Mulambada,
Desde que a nova diretoria
assumiu que estamos sendo avisados de que esse seria um ano duro. Se houvessem
conquistas seriam por conta da obra do além por intermédio de São Judas Tadeu.
Fomos avisados que a prioridade
seria o saneamento das contas para obtenção das CNDs e com isso almejar
patrocínios suficientes à pagar as dívidas e se sobrasse um capilé este seria
gasto em contratações medianas. A aposta seria nas categorias de base e a
experiência dos mais velhos para guia-los pelos caminhos tortuosos do futebol.
Iniciamos o ano de forma contundente
conquistando vitórias inesperadas contra os times médios da capital. Perdemos o
1º turno por detalhes e em uma queda vertiginosa, o 2º por pura falta de vergonha
na cara.
Veio a intertemporada e a chegada
de desconhecidos ditos promissores. Balela! Carlos Eduardo continuava sendo
trabalhado para nos proporcionar grandes alegrias. Balela!
E seguimos nossa vidinha sem
vergonha de altos e baixos.
Em abril a grande bomba. Abriram
a Caixa de Pandora e descobriram que o que se devia era bem mais do que
parecia. O mal que dezenas de administrações anteriores deixaram era bem maior que o que
se imaginava. 750.000.000 não é pouca grana e isso fez com que nossos modestos
planos não pudessem ser efetivados.
Em maio teve início a Copa do
Brasil e com seus primeiros jogos, dificílimos por sinal, contra os miúdos do
país.
O Brasileiro também começou em
maio e muito mal.
Nesse meio tempo, mudamos de
técnico uma vez e depois mais uma após a segunda intertemporada devido a Copa
das Confederações. Jogamos muito, treinamos mais ainda, mudamos de técnico duas
vezes e continuamos a nos apresentar mal. Foram seguidos empates, derrotas e
pouquíssimas vitórias que nos deixaram onde estamos, na mesma.
Os dias, semanas e meses passaram
e não evoluímos. Tivemos rompantes de algo parecido com futebol nas escassas
vitórias e nada.
Ontem foi o mesmo. Após uma
exibição razoável quando finalizamos a galinha mineira, pisamos na merda e
voltamos a nos apresentar mal. Mais uma vez um time minúsculo se põe à frente
de nossa trajetória tornando-a claudicante.
Mais um empate nos acréscimos do
segundo tempo em um gol de goleiro, o mesmo goleiro de ha 10 anos em mais uma vergonha.
O empate seria normal se os que vestiram o
Manto tivessem se comportando como jogadores profissionais de futebol, mas não,
eles só o são na hora de exigir seus direitos, seus deveres ficam a mercê das
festinhas ou noitadas quase que diárias.
Não há o que escrever daquela
pelada sem vergonha. Aguardemos domingo para ver o que acontece.
Eu sabia que ia ser difícil, mas
não vergonhoso.
Sim meus caros, a coisa está mais
que preta.
Saudações.

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