como o anterior, mas está difícil.

Não entendo como isso pode acontecer. Não se trata de cornetagem pura e simples, mas sim de querer ver ao menos o mínimo de futebol.

Não foram poucas as vezes em que me pego imaginando o que comentaristas como Junior estão pensando quando veem uma coisa como esta.

No caso dele, sabemos o craque que ele foi e a estirpe técnica dos que estiveram ao seu lado tanto no Mais Querido como também na selecinha e fico com pena quando o vejo ter de comentar essas peladas. Mesmo recebendo uma fortuna, o que não deve ser o caso, ia ser complicado.

É um verdadeiro bunda lê lê onde ninguém é de ninguém.

Passe deixou de ser entregar a redonda em boas condições ao companheiro de time, para se transformar apenas no ato de se livrar da mesma.

Matar a bola há muito deixou de ser amortecer a gorduchinha para passar a ser literalmente matar todas as pretensões de na sequência deste ato sair coisa que preste.

Houve um momento em que Junior disse:

“Falta uma cabeça pensante, os que estão aí (em campo) são apenas corredores.”

PORRA! Isso é futebol ou atletismo?

Não podemos dizer que ele está exagerando, pois cabeças pensantes era o que mais tinha nos times em que ele fez parte. Ele era uma delas. Hoje quando o time tem uma já é um milagre.

Neste jogo, como em muitos outros, não tínhamos nenhuma. Elias foi o cara de ligação isto porque o único que pode ter miolos que possibilitem sê-lo foi poupado. Gostaria de saber o motivo disso já que Cadu, dos chamados titulares é o que menos joga; não pode estar cansado.

E ele precisa jogar e assim pegar ritmo de jogo.

Em certos momentos eu até consigo ver na intenção de alguns, boas jogadas, mas lhes falta técnica futebolística para a efetiva realização das mesmas. E elas acabam tornando-se sonhos irrealizáveis.

E conseguimos fazer um gol aos 44 minutos de jogo. Elias de letra. A jogada toda até que foi bonita, mas não podemos entrar em campo e fazer apenas uma jogada na eternidade de 45 minutos mais acréscimos; ainda mais jogando contra o valoroso Asa de Arapiraca.

É brincadeira?

Aos 12 do segundo tempo, por incrível que pareça, eles empataram.

Melhor distribuídos em campo, eles jogavam melhor e ameaçavam mais. Consequência da maior posse de bola. O Flamengo limitava-se a correr atrás da bola e cruza-la infrutiferamente sobre a área inimiga em um retrocesso inesperado.

Injustamente, diga-se de passagem, Moreno em uma bela roubada de bola do novato e esforçado Bruninho, fez o segundo gol em um belo voleio.

E além dos 3 minutos de acréscimo, foi só.

Passamos às oitavas.


15 julho, 2013

PERSISTE A DÚVIDA...


Mulambada,

Enfim fechamos com o Consórcio do Bolha. Sim, agora o Flamengo vai voltar ao pedaço de terra que lhe pertence por direito. Direito adquirido pelas conquistas obtidas e pela presença constante da Nação.

Se fossemos um povo sério, seria como usucapião.

Após longa novela em breve iremos voltar a mandar nossos jogos no Maraca que absurdamente será gerido pelo consórcio do Eike.

Tenho minha opinião sobre esse assunto e, se tiver saco, um dia volto a escrever sobre. Por hora, fica só o registro de que não concordo com essa molezinha que deram pro Bolha.

O assunto a ser tratado hoje é outro, o jogo de ontem.

Não estava ansioso, nem reticente. Afinal faz tempo que esse ex-clássico deixou de merecer a alcunha de Clássico dos Milhões.

Por falta de oponente descente o Flamengo hoje é o Sócio Majoritário dessa bodega e o Sócio Capitalista, pois ha muito que a Nação banca “aporratoda” sem um único subsídio do BNDS ou outras autarquias acostumadas a desordem de só sustentar vagabundos, atravancando o progresso.

Como pode neguim ter ordem se não se tem progresso? Ou vasco-versa.

Com exceção aos primeiros minutos, quando ainda estava me arrumando na poltrona, todo o primeiro tempo foi uma tremenda novidade. Cheguei a perguntar quem eram os jogadores em campo, mesmo vendo que fisicamente pareciam ser os mesmos.

O time estava irreconhecível.

Olhava para a televisão e não conseguia entender o que estava acontecendo. Via os mesmos pseudos jogadores de sempre agora se comportando como profissionais que há muito recebem seu alto salário em dia.

Estavam concentrados, quase não errando passes (apenas 27 em todo o jogo) e fazendo uma marcação descente em 80% do campo. Todos jogavam bem tanto atacando quanto defendendo. Cadu enfim organizava as jogadas no meio de campo muito bem assessorado por um Elias inspirado. Carceres bem no desarme e nos poucos avanços que tentou. Paulinho se apresentava nos espaços vazios e não foi raro ver Moreno, que estava bem na frente, aparecer na defesa ajudando a turma da cozinha nos poucos ataques do inimigo.

E os da cozinha jogando como nunca vi. Estavam seguros. Felipe assistiu ao jogo.

Não foi a primeira vez que vejo o Walace avançar e foi exatamente em uma dessas jogadas que se iniciou a bela jogada do único gol da peleja. Paulinho.

A galera já ficou animadinha e já tem neguim dizendo que esse progresso é consequência do dedo do Mano.

A turma do outro lado sem opções isolava a redonda para o lado em que o nariz apontava e nosso meio de campo ganhava quase todas as segundas bolas. Não foram poucas as vezes em que nossa marcação à partir da intermediária deles, recuperava bolas preciosas iniciando contra ataques perigosos que só não se convertiam em gol devido a precipitação de alguns ou por  pura falta de sorte.

Foram 15 finalizações, um número bastante superior ao dos jogos anteriores.

Mais morno, veio o segundo tempo. Diante da inoperância dos caras do lado de lá, Mano resolveu meter o dedo novamente. Tirou Cadu que vinha muito bem (registre-se que esse muito bem significa apenas que ele melhorou um pouco em relação ao que vinha jogando e como não vinha jogando nada, daí o muito bem) foi substituído por Nixon que desta vez, ao contrário do jogo anterior, pouco fez. Val entrou no lugar de Gabriel e manteve seu scout particular, ou seja, mais uma vez errou tudo.

Rafinha quando entrou no lugar do autor do gol eu falei:

“Vamos lá Rafinha, foi em cima desses perebas que você fez seu nome, vê se repete!”

Não adiantou, ele foi o Rafinha.

Mesmo assim, continuamos mandando no jogo e nas demais instalações do futuro Elefante Branco da Capital Federal. A Nação esteve presente em maioria absoluta e foi perfeita. Merecia mais gols.

No final das contas, valem os 3 pontos de nossa 2ª vitória no certame.

Foi um bom jogo no primeiro tempo, eu diria excelente se compararmos com as últimas 257 peladas que fomos obrigados a assistir, mas é preciso baixar a bola e aguardar outros 90 minutos ou mais para enfim sanamos a persistente dúvida:

“O time está evoluindo ou os vices é que são ruins mesmo?”

Saudações.



11 julho, 2013

DE BOM MESMO . . .



Mulambada,

Muito ruim!

Do início, passando pelo meio e até o fim, foi uma pelada de dar dó.

A escalação me pareceu boa. Não a defesa, que não temos melhores opções, mas do meio campo pra frente eu estava animado.

Carceres, Val, Elias e Paulinho, considerando o que temos disponível, parecia ser um meio de campo leve e ágil que junto com Adryan e Marcelo Moreno na frente poderiam produzir algo.

Nem tanto pelos que vinham jogando ou pela entrada de Val, mas sim pela entrada de Adryan.

Não posso ter certeza, mas de todos os moleques da Gávea Adryan me parece o de melhor futuro e quando ele joga torço para que enfim mostre serviço. Mas isso não acontece. Foi assim com nosso melhor jogador de todos os tempos, temos de ter paciência.

Os números do scout, mostravam que estávamos sendo eficientes. Também contra o Asa de Arapiraca!

Se fosse diferente, seria muita incompetência. Com todo o respeito aos bravos jogadores daquela parte do nordeste, mas não se pode esperar muito de times de pouca história e expressão que sobrevivem, só Deus sabe como no interior desse imenso Brasilsão movido a Bolsas Assistencialistas.

Mesmo assim, conseguimos fazer uma apresentação pra lá de ruim. Acho que a pior dos últimos jogos.

O miolo da zaga estava mais perdido do que sempre, sorte que era o Asa de Arapiraca. Mesmo assim Felipe fez defesa milagrosa no primeiro tempo. Os laterais péssimos, nem merecem comentários. Val errava tudo que tentava, Elias o acompanhava nessa árdua tarefa, Paulinho e Adryan, esse o menos ruim, jogavam mal. Perdeu um gol logo no início e nada mais que mereça comentários.

Como exigir algo de Marcelo Moreno com essa assessoria tosca. Ele não é nenhum craque, mas mesmo se fosse...

Mas estávamos com sorte, ou melhor, o Mano está com sorte. Escolheu dentre os doze que, pela nova regra da Fifa, tinha no banco, o esquecido Nixon e o cara fez tudo certo. Duas ou três boas jogadas, roubou uma bola perdida que resultou no passe para o primeiro gol, de Marcelo Moreno e fez o segundo ao receber o passe do mesmo Moreno.

E foi isso, tirando o rompante de Nixon que só Deus sabe quando se repetirá, de bom mesmo só a QUASE certeza de passar para a próxima fase.

Precisamos de vitórias, nem que como essa no Brasileiro.

Saudações.



07 julho, 2013

MUDA TUDO E NÃO MUDA NADA



Mulambada,

Como sabem estive fora em uma viagem até o Uruguai e desde o dia 8 de junho passado que não consigo acompanhar como deveria os passos do Maior de Todos. Mas entre uma parada e outra por esse sulzão do Brasil e centro leste do Uruguai consegui ler alguma coisa na internet.

Li que estamos no terceiro técnico no ano. Agora é o Mano Menezes, o sonho da atual diretoria. Não acho que foi uma má contratação, ao contrário, mas não adianta nada você botar o melhor técnico do mundo (não é o caso, diga-se de passagem) se não dá bons jogadores para ele trabalhar. Ninguém faz uma boa comida com ingredientes vagabundos o máximo que se faz é uma coisinha gostozinha pra tapar o buraco que a fome faz no estômago.

Com o futebol não é diferente.

Sendo assim, teremos de esperar a janela do meio do ano fechar para ver com que ingredientes o Mano vai poder contar.

Mandaram o Renato embora e antes de eu sair já haviam mandado o Ibson. Acho uma decisão acertada só não acho que era o momento. O que temos não é time para vestir o Manto Sagrado, isso é fato.

Faz tempo que as diretorias tentam contratar bons jogadores para nosso elenco. Já escrevi aqui que nesse tempo contratamos vários artilheiros de Campeonatos Brasileiros e outros tão badalados quanto e nenhum deu conta do recado como esperado. Souzas, Obinas, Luluzinhas, Tutas, David, Hernanes, Carlos Eduardos e sei lá mais quantos outros. Nada deu certo.

Alguns até fizeram uma graça e com a ausência de coisa melhor fomos nos acostumando com o que tínhamos e hoje nosso padrão de qualidade tornou-se rasteiro.

Não é difícil ouvir ou ler que o time do Flamengo é bonzinho e para o que nos propomos esse ano, devido a atual situação financeira, dá.

Eu também pensava assim, mas agora, depois de nossas desastrosas atuações é fato que dá “porranenhuma”. O time é ruim e ponto final. Claro que não estou considerando nesta avaliação a garotada que ainda está verde, mas o resto? Ora meus caros o resto só tem jogador bonzinho e jogador bonzinho não é jogador para vestir o Manto.

Reformaram o Maracanã e deram de mão beijada para meia dúzia de empresários. Mas a culpa não é deles! A culpa é de quem fez o Edital que ou são um bando de incompetentes que não amarraram as premissas do futebol do estado e o deixaram em segundo ou até terceiro plano ou são uns safados vendidos que vergonhosamente se beneficiaram da coisa pública. Não há outra opção e em ambos os casos devem ser presos e terem seus bens confiscados a fim de pagar o prejuízo do mau negócio.

E o Mengão deve sim manter o pé firme nas negociações com o Consórcio “vencedor”, pois é dos envolvidos o único que tem condições de encher aquela baiuca mais de uma vez por mês. Se o Consórcio não ceder, continuamos a jogar em Brasília ou outro elefante branco qualquer e partimos para a construção do nosso estádio. O que já deveríamos ter feito há muito tempo.

Foram mudanças importantes todas com impacto direto em nossa performance dentro das quatro linhas.

O último jogo não foi diferente. Alguns jogadores reclamando das viagens devido a falta de estádio. Eles não conseguem ver que essa aproximação com a parte da Nação distante da cidade Maravilhosa serve para consolidar nossa presença em todo o território nacional e que nessas oportunidades, boas apresentações vão trazer benefícios não só ao Flamengo como a eles mesmos e por isso deveriam se esforçar bem mais do que estão fazendo.

Iniciamos a partida em um estádio lotado com mais de 40 mil torcedores ávidos em ver o Mais Querido em campo.

Foram não sei quantos dias treinando com o novo treinador. Fizeram até um amistoso com um pseudo grande time a quem derrotaram a muito custo e pouco futebol.

E mesmo assim não jogaram nada. Fomos totalmente envolvidos em grande parte do primeiro tempo período que fizemos, injustamente, um gol.

Depois melhoramos um pouco, mas a falta de um item essencial, fazia do evento uma das coisas mais horrorosas que vi nos últimos tempos.

Não é possível que ninguém consiga ver que sem futebol não há como ter futebol?

Fizemos o segundo e mesmo sendo um jogo ruim estávamos em fim vencendo e olha que o Marcelo Moreno perdeu um pênalti absurdamente mal batido.

Entretanto, não durou muito. A defesa, sempre ela, dormiu no ponto e eles empataram.

Justo, resultado justíssimo, não há o que reclamar.

Ou seja, muda tudo e não muda nada.

Saudações.